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Reflexões contra a modernidade
domingo, março 31, 2013
11:53 da tarde
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LEGIÃO VERTICAL
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O nosso camarada e amigo Eduard Alcántara acaba de publicar, nas Ediciones Camzo, um novo livro, intitulado «Reflexões contra a modernidade», cuja leitura vivamente recomendamos a todos os nossos leitores.
O presente livro é o resultado de um compêndio de escritos que fomos redigindo ao longo dos últimos anos.
O presente livro é o resultado de um compêndio de escritos que fomos redigindo ao longo dos últimos anos.
Na selecção realizada para a composição desta obra, guiou-nos o critério de que os textos tivessem um enfoque, impregnado até à medula, de Tradicionalismo.
É, no nosso caso particular, Julius Evola quem mais certeiramente nos transmitiu quais são as essências e os atributos do Mundo Tradicional.
Poderíamos, à nossa modesta escala, comparar este nosso livro com a obra capital do grande mestre italiano (“Revolta contra o Mundo Moderno”), no sentido de considerar que o título do mesmo na realidade representaria como que a consequência reflexiva que deveria fazer-se após a sua leitura.
A exposição e a reivindicação, que nos nossos textos realizamos, dos eixos e das doutrinas Tradicionais, são acompanhadas pela nossa denúncia da grande enfatuação representada pela modernidade, pois o Mundo Tradicional constitui a antítese do mundo moderno.
Ficaríamos satisfeitos se a leitura da presente obra servisse para que alguns, bem-intencionados, que pretendem encarnar íntegras alternativas ao Sistema que nos aliena, sacudissem certas escórias ideológicas que podem torná-los indignos de uma cosmovisão fundamentalmente oposta à deste deletério mundo moderno.
[Do texto da contracapa]
Apoiar Axel Möller
Via Devenir Europeo
30 meses de prisión, ha sido el precio a pagar por no retroceder ante
las leyes mordaza alemanas, en el arduo combate por la libertad de
Europa.
El hereje ya ha sido encarcelado, pero en “ALTERMEDIA”, su trinchera
política en internet, la lucha no cesa, para desesperación de una
fiscalía que no ha logrado arrancar una sola sílaba a nuestro
irreductible camarada.
Perseguido y encerrado tanto por sus artículos de opinión, como por
la tenacidad demostrada a lo largo de muchos años de constante
dedicación a la difusión de ideas prohibidas, Möller no conoce el
desaliento. En estos términos se dirigió al tribunal en su alegato
final:
“Quiero asegurarles que tengo la intención de proseguir con mi
lucha contra su sistema político, sin importar el lugar donde pueda
hallarme en el futuro, sea en la calle, en una empresa, frente a un
ordenador, o en la penumbra solitaria de una celda de la prisión, en
cuyo interior, seré aún más libre que todos ustedes aquí al aire libre,
porque yo sé que la verdadera libertad no depende de la comodidad de las
circunstancias exteriores, sino de una actitud interior”.
La derrota europea de 1945 trajo consigo una miserable demonización
de los vencidos, amparada por una “historia oficial” incuestionable, que
los vencedores han impuesto a golpe de ley. Aquellos que se han
mantenido como fieles defensores de la Verdad y el Nacionalsocialismo
han sido perseguidos y silenciados por todos los medios legales e
ilegales imaginables. El mito democrático de la “libertad de
pensamiento” ha sido cruel verdugo de estos nobles paladines de la causa
europea.
DEVENIR EUROPEO, en solidaridad con los prisioneros políticos del
mundo, y a la vista de los magníficos resultados obtenidos en las
anteriores campañas, ha comenzado ya la 5ª EDICIÓN de AYUDA PARDA para
socorrer a nuestro camarada alemán Axel Möller, un idealista
irreductible.
Cualquier ayuda es poca para nuestros presos; tenemos el deber de
mantenernos a su lado. Han perdido sus trabajos, arruinado sus carreras,
han sido encarcelados, se han visto abocados al exilio… Y la mayoría
son además responsables de una familia que sufre con ellos, a la sombra
de la opinión pública, la brutalidad del sistema democrático.
La campaña consiste en una recolecta económica para ayudarles a
soportar la dura situación a la que les ha llevado su fidelidad, y una
recogida de cartas y mensajes de apoyo que haremos llegar a los
perseguidos. Un gesto tan sencillo como escribir unas breves palabras de
ánimo ayuda enormemente a nuestros camaradas a soportar cada día de
tormento, y a mantener viva la esperanza. Las donaciones podrán
realizarse a través de la cuenta bancaria de Devenir Europeo, o en mano,
durante los actos de la Asociación. Las cartas pueden igualmente sernos
entregadas en mano o enviadas por correo postal o electrónico.
No olvidemos que la ayuda más significativa no es la más cuantiosa,
sino la que más sacrificio implica al donante. Además, Devenir Europeo
donará el 10% del dinero de las ventas de material a esta causa.
“Lamentablemente, en mi situación no puedo retribuir con nada,
salvo mi promesa de que voy a resistir, sin que nadie que me brinda su
apoyo pueda quedar decepcionado por mi conducta”.
Axel Möller.
Axel Möller.
¡HAZ UN DONATIVO!
¡AYUDEMOS A NUESTROS PRESOS POLÍTICOS!
¡AYUDEMOS A NUESTROS PRESOS POLÍTICOS!
La Caixa – Devenir Europeo – Cta. nº 2100-0642-61-0100664988
(Indicando S.O.S. Möller al realizar el ingreso)
(Indicando S.O.S. Möller al realizar el ingreso)
Lucien Rebatet: – Presente!
domingo, dezembro 23, 2012
6:48 da tarde
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LEGIÃO VERTICAL
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Nascido em 15 de Novembro de
1903 em Moras-en-Valloire, Drôme, foi um grande autor, jornalista e intelectual
fascista e anti-sionista francês do século XX. Na juventude foi educado em
Saint-Chamond, Loire, tendo estudado na Sorbonne entre 1923 e 1927, tornando-se
agente de seguros depois de concluir os seus estudos.
Inicia a sua carreira de
escritor em 1929, tornando-se crítico musical e cinematográfico (neste último
caso sob o pseudônimo de François Vinneuil) para o jornal integralista Action Française. Em 1932 torna-se
colaborador do jornal de direita Je Suis Partout,
para o qual escreve até à “libertação” aliada em 1944.
Em 1938 tornou-se chefe de
informação da Action Française (a que
posteriormente chamou sarcasticamente de “Inaction Française” na sua muito
aclamada obra Les Décombres) tendo
trabalhado juntamente com o fundador do movimento, Charles Maurras.
Muito antes da eclosão da
guerra entre a França e a Alemanha, Rebatet expressava notavelmente as suas
simpatias pelo nacional-socialismo nos seus artigos para o Je Suis Partout, nos quais demonstrava que os judeus fomentavam uma
guerra mundial que ansiava derrubar o regime de Hitler. Foi convocado em 1940
para o exército francês, servindo a contragosto e desejando abertamente uma
guerra curta e desastrosa para a França.
Após a queda da França,
tornou-se repórter de rádio para o governo de Vichy, posto que rapidamente abandonou,
bem como a Action Française, para
participar no jornal de Jacques Doriot, Cri
du Peuple, e continuou a escrever para o Je Suis Partout.
Em 1942 Rebatet publicou o seu
extenso panfleto, Les Décombres (As
Ruínas), obra que foi prontamente aceite e aclamada pelo público francês, desde:
«velhos do tempo de Dreyfus que com tremuras na voz me testemunhavam a sua
admiração e o seu ódio pelos judeus, a estudantes de liceu corados e atrevidos,
a rapariguinhas risonhas, a professores, a grandes burgueses de Passy, a
senhoras de sociedade da 7ª circunscrição, a dactilógrafas, operários, donos de
lojas, imponentes industriais, marxistas convertidos, antigos monárquicos
encantados pelo meu desabafo de verdades sobre a Action Française e Maurras. Via surgirem figuras esquecidas desde a
minha adolescência, antigos camaradas dos meus anos de miséria, tendo-me
conhecido empregado de seguros a ganhar 830 francos por mês, todos abismados
por me verem herói daquele festival…»
Na sua obra máxima, Les Décombres, traçou o percurso das
forças que levaram a França à sua queda. Acusou firmemente os políticos da III
República, tal como as suas lideranças militares e os judeus franceses, sobre
os quais afirmou terem sido a causa principal dos reveses políticos e militares
da França. Les Décombres é a mais
clara expressão do fascismo de Rebatet, e o seu trabalho mais veementemente
anti-sionista e antijudaico. No mesmo ano começou a escrever Les Deux Etendards, a sua primeira
novela.
Em Agosto de 1944 Rebatet
abandona a França e foge para a Alemanha, viajando para Sigmaringen (local de
refúgio para as autoridades de Vichy, assim como para o mais famoso escritor
francês, o colaboracionista Louis-Ferdinand
Céline). Foi em Sigmaringen que Rebatet terminou Le Deux Etendards, o qual veio a ser publicado em 1952 pela
Gallimard. Foi preso na Áustria em 1945.
Foi enviado de volta para a
França e em 1946 foi condenado à morte, pena esta que foi comutada para uma
pena de trabalhos forçados no ano seguinte. Libertado da prisão em 1952, retomou
o jornalismo em 1953, tornando-se director da secção literária do Dimanche Matin. Em 1954, a Gallimard
publicou a segunda novela de Rebatet, Les
Epis Mûrs. A sua obra final, sobre a história da música, que havia iniciado
em 1965, foi publicada por Laffont em 1969.
Rebatet continuou a
proclamar a sua aderência, comprometimento e fidelidade à causa até a sua morte
em 24 de Agosto de 1972. É ainda hoje, para nós fascistas, neo-fascistas,
reacionários e “criminosos do pensamento” – homens nobres no meio de uma
geração frívola de plebeus imbecis e lobotomizados – mais uma forte e exemplar
referência, de um verdadeiro homem que soube permanecer de pé entre as ruínas,
literal e literariamente, até ao fim. Num momento da sua penosa evasão para a
Alemanha, depois da tomada da França pelos yankees
escreveu o seguinte: «Assim que me deitei, apagada a luz, fui tomado pelo
desespero. Sinto-me submergido pela humilhação, na mais terrível catástrofe da
minha vida. Continuo sem remorsos, o que me poderia talvez aliviar,
transformando a dor em cólera contra mim mesmo. Nunca teria podido seguir o
partido dos falhados da III República, dos capitalistas anglómanos, dos
militares inconscientes, desse De Gaulle com o seu séquito de comunistas, que
iriam cantar os Te Deum com atitudes de vencedores. A minha opção, nada teve de
vil: em primeiro lugar, a colaboração, para poupar o país às piores consequências
da derrota que tínhamos previsto, obra dos nossos piores inimigos, os
antifascistas de gema; depois por horror ao bolchevismo. Não solicitei qualquer
lugar. Ganhei dinheiro com a minha própria pena, para defender aquilo que
considerava verdade, e infinitamente menos que dezenas de milhares de
traficantes, de industriais que forneciam material de guerra a inúmeras
divisões da Wehrmacht. Mas desafiei a fatalidade e agora ela esmaga-me. Sou
atirado para sempre para o campo dos traidores. A minha vida está perdida, a
minha literatura morta…»
Nós, legionários, ousamos fazer
justiça à tua memória neste Solstício de Inverno: nem traidor nem ostracizado,
mas sim um dos nossos camaradas caídos!
Lucien Rebatet: – Presente!
(Texto lido durante a cerimónia de Solstício de Inverno)
José Antonio Primo de Rivera - Presente!
terça-feira, novembro 20, 2012
11:37 da tarde
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Assassinado há 76 anos pelos democratas, pelo crime de defender a unidade nacional e a justiça social. José Antonio Primo de Rivera - Presente!
Desabafos
sexta-feira, novembro 16, 2012
11:27 da tarde
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Encontramos aqui uns "desabafos" interessantes, ora vejam.
El monopolio de la izquierda en la huelga estudiantil
quinta-feira, novembro 01, 2012
7:02 da tarde
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Las mismas pancartas, iguales consignas, idénticas reivindicaciones: “No a los recortes” o “Por una educación pública”, con la diferencia de que este grupo -"Respuesta estudiantil"- acude a la manifestación ondeando banderas españolas. Ocurrió el pasado 22 de octubre, durante la primera jornada de la "semana de lucha" contra los recortes convocada por el Sindicato de Estudiantes, una organización que se califica a sí misma como revolucionaria, marxista, antifascista y de izquierdas. En muchas ocasiones ha sido criticada por otras asambleas de alumnos por querer monopolizar todas las huelgas estudiantiles y apropiarse el liderazgo de concentraciones y encierros contra los recortes de la enseñanza pública.
Aunque aparentemente parecen una formación de gente muy joven estudiante, sus líderes sobrepasan la treintena y siguen matriculados en la universidad para poder seguir viviendo de la "lucha estudiantil". Este sindicato, muy vinculado a las juventudes comunistas, recomienda en su web lecturas como El Che, vida de un revolucionario o El Manifiesto Comunista. Entre 2007 y 2011, este sindicato recibió 7.512,92 euros en ayudas públicas.
En esta ocasión, el vídeo muestra cómo increpan al grupo de estudiantes que se une a la manifestación, les gritan "fachas" por llevar la bandera de España e instan a que abandonen la huelga. Los miembros de "Respuesta Estudiantil" -que entre sus objetivos señala que "nuestra principal tarea es posicionar al estudiantes en el puesto que le corresponde a la sociedad"- no bajaron las banderas y a los 20 minutos, el Sindicato de Estudiantes avisó a la polica para que disolvieran lo que consideraban una "contra-manifestación". Los antidisturbios obligaron a estos jóvenes a retirarse de la manifestación a la que no habían sido invitados.
Identitarismo - Esperança ou Armadilha?
quinta-feira, outubro 25, 2012
10:06 da tarde
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Para ler aqui.
O motivo pelo qual a Síria não cairá
quinta-feira, setembro 06, 2012
12:36 da manhã
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A ler aqui.
A Carta Olímpica e a extrema-direita
quinta-feira, agosto 16, 2012
10:44 da tarde
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A ler aqui.
Dicionário dos Malditos
terça-feira, junho 19, 2012
9:27 da tarde
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Solstício de Inverno
quinta-feira, dezembro 22, 2011
6:39 da tarde
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Estamos aqui hoje reunidos, neste Solstício de Inverno, para, mais uma vez, recordarmos um camarada que já não se encontra entre nós no mundo dos vivos. Este ano decidimos evocar Guido Lupo Maria De Giorgio, importante figura do tradicionalismo italiano, e um dos responsáveis pela introdução de Evola à Tradição.
Em 1915 volta à Itália, estabelecendo-se em Varazze. Após a I Guerra Mundial muda-se para Paris, onde conhece René Guénon, de quem se torna amigo e colaborador, colaborando com ele nas duas revistas francesas mais importantes da época dedicadas ao esoterismo: «Le Voile d’Isis» e «L’initiation».
Regressa a Itália nos anos vinte, tendo feito parte do Grupo de Ur juntamente com Evola, escrevendo na revista do mesmo nome sob o pseudónimo de Havismat. Em 1930 foi “um dos inspiradores” da revista «La Torre», fundada por Evola, onde escreve sob o pseudónimo de Zero, expondo as suas teses sobre aquilo a que chamava Fascismo Sacro, ou seja, uma tentativa de universalizar o movimento fascista através da via esotérica. No final dos anos 30 e início dos anos 40 colaborou ainda noutras publicações como «Krur» ou «Diorama Letterario» (suplemento do jornal «Il Regime Fascista» de Farinacci).
Após a II Guerra Mundial teve a coragem de escrever um violento panfleto contra o novo regime democrático com o provocatório título de «A República dos Canalhas».
A sua principal obra, «A Tradição Romana», na qual advoga o regresso à antiga concepção da autoridade espiritual e temporal, foi publicada postumamente em 1973. Esta obra, cujo título original era «O emblema fulgural da potência. Introdução à doutrina do Sacro Fascismo Romano», tinha sido originalmente oferecida a Mussolini, sob a forma de manuscrito dactilografado, no Natal de 1939. Em «Deus e o Poeta», obra publicada apenas em 1985, exalta de forma poética o conteúdo metafísico da doutrina católica, da qual se foi aproximando a partir dos anos da II Guerra Mundial, o que levou ao seu afastamento de Evola que o considerava entregue “a uma espécie de cristianismo vedantizante”.
De Giorgio faleceu em 27 de Dezembro de 1957, de causas naturais, na localidade piemontesa de Mondovì.
*
* *
Evola descreve-o, no seu livro «O Caminho do Cinábrio», da seguinte forma: “Era uma espécie de iniciado no estado selvagem e caótico (…). Possuía uma cultura excepcional, conhecia muitas línguas, mas tinha um temperamento muito instável (com alternâncias maníaco-depressivas, como diriam os psicólogos) e fortes achaques passionais, emotivos e líricos, quase à maneira de Nietzsche. A sua intolerância ao mundo moderno era de tal ordem que acabou por se retirar para as montanhas, que sentia como o seu ambiente natural, vivendo num presbitério abandonado quase sem nada, à base de algumas aulas que dava, e sofrendo fisicamente de cada vez que era obrigado a tomar contacto com a vida civilizada e citadina.” E de seguida acrescenta: “A sua influência sobre mim, que não se deve a livros, que nunca publicou, mas sim a cartas perturbadas e agressivas, polvilhadas de iluminações – e de confusões – fica a dever-se ao seu modo de dramatizar e energizar o conceito de Tradição, que em Guénon, devido à sua equação pessoal, apresentava traços demasiado formais e intelectuais. A isto unia-se a sua tendência para a absolutização que, naturalmente, encontrou em mim um terreno congenial.”* *
*
* *
De Giorgio nasceu a 3 de Outubro de 1890, na localidade italiana de San Lupo, na província do Benevento. Filho de um notário, estudou Filosofia em Nápoles, tendo-se diplomado aos 20 anos com uma tese sobre um tema “orientalista”. Muda-se de seguida para a Tunísia onde trabalha como professor de liceu ensinando italiano. É aqui que entra em contacto com o esoterismo islâmico através de uma fraternidade local, contacto este que o marcará profundamente.* *
Em 1915 volta à Itália, estabelecendo-se em Varazze. Após a I Guerra Mundial muda-se para Paris, onde conhece René Guénon, de quem se torna amigo e colaborador, colaborando com ele nas duas revistas francesas mais importantes da época dedicadas ao esoterismo: «Le Voile d’Isis» e «L’initiation».
Regressa a Itália nos anos vinte, tendo feito parte do Grupo de Ur juntamente com Evola, escrevendo na revista do mesmo nome sob o pseudónimo de Havismat. Em 1930 foi “um dos inspiradores” da revista «La Torre», fundada por Evola, onde escreve sob o pseudónimo de Zero, expondo as suas teses sobre aquilo a que chamava Fascismo Sacro, ou seja, uma tentativa de universalizar o movimento fascista através da via esotérica. No final dos anos 30 e início dos anos 40 colaborou ainda noutras publicações como «Krur» ou «Diorama Letterario» (suplemento do jornal «Il Regime Fascista» de Farinacci).
Após a II Guerra Mundial teve a coragem de escrever um violento panfleto contra o novo regime democrático com o provocatório título de «A República dos Canalhas».
A sua principal obra, «A Tradição Romana», na qual advoga o regresso à antiga concepção da autoridade espiritual e temporal, foi publicada postumamente em 1973. Esta obra, cujo título original era «O emblema fulgural da potência. Introdução à doutrina do Sacro Fascismo Romano», tinha sido originalmente oferecida a Mussolini, sob a forma de manuscrito dactilografado, no Natal de 1939. Em «Deus e o Poeta», obra publicada apenas em 1985, exalta de forma poética o conteúdo metafísico da doutrina católica, da qual se foi aproximando a partir dos anos da II Guerra Mundial, o que levou ao seu afastamento de Evola que o considerava entregue “a uma espécie de cristianismo vedantizante”.
De Giorgio faleceu em 27 de Dezembro de 1957, de causas naturais, na localidade piemontesa de Mondovì.
*
* *
Terminaremos esta breve evocação citando o próprio De Giorgio, que se referia aos modernos nos seguintes termos: “Sempre mais rápidos, sempre mais declives, queimai todas as metas, rompei todos os diques. Soltai as rédeas. Tomai os louros das vossas conquistas. Correi com asas sempre mais rápidas, com orgulho sempre mais despregado, com vossos impérios com vossas democracias. A fossa deve ser cheia e precisa-se de esterco para a nova árvore que brotará fulminante do vosso final”. Pois bem, aqui está resumida aquela que deve ser também a nossa atitude perante o mundo em ruínas que nos rodeia.* *
― Guido Lupo Maria De Giorgio: PRESENTE!
(Texto lido durante a cerimónia de Solstício de Inverno de 2011 da Legião Vertical)
Crónica europeias - 3ª parte
EL HOMBRE MÁS LIBRE DE EUROPA
por Marcos Ghio
por Marcos Ghio
Nuestro viaje a Europa concluye el día 5 de noviembre cuando, previamente a nuestra conferencia a la noche en la Librería Europa de Barcelona, por nosotros calificada como el templo de la libertad existente en tal continente, durante la mañana de ese día efectúo una visita al hombre más libre que allí habita, que es el amigo Pedro Varela quien se encuentra preso en la cárcel de Brian, sita en un suburbio de tal ciudad. Antes de ello, con mucha anticipación y mientras me encontraba aun en la Argentina, he debido enviar mis datos personales a fin de ser admitido para tal encuentro.
Partimos a la mañana temprano en compañía de uno de sus abogados y amigo personal quien lleva además unos bolsos para entregar al prisionero. Me indica que, si bien el encuentro está programado para las 11, debemos estar 3 horas antes para una serie de trámites previos a fin de ser admitidos al encuentro. Llegados al lugar, a los apuros pues, de acuerdo a lo que me comentaba mi acompañante, corríamos el riesgo de no ser admitidos en caso de demoras, debemos efectuar dos largas colas llenando una serie de papeles en razón de trámites burocráticos relativos a la seguridad de la institución. Nos hallamos en un lugar repleto de familiares de internados; en su mayoría son extranjeros por su aspecto y por las lenguas incomprensibles en que platican, hay entre ellos muchos magrebíes, ostensibles por el color oscuro de su piel, pero hay también sudamericanos. Casualmente un uruguayo al lado nuestro en la fila nos cuenta el drama de su hijo preso que sufre de trastorno bipolar y que se preocupaba por llegar a tiempo para entregarle la medicación.
Partimos a la mañana temprano en compañía de uno de sus abogados y amigo personal quien lleva además unos bolsos para entregar al prisionero. Me indica que, si bien el encuentro está programado para las 11, debemos estar 3 horas antes para una serie de trámites previos a fin de ser admitidos al encuentro. Llegados al lugar, a los apuros pues, de acuerdo a lo que me comentaba mi acompañante, corríamos el riesgo de no ser admitidos en caso de demoras, debemos efectuar dos largas colas llenando una serie de papeles en razón de trámites burocráticos relativos a la seguridad de la institución. Nos hallamos en un lugar repleto de familiares de internados; en su mayoría son extranjeros por su aspecto y por las lenguas incomprensibles en que platican, hay entre ellos muchos magrebíes, ostensibles por el color oscuro de su piel, pero hay también sudamericanos. Casualmente un uruguayo al lado nuestro en la fila nos cuenta el drama de su hijo preso que sufre de trastorno bipolar y que se preocupaba por llegar a tiempo para entregarle la medicación.
Por fin, luego de pasar por varios cacheos y por la máquina que detecta metales peligrosos, podemos entrar al pabellón uno en donde se encuentra alojado nuestro amigo. Nuestro acompañante nos explica que hace poco tiempo fue llevado allí por razones de conducta y que se encontraba ahora sometido a un régimen más severo consistente en que esta vez las visitas no iban a ser al aire libre y sin interferencias de ningún tipo, sino en un salón cerrado y separados del preso por un grueso cristal comunicándonos, como en los cajeros de los bancos, a través de un metal con orificios. Se me dice también que este cambio había sido porque Varela no se había ‘educado’ convenientemente en la prisión. Seguía leyendo cosas inconvenientes y además su librería, el aludido templo de la libertad, continuaba brindando las conferencias de siempre aun con su dueño preso. Que ahora estaba en un pabellón con drogadictos en tanto se consideraba que él también consumía y difundía sustancias peligrosas para la salud de la gente. Su delito resulta pues difícil de clasificar en tanto no existe todavía un pabellón para los delincuentes de ideas.Arribados pues al momento del encuentro se me indica que debo ser muy breve pues apenas contamos con 20 minutos y que la chicharra del final de la reunión no suele demorarse ni siquiera un segundo de más. Aparte en ese breve lapso mi acompañante debe hablarle de varias cosas relativas a los contenidos de los bultos que le ha entregado a la administración de la prisión.
Raudamente le explico al amigo preso en pocas palabras los argumentos que a mi entender podría esgrimir en su defensa. Dejen de lado eso de que Ud no ha reivindicado el holocausto simplemente por haber puesto en duda ciertas cifras del mismo, ni que tampoco por tal razón en vez de promover delito alguno, tal como se lo ha acusado con tanta frivolidad, se ha encargado de brindar una buena noticia con pruebas fehacientes recabadas no por Ud sino por otras personas. Manifestar que no murieron 6 millones, sino muchos menos, es lo mismo que a un enfermo al cual los médicos le hubiesen diagnosticado un cáncer se le apareciese otro que en cambio con pruebas al canto le hubiese dicho que se trataba solamente de una infección. Acá, amigo Varela, tenemos que renunciar al sentido común que se ha convertido en lo menos común de todo. Los jueces reciben órdenes y las tienen que cumplir. En este caso yo tengo en mi haber algo escrito por aquel que se las da, se trata de una nota del embajador de Israel presentada en la Argentina en una causa por la que se me procesó en el pasado siglo en donde, acompañado con el membrete del candelabro de la embajada aludida, se agrega al expediente judicial un documento de la Licenciada Gurevich de la Delegación israelita en el que se fijan pautas para perseguir a los libreros en caso de no cumplir con lo indicado. Allí se dice textualmente que vender textos como Mi Lucha o Los protocolos, por ejemplo, no representa delito alguno en tanto que se trata de documentos históricos. Sí lo sería si se lo hiciese en kioscos y a precios promocionales al alcance de todo el mundo y no de estudiosos y académicos. Por lo que sabía hasta ahora la Librería Europa no vendía libros baratos y todos los textos que allí se exhiben son importantes obras de investigación muy necesarias para todo aquel que quiera hacerse, junto a otras lecturas distintas, una composición de lugar adecuada y objetiva relativa a los hechos de la última gran guerra. Varela me escuchó con mucha atención y le dijo a su abogado que trate de ponerse al tanto de tal material; luego la conversación se derivó hacia las cuestiones relativas al contenido de los bolsos y otros asuntos personales. Ya estaba por sonar la chicharra y entonces alcancé a decirle lo último de todo. A Ud quizás lo haya asombrado estar preso por librero y editor de libros y que esta suerte no la hayan corrido en cambio otros colegas suyos que han cometido su mismo ‘delito’. Sepa, estimado amigo, que esto es apenas la excusa. Hay otra razón que nunca se la van a dar. Ud es además un importante investigador que ha puesto en duda uno de los pilares centrales en que se basa el actual sistema democrático en el que vivimos. El Holocausto, lo mismo que nuestros 30.000 desaparecidos en grado menor*, es el equivalente al infierno de los cristianos. De acuerdo a dicha religión no puede creerse en Dios sin hacerlo también con el infierno. Cuando niños, cada vez que nosotros vivíamos las injusticias de este mundo, el catecismo nos informaba siempre de algo mucho peor que podía acontecer en caso de rebelarnos contra el creador del mismo y por esta causa nosotros lo terminábamos aceptando con resignación. Sucede exactamente igual con nuestra democracia. Frente a los incesantes latrocinios e injusticias a los cuales somos sometidos por nuestra clase política al servicio de los usureros se nos recuerda siempre que en caso de no ser así pueden llegar a morir 6 millones o 30 mil según la importancia de los países. Y Ud Varela ha efectuado una incontestable investigación que pone en duda la existencia del infierno democrático. Cuando en su contundente informe nos demuestra, sin que haya sido hasta ahora rebatido, que el diario de Ana Frank, escrito entre 1943 y 1944, aparece hecho con bolígrafo cuando tal medio gráfico fue introducido en Europa recién a partir de 1947, Ud ha llegado hasta la médula misma del problema, hasta el propio sistema escolar del mundo democrático, pues ha puesto en evidencia que tal lectura obligatoria representa un verdadero fraude con el que se engaña a nuestros jóvenes. ¡Cuál otro castigo le podría haber cabido por parte de esta tiranía!
Ya la chicharra ha sonado pero he alcanzado a decirle lo fundamental.
Mientras regresamos a Barcelona con el auto y conversamos con el abogado respecto de la manera de cómo le puedo hacer llegar ese material del cual hablábamos no puedo esconder mi escepticismo. Los jueces que hoy existen sea en Argentina como en España, y Uds lo tienen nada menos que a Garzón, no son justos sino democráticos. Ellos más que satisfacer a la Justicia lo hacen con la voluntad del soberano, la cual bien sabemos que no es propia, sino de quienes la forman. Y en tanto éstos ya lo han condenado a Varela y a todos los que pensamos como él, su función es entonces la de sofistas, es decir se remiten a ser las personas encargadas de justificar con argumentos pretendidamente racionales lo que la voluntad del soberano, es decir de los banqueros, les indican. Sucede así que lo justo es suplantado por lo espectacular y llamativo. Resultan al respecto sumamente risueñas por lo insólitas e inverosímiles las actuales sentencias que se obtienen toda vez que por alguna razón hay que litigar con representantes de los principales lobbies que hoy controlan el planeta, como por ejemplo el lobbie sionista y el de los homosexuales que en nuestro país comparten una empresa común en contra de la ‘discriminación’. Pero afortunadamente, como nosotros, Varela no ha perdido la fe y sigue en pie luchando contra viento y marea. Esa misma noche en la Librería Europa habríamos de dar una nueva conferencia, pero no nos preocupamos por ello ya que después del pabellón nº 1 no hay otro peor.
* Ponemos el acento en el ‘grado menor’ pues tiempo atrás nuestra presidenta Cristina Kirchner cometió la gran imprudencia de decir que eran dos cosas asimilables el Holocausto judío con los 30.000 desaparecidos argentinos. Inmediatamente el Centro Simón Wiesenthal de nuestro país saltó como leche hervida y reprendió a la aludida por haber cometido una frivolidad semejante puesto que el Holocausto no tiene comparación alguna posible. Tal como era de imaginarse Kristina, que en cambio en otras circunstancias suele formular respuestas punzantes a sus críticos y objetores, esta vez, por tratarse de tal institución poderosa, hizo un reverendo silencio.
Raudamente le explico al amigo preso en pocas palabras los argumentos que a mi entender podría esgrimir en su defensa. Dejen de lado eso de que Ud no ha reivindicado el holocausto simplemente por haber puesto en duda ciertas cifras del mismo, ni que tampoco por tal razón en vez de promover delito alguno, tal como se lo ha acusado con tanta frivolidad, se ha encargado de brindar una buena noticia con pruebas fehacientes recabadas no por Ud sino por otras personas. Manifestar que no murieron 6 millones, sino muchos menos, es lo mismo que a un enfermo al cual los médicos le hubiesen diagnosticado un cáncer se le apareciese otro que en cambio con pruebas al canto le hubiese dicho que se trataba solamente de una infección. Acá, amigo Varela, tenemos que renunciar al sentido común que se ha convertido en lo menos común de todo. Los jueces reciben órdenes y las tienen que cumplir. En este caso yo tengo en mi haber algo escrito por aquel que se las da, se trata de una nota del embajador de Israel presentada en la Argentina en una causa por la que se me procesó en el pasado siglo en donde, acompañado con el membrete del candelabro de la embajada aludida, se agrega al expediente judicial un documento de la Licenciada Gurevich de la Delegación israelita en el que se fijan pautas para perseguir a los libreros en caso de no cumplir con lo indicado. Allí se dice textualmente que vender textos como Mi Lucha o Los protocolos, por ejemplo, no representa delito alguno en tanto que se trata de documentos históricos. Sí lo sería si se lo hiciese en kioscos y a precios promocionales al alcance de todo el mundo y no de estudiosos y académicos. Por lo que sabía hasta ahora la Librería Europa no vendía libros baratos y todos los textos que allí se exhiben son importantes obras de investigación muy necesarias para todo aquel que quiera hacerse, junto a otras lecturas distintas, una composición de lugar adecuada y objetiva relativa a los hechos de la última gran guerra. Varela me escuchó con mucha atención y le dijo a su abogado que trate de ponerse al tanto de tal material; luego la conversación se derivó hacia las cuestiones relativas al contenido de los bolsos y otros asuntos personales. Ya estaba por sonar la chicharra y entonces alcancé a decirle lo último de todo. A Ud quizás lo haya asombrado estar preso por librero y editor de libros y que esta suerte no la hayan corrido en cambio otros colegas suyos que han cometido su mismo ‘delito’. Sepa, estimado amigo, que esto es apenas la excusa. Hay otra razón que nunca se la van a dar. Ud es además un importante investigador que ha puesto en duda uno de los pilares centrales en que se basa el actual sistema democrático en el que vivimos. El Holocausto, lo mismo que nuestros 30.000 desaparecidos en grado menor*, es el equivalente al infierno de los cristianos. De acuerdo a dicha religión no puede creerse en Dios sin hacerlo también con el infierno. Cuando niños, cada vez que nosotros vivíamos las injusticias de este mundo, el catecismo nos informaba siempre de algo mucho peor que podía acontecer en caso de rebelarnos contra el creador del mismo y por esta causa nosotros lo terminábamos aceptando con resignación. Sucede exactamente igual con nuestra democracia. Frente a los incesantes latrocinios e injusticias a los cuales somos sometidos por nuestra clase política al servicio de los usureros se nos recuerda siempre que en caso de no ser así pueden llegar a morir 6 millones o 30 mil según la importancia de los países. Y Ud Varela ha efectuado una incontestable investigación que pone en duda la existencia del infierno democrático. Cuando en su contundente informe nos demuestra, sin que haya sido hasta ahora rebatido, que el diario de Ana Frank, escrito entre 1943 y 1944, aparece hecho con bolígrafo cuando tal medio gráfico fue introducido en Europa recién a partir de 1947, Ud ha llegado hasta la médula misma del problema, hasta el propio sistema escolar del mundo democrático, pues ha puesto en evidencia que tal lectura obligatoria representa un verdadero fraude con el que se engaña a nuestros jóvenes. ¡Cuál otro castigo le podría haber cabido por parte de esta tiranía!
Ya la chicharra ha sonado pero he alcanzado a decirle lo fundamental.
Mientras regresamos a Barcelona con el auto y conversamos con el abogado respecto de la manera de cómo le puedo hacer llegar ese material del cual hablábamos no puedo esconder mi escepticismo. Los jueces que hoy existen sea en Argentina como en España, y Uds lo tienen nada menos que a Garzón, no son justos sino democráticos. Ellos más que satisfacer a la Justicia lo hacen con la voluntad del soberano, la cual bien sabemos que no es propia, sino de quienes la forman. Y en tanto éstos ya lo han condenado a Varela y a todos los que pensamos como él, su función es entonces la de sofistas, es decir se remiten a ser las personas encargadas de justificar con argumentos pretendidamente racionales lo que la voluntad del soberano, es decir de los banqueros, les indican. Sucede así que lo justo es suplantado por lo espectacular y llamativo. Resultan al respecto sumamente risueñas por lo insólitas e inverosímiles las actuales sentencias que se obtienen toda vez que por alguna razón hay que litigar con representantes de los principales lobbies que hoy controlan el planeta, como por ejemplo el lobbie sionista y el de los homosexuales que en nuestro país comparten una empresa común en contra de la ‘discriminación’. Pero afortunadamente, como nosotros, Varela no ha perdido la fe y sigue en pie luchando contra viento y marea. Esa misma noche en la Librería Europa habríamos de dar una nueva conferencia, pero no nos preocupamos por ello ya que después del pabellón nº 1 no hay otro peor.
* Ponemos el acento en el ‘grado menor’ pues tiempo atrás nuestra presidenta Cristina Kirchner cometió la gran imprudencia de decir que eran dos cosas asimilables el Holocausto judío con los 30.000 desaparecidos argentinos. Inmediatamente el Centro Simón Wiesenthal de nuestro país saltó como leche hervida y reprendió a la aludida por haber cometido una frivolidad semejante puesto que el Holocausto no tiene comparación alguna posible. Tal como era de imaginarse Kristina, que en cambio en otras circunstancias suele formular respuestas punzantes a sus críticos y objetores, esta vez, por tratarse de tal institución poderosa, hizo un reverendo silencio.
domingo, julho 24, 2011
11:32 da tarde
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LEGIÃO VERTICAL
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Quando há uns anos fui recebido na Legião, foi-me entregue este livro. Ontem tivemos a oportunidade de oferecer outro.
No caminho do guerreiro, são essenciais três qualidades: lealdade, integridade e coragem. Falamos do guerreiro leal, do guerreiro íntegro e do guerreiro corajoso, ma aquele que reúne as três virtudes é considerado o de maior valor. No entanto, entre milhares de samurais, é raro encontrar um que alcance tal categoria. Ora, é relativamente fácil distinguir o guerreiro leal e o guerreiro íntegro através dos seus comportamentos quotidianos, mas talvez se duvide que em tempos de paz e tranquilidade como os actuais seja possível distinguir o guerreiro corajoso. Porém, não é esse o caso, pois a coragem não se demonstra apenas quando um homem põe uma armadura, pega na lança e na alabarda e avança para a batalha. É possível ver se tem ou não coragem no decurso da sua vida quotidiana. Porque quem nasce corajoso será leal e filial para com o seu senhor e os seus pais, e sempre que tenha algum momento de ócio utilizá-lo-á para estudar, assim como não será negligente na prática das artes militares. Evitará escrupulosamente a indolência e prestará muita atenção à maneira como gasta cada uma das suas moedas. Pensar que isso revela uma avareza detestável é um engano, pois ele gasta com liberalidade quando necessário. Nada faz que seja contrário ao estipulado pelo seu senhor ou que desagrade aos seus pais, mesmo quando deseja proceder de outra forma. Assim, sempre obediente ao seu senhor e a seus pais, vive com prudência, na esperança de um dia realizar alguma obra de grande mérito, moderando o seu apetite na comida e na bebida, evitando os excessos do sexo, que é a grande ilusão da humanidade, a fim de preservar a saúde e a força. Porque nestes aspectos, como em todos os outros, é o autocontrolo inflexível que constitui o princípio da coragem.
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No caminho do guerreiro, são essenciais três qualidades: lealdade, integridade e coragem. Falamos do guerreiro leal, do guerreiro íntegro e do guerreiro corajoso, ma aquele que reúne as três virtudes é considerado o de maior valor. No entanto, entre milhares de samurais, é raro encontrar um que alcance tal categoria. Ora, é relativamente fácil distinguir o guerreiro leal e o guerreiro íntegro através dos seus comportamentos quotidianos, mas talvez se duvide que em tempos de paz e tranquilidade como os actuais seja possível distinguir o guerreiro corajoso. Porém, não é esse o caso, pois a coragem não se demonstra apenas quando um homem põe uma armadura, pega na lança e na alabarda e avança para a batalha. É possível ver se tem ou não coragem no decurso da sua vida quotidiana. Porque quem nasce corajoso será leal e filial para com o seu senhor e os seus pais, e sempre que tenha algum momento de ócio utilizá-lo-á para estudar, assim como não será negligente na prática das artes militares. Evitará escrupulosamente a indolência e prestará muita atenção à maneira como gasta cada uma das suas moedas. Pensar que isso revela uma avareza detestável é um engano, pois ele gasta com liberalidade quando necessário. Nada faz que seja contrário ao estipulado pelo seu senhor ou que desagrade aos seus pais, mesmo quando deseja proceder de outra forma. Assim, sempre obediente ao seu senhor e a seus pais, vive com prudência, na esperança de um dia realizar alguma obra de grande mérito, moderando o seu apetite na comida e na bebida, evitando os excessos do sexo, que é a grande ilusão da humanidade, a fim de preservar a saúde e a força. Porque nestes aspectos, como em todos os outros, é o autocontrolo inflexível que constitui o princípio da coragem.
Concentração - Liberdade para Pedro Varela
quinta-feira, julho 14, 2011
10:08 da tarde
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LEGIÃO VERTICAL
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Via Libertad Pedro VarelaUnos treinta partidarios de la libertad de expresión se solidarizaron con Pedro Varela, frente a la prisión de Brians, donde se encuentra encerrado hace siete meses. Media docena de manifestantes lograron acercarse hasta la entrada principal y permanecer allí durante diez minutos, al cabo de los cuales la policia les ordenó disolverse por lo que tuvieron que hacer sus proclamas desde fuera del recinto penitenciario. El acto duró alrededor de una hora. Damos las gracias de parte de Pedro a todos los que asistieron a pesar de ser festivo y de aguantar estoicamente un calor sofocante.
Regresso aos clássicos?
terça-feira, julho 05, 2011
7:49 da tarde
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LEGIÃO VERTICAL
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