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Novidade editorial

El disidente - Pedro Varela, el hereje 

http://libreriaeuropa.org/es/actualidad-nacional/1271-el-disidente-pedro-varela-el-hereje.html



Novidade editorial – Os crimes dos bons


Os interessados em adquirir esta obra deverão enviar um e-mail para clinica.ans@gmail.com


Vivemos há 70 anos em plena falsificação histórica. Falsificação hábil, que começou por arrastar as imaginações populares para depois se apoiar na cons­piração dessas imaginações. Disse-se: eis como eram bárbaros os vencidos da última guerra mundial, que, para cúmulo, foi desencadeada por eles. E acrescentou-se: recordai o que sofreram os países ocupados e o que teriam sofrido os que não foram invadidos se os nobres Aliados não tivessem preservado a sua neutralidade. Inventou-se inclusivamente uma filosofia dessa falsificação, que consiste em explicar-nos que não importa o que uns e outros eram realmente, que só conta a imagem criada e que essa é a única realidade. E assim, duas centenas de carrapatos da imprensa, da rádio e da televisão, criadores da chamada “opinião pública mundial”, foram promovidos à existência metafísica. (...)
Não obstante, deve haver outra realidade. Há outra realidade. Frente aos crimes dos vencidos, reais ou inventados e exagerados em progressão geométrica, falta qualquer coisa. Mesmo para o espírito mais medíocre, é evidente que deve haver algo mais; que, frente aos demónios do nazismo, houve, não anjos, mas seres humanos, muito humanos, demasiado humanos, que cometeram atrocidades e crimes. 
Decidimos narrar esses crimes, pelo menos os mais relevantes, sem nos limitarmos ao relato cronológico dos abusos militares e civis propiciados pelos políticos aliados durante a II Guerra Mundial. A nossa relação abrange os crimes cometidos pelos “bons” entre 1933 e 1982, ou seja, durante meio século de “fascismo”, ou o que os mass media denominam com esse nome. Os “bons” são, evidentemente, os que a imprensa, a rádio e a televisão apresentam como tais: os democratas do leste e do oeste, os “anti-colonialistas” que desde 1945 integravam os chamados “movimentos de libertação” das colónias dos que antes eram “bons”. Naturalmente, muitos dos “bons” de ontem – praticamente todos os países europeus e a América – perderam essa categoria em benefício do que geralmente se denomina “a esquerda”. Assim, o general Patton, que era “bom” durante a II Guerra Mundial, passou a “mau” ao fim de pouco tempo, como passaram a ser “maus” os generais Vedemeyer, Clarck e Mac Arthur, o senador McCarthy, o presidente Chang-Kai-Chek, o general De Gaulle, o presidente Nixon, etc., etc. 
Uma vez que os crimes dos “maus” foram exaustivamente relatados pelos vencedores, fotografados, dissecados, expostos, retocados, exibidos e exagerados, quando não inventados, consideramos supérfluo epilogar de novo sobre eles. Disso nos ocupámos noutro lugar. Nas páginas seguintes, e dentro da tónica geral desta época de “desmitificação” de ídolos, cujo fim suplementar é desenvolver a virtude da modéstia entre os vencedores, apresentamos os crimes dos “bons”, baseando-nos, não em testemunhos emanados dos miseráveis vencidos, mas dos virtuosos vencedores. Dos consagrados pela “opinião pública” e por duas centenas de escribas mercenários portadores da espada flamejante da acusação em nome da humanidade. (...)

-- excerto do Prólogo

Louis-Ferdinand Céline

Louis-Ferdinand Céline
(27/05/1894 - 01/07/1961)







Equinócio

Tal como todos os anos, de cara ao Sol, os Legionários renovaram o seu Juramento:
A HONRA É NOSSA PÁTRIA, FIDELIDADE A NOSSA MÃE!

Dresden, 1945

http://en.metapedia.org/wiki/Bombing_of_Dresden_in_World_War_II
O holocausto esquecido
[ ].

Contradições “democráticas”



Por Walter Romero


Si haces caricaturas riéndote de Mahoma, está todo bien. Eso es “libertad de prensa”. Si haces caricaturas riéndote del Holocausto, eso está mal. Vas preso por “apología del nazismo”.
Una revista anarquista es atacada y el mundo “democrático” se rasga las vestiduras. Cuando la Librería Europa de Pedro Varela fue incendiada por anarquistas… “mutis por el foro”
Si Francia bombardea partes de Africa con el argumento de matar “terroristas musulmanes” y al final esos bombardeos terminan matando decenas de personas inocentes entre ellos niños, mujeres y ancianos, eso está bien. Es para defender “la democracia”. Si algunos musulmanes le dan “el vuelto” a Francia fusilando 12 cartunistas marxistas ateos, arde Troya.
Si EEUU y una coalición de países occidentales bombardea Bagdad por haber invadido Kuwait, esta todo bien. Es lógica pura. Si Israel invade la Franja de Gaza masacrando miles de inocentes, no pasa nada. Los EEUU y los países aliados a los yanquis no se dan por enterados…
Si un soldado serbio mata un soldado de otro país, se lo envía urgentemente a La Haya para que sea juzgado por “crímenes contra la humanidad”. Si los soldados estadounidenses violan, humillan y matan presos musulmanes en Irak, Afganistán u otros países árabes, los gobiernos
occidentales no dicen “ni mu” y EEUU prohibe que sus soldados sean juzgados por crímenes contra la humanidad. Claro, un estadounidense es un ser humano de primera. El resto es de tercera… o de cuarta categoría.
Si los alemanes meten a miles de judío en el Ghetto de Varsovia… Genocidio !!! Holocausto !!! Si los israelíes mantienen a casi dos millones de palestinos en el mayor campo de concentración de la historia (Gaza), los gobiernos occidentales… silencio de negra.
Si Irán tiene presos políticos, los grupos de “derechos humanos” ponen el grito en el cielo. Si EEUU o Israel mantienen presos en Guantánamo o en Tel Aviv sin derecho a abogado o a un juicio justo, no pasa nada. Total… son solamente musulmanes… No nos olvidemos que “los buenos” tienen derechos mientras que “los malos” no tienen derecho a nada.
Al presidente francés le parece un acto de barbarie absoluta el ataque de musulmanes contra el semanario anarquista. Pero no le parece lo mismo cuando el propio gobierno francés financia con dinero y armas a los musulmanes extremistas de la oposición siria que matan soldados, también musulmanes, del régimen de Assad. Contradicciones… contradicciones…
Resumiendo: cuando “los malos” se pasan de la raya… a la horca con ellos. Pero cuando “los buenos” violan, asesinan, invaden países, bombardean, humillan, etc., etc., etc., los gobiernos occidentales no dicen nada. Silencio hospital.
La lista es larga. Ustedes ya la conocen. Pero para muestra basta un botón. Bueno, aqui les enumeré “varios botones”.
Para pensar.

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