Conferência (fotos)
sábado, outubro 20, 2012
8:29 da tarde
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LEGIÃO VERTICAL
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Realizou-se no passado dia 13, na cidade do Porto, uma conferência a cargo do Prof. Marcos Ghio do Centro Evoliano da América, subordinada ao tema Evola e Nietzsche. Contamos poder disponibilizar, durante as próximas semanas, o vídeo da conferência.
Vista parcial da sala
O Prof. Marcos Ghio expondo as suas ideias
Vista parcial da sala
Algum do material disponível para venda
Conferência
segunda-feira, setembro 17, 2012
10:32 da tarde
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LEGIÃO VERTICAL
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O motivo pelo qual a Síria não cairá
quinta-feira, setembro 06, 2012
12:36 da manhã
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LEGIÃO VERTICAL
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A ler aqui.
Anotar na agenda
O Prof. Marcos Ghio estará de novo em Portugal para mais uma imprescindível conferência durante o próximo mês de Outubro.
quarta-feira, agosto 22, 2012
10:20 da tarde
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LEGIÃO VERTICAL
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Desde que nos propusemos dar início à Legião Vertical tínhamos como “princípio básico” (o correcto é chamar-lhe Princípio Superior) uma formação orgânica, hierarquizada, de cariz “filosófico-militar” e meta-político. Ainda há bem pouco tempo alguém nos perguntou (já não é o primeiro nem o segundo…) qual era o nosso programa. As pessoas gostam muito de programas, estatutos, enfim, coisas que os partidos e certas associações fabricam em abundância e com que enfeitam as campanhas eleitorais. De resto já nós sabemos para que servem os programas quando alcançam o poder. Mas a demoniocracia é assim mesmo, vive disto! Meus caros, nós não temos programas, nós temos Homens que pela sua rectidão, empenho e vontade são muitíssimo mais importantes que qualquer papel escrito.
A Carta Olímpica e a extrema-direita
quinta-feira, agosto 16, 2012
10:44 da tarde
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LEGIÃO VERTICAL
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A ler aqui.
Dicionário dos Malditos
terça-feira, junho 19, 2012
9:27 da tarde
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LEGIÃO VERTICAL
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Julius Evola - Presente!
E qualquer coisa de essencial será conseguido quando se restaurar o amor por um estilo de impersonalidade activa para a qual o que importa é a obra e não o indivíduo, pela qual sejamos capazes de não nos considerarmos a nós próprios algo de importante, importante sendo, ao invés, a função, a responsabilidade, a tarefa assumida, o fim visado.
- Julius Evola, Orientações
(19/05/1898 – 11/06/1974)
Julius Evola: Presente!
É mais necessário e premente do que nunca que toda esta Europa de gente
sabida se transforme numa Europa de gente sabedora; que a Europa dos
construtores de catedrais se desembarace dos arquitectos de capelinhas;
que por sobre as ruínas desta Europa diletante se relancem as bases de
uma Europa militante; que a Europa dos réus ceda o passo à dos reis
(digamos assim...) E por aí adiante.
É que, tal como reza, num dos seus pontos cardiais, o recém-elaborado programa político de uma formação de combate que ultimamente ajudámos a criar e a estrutural, – já, para nós, é dado aceite – e bem assente – que a Europa que convém à ex chamada União Soviética não nos convém, como não nos convém a Europa que convém aos Estados-Unidos.
Soviéticos sempre nos recusámos a ser, bem entendido, mas lá para amer(d)icanos é que também não vamos.
Quer dizer: temos de libertar a Europa de todos os seus “libertadores”; mais: “temos de exumá-La dos escombros de uma vitória abjecta”; ou seja: temos de varrer do seu espaço as telhas partidas de 45, que ainda hoje Lhe submergem pensamento e território.
Só então, o rosto, o corpo e o espírito da Europa recobrarão os mais insinuantes e esbeltos dos seus traços, por forma a novamente se ter d’Ela a imagem de uma rapariga moderna... muito antiga.
É que, tal como reza, num dos seus pontos cardiais, o recém-elaborado programa político de uma formação de combate que ultimamente ajudámos a criar e a estrutural, – já, para nós, é dado aceite – e bem assente – que a Europa que convém à ex chamada União Soviética não nos convém, como não nos convém a Europa que convém aos Estados-Unidos.
Soviéticos sempre nos recusámos a ser, bem entendido, mas lá para amer(d)icanos é que também não vamos.
Quer dizer: temos de libertar a Europa de todos os seus “libertadores”; mais: “temos de exumá-La dos escombros de uma vitória abjecta”; ou seja: temos de varrer do seu espaço as telhas partidas de 45, que ainda hoje Lhe submergem pensamento e território.
Só então, o rosto, o corpo e o espírito da Europa recobrarão os mais insinuantes e esbeltos dos seus traços, por forma a novamente se ter d’Ela a imagem de uma rapariga moderna... muito antiga.
- Rodrigo Emílio
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