Julius Evola - Presente!
terça-feira, junho 11, 2013
9:20 da tarde
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LEGIÃO VERTICAL
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Como todos os anos, a Legião Vertical evocou hoje, em cerimónia, a memória de Julius Evola, falecido no dia 11 de Junho de 1974.
Claro, se o catolicismo fosse capaz de se afastar do plano contingente e politicante, se fosse capaz de assumir uma atitude de alta ascese e, nessa base, retomando o espírito da melhor Idade Média — a das cruzadas — tornar-se uma espécie de nova ordem templária compacta e inexorável contra a corrente do caos, da abdicação, da subversão e do materialismo prático do mundo moderno, em tal caso não haveria um instante de dúvida na nossa escolha. Mas, como as coisas estão, isto é, dado o nível medíocre, no fundo burguês e paroquial, a que desceu hoje tudo o que é religião, para os nossos homens poderá bastar a pura referência ao espírito como evidência de uma realidade transcendente a invocar, não para evasões místicas ou alibis humanitários, mas para inserir na nossa força uma outra força, para fazer pressentir que a nossa luta não é apenas luta política, para atrair uma consagração invisível num mundo novo de homens e de chefes.
-- Julius Evola, «Orientações»
A propósito de Dominique Venner
Estou cá porque o ideal que ardia em mim quando parti faz também com que me seja insuportável a atmosfera sufocante, com cheiro a mofo, do velho universo burguês moribundo.
A vida do soldado da frente é a única, neste momento, que é verdadeiramente recta, desinteressada, sem erro e sem negociações. Aqui, face à morte ou pelo menos face ao sofrimento quotidiano, a alma eleva-se acima do lodo da decadência.
Milhões de combatentes, endurecidos pela adversidade, preparam as elites revolucionárias que imporão amanhã a um mundo embrutecido ou saciado, o reconhecimento que os seus corações já albergam.
Estamos aqui pelos combates de hoje mas também pelos de amanhã.
Léon Degrelle
Frente Leste, Novembro de 1943
Dominique Venner - Presente!
quarta-feira, maio 22, 2013
11:00 da tarde
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LEGIÃO VERTICAL
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Dominique Venner suicidou-se ontem à tarde, no altar da Catedral de Notre-Dame. No seu último post, publicado ontem, escreveu: «Serão certamente necessários novos gestos, espectaculares e simbólicos, para quebrar a nossa sonolência, sacudir as consciências anestesiadas e despertar a memória das nossas origens. Entramos num tempo em que as palavras devem ser autenticadas pelos actos.»
Esta foi a última mensagem que o escritor e historiador Dominique Venner deixou antes de se suicidar, ontem, na Catedral de Notre-Dame, em Paris. (Tradução de Duarte Branquinho)
Estou são de corpo e alma, cheio de amor para com a minha mulher e meus filhos. Amo a vida e não espero nada para além dela, a não ser a perpetuação da minha raça e do meu espírito. Portanto, na noite da minha vida, perante os imensos perigos para com minha pátria francesa e europeia, sinto-me no dever de agir enquanto ainda tenho forças.
Penso ser necessário sacrificar-me para romper a letargia que nos abate. Ofereço o que ainda resta da minha vida numa intenção de protesto e de fundação. Escolho um lugar altamente simbólico, a catedral Notre Dame de Paris que eu respeito e admiro, edificada pelo génio dos meus antepassados sobre locais de cultos mais antigos, recordando as nossas origens imemoriais.
Enquanto tantos homens são escravos das suas vidas, o meu gesto encarna uma ética da vontade. Entrego-me à morte a fim de despertar as consciências adormecidas. Insurjo-me contra a fatalidade.
Insurjo-me contra os venenos da alma e contra os desejos individuais invasores que destroem as nossas âncoras identitárias, nomeadamente a família, alicerce íntimo da nossa civilização multimilenar. Tal como defendo a identidade de todos os povos em suas casas, insurjo-me também contra o crime que visa a substituição das nossas populações.
Como o discurso dominante não pode sair das suas ambiguidades tóxicas, cabe aos europeus tirar as suas conclusões. Não havendo uma religião identitária à qual nos possamos amarrar, partilhamos desde Homero uma memória própria, repositório de todos os valores sobre os quais refundaremos o nosso futuro renascimento em ruptura com a metafísica do ilimitado, a fonte nefasta de todos os desvios modernos.
Peço antecipadamente perdão a todos aqueles a quem a minha morte fará sofrer, primeiro à minha mulher, aos meus filhos e netos, bem como aos meus amigos e seguidores. Mas, uma vez esbatido o choque e a dor, não duvido que tanto uns como outros compreenderão o sentido do meu gesto e transformarão o seu sofrimento em orgulho. Desejo que estes se entendam para resistir. Encontrarão nos meus escritos recentes a prefiguração e a explicação do meu gesto.
Para qualquer informação, podem dirigir-se ao meu editor, Pierre-Guillaume de Roux. Ele não estava informado da minha decisão, mas conhece-me há muito tempo.
*
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As razões de uma morte voluntária
Esta foi a última mensagem que o escritor e historiador Dominique Venner deixou antes de se suicidar, ontem, na Catedral de Notre-Dame, em Paris. (Tradução de Duarte Branquinho)
Estou são de corpo e alma, cheio de amor para com a minha mulher e meus filhos. Amo a vida e não espero nada para além dela, a não ser a perpetuação da minha raça e do meu espírito. Portanto, na noite da minha vida, perante os imensos perigos para com minha pátria francesa e europeia, sinto-me no dever de agir enquanto ainda tenho forças.
Penso ser necessário sacrificar-me para romper a letargia que nos abate. Ofereço o que ainda resta da minha vida numa intenção de protesto e de fundação. Escolho um lugar altamente simbólico, a catedral Notre Dame de Paris que eu respeito e admiro, edificada pelo génio dos meus antepassados sobre locais de cultos mais antigos, recordando as nossas origens imemoriais.
Enquanto tantos homens são escravos das suas vidas, o meu gesto encarna uma ética da vontade. Entrego-me à morte a fim de despertar as consciências adormecidas. Insurjo-me contra a fatalidade.
Insurjo-me contra os venenos da alma e contra os desejos individuais invasores que destroem as nossas âncoras identitárias, nomeadamente a família, alicerce íntimo da nossa civilização multimilenar. Tal como defendo a identidade de todos os povos em suas casas, insurjo-me também contra o crime que visa a substituição das nossas populações.
Como o discurso dominante não pode sair das suas ambiguidades tóxicas, cabe aos europeus tirar as suas conclusões. Não havendo uma religião identitária à qual nos possamos amarrar, partilhamos desde Homero uma memória própria, repositório de todos os valores sobre os quais refundaremos o nosso futuro renascimento em ruptura com a metafísica do ilimitado, a fonte nefasta de todos os desvios modernos.
Peço antecipadamente perdão a todos aqueles a quem a minha morte fará sofrer, primeiro à minha mulher, aos meus filhos e netos, bem como aos meus amigos e seguidores. Mas, uma vez esbatido o choque e a dor, não duvido que tanto uns como outros compreenderão o sentido do meu gesto e transformarão o seu sofrimento em orgulho. Desejo que estes se entendam para resistir. Encontrarão nos meus escritos recentes a prefiguração e a explicação do meu gesto.
Para qualquer informação, podem dirigir-se ao meu editor, Pierre-Guillaume de Roux. Ele não estava informado da minha decisão, mas conhece-me há muito tempo.
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Dominique Venner - Presente!
Nosotros
sexta-feira, maio 17, 2013
10:33 da tarde
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A nosotros no nos dieron una bandera prolijamente doblada.
A nosotros no nos dieron ninguna pensión.
A nosotros nos desprecia la izquierda y la derecha.
A nosotros nos soñaron los dioses encendidos solitarios señores de la muerte y del exilio.
A nosotros no nos dieron la bandera dobladita, de los marines porque nosotros… somos los abanderados de los jirones negros del último infierno un minuto antes, del Apocalipsis.
Nosotros perdimos todas las guerras y entregamos hasta la última gota de sangre, sin embargo el sol conservó para nosotros sus rayos invictos, y su alegría.
Nosotros somos los culpables de todo lo que dice el noticiero, la suma maldad, el origen mismo de todos los males.
Es curioso el temor que nos profesan si todas las guerras hemos perdido.
Es curioso que quieran perseguirnos de nuevo.
Ahora que sólo somos la sangre sobre la nieve, la memoria de niños con uniforme, las espesas cenizas de la guerra civil, la luz cegadora del vacío.
Ahora que somos el olvido del olvido, inofensivos héroes del pasado, Hoplitas desnudos, obreros Poetas, agricultores.
Ahora que somos la sombra del acero, el eco del silencio, el azotar de las olas en los desembarcos, la espada dormida del exilio, la desazón de la derrota, la raza extinta de los lobos, el cóndor despeñado, el suicidio ritual, la última rosa cultivada antes de subir al tren de los fusiles.
Ahora es curioso que el mundo esté como está si fueron los buenos, los vencedores los que salvaron el mundo los que doblan las banderas prolijamente cada vez que un pueblo sometido mata a un invasor.
Porque no son los nuestros los que arrasaron el mundo, no son las hondas cruces en la nieve, no son las ruinas de Montecassino, no es Mussolini colgado de los pies ni su amante Claretta Petacci, no es la División Azul ni la Falange, no es la impunidad de la posguerra, no son los trabajadores ni los que se mantuvieron Fieles a su bandera en la derrota.
A nosotros nos perdió la lealtad y la sangre, la antigua tradición de los guerreros, la fe en el sol y en la semilla, la honradez del trabajo y del cultivo.
Por eso a nosotros nadie nos entregará una bandera de sangre y de vacío doblada de vergüenza de ser desplegada.
Por eso nuestra bandera es roja como la sangre y negra como la última noche del mundo cuando los dioses, preparan el amanecer.
Evola e Jünger
quarta-feira, maio 08, 2013
11:32 da tarde
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Evola e o cristianismo (citações)
“A onda obscura e bárbara, inimiga de si própria e do mundo, que na subversão frenética de toda a hierarquia, na exaltação dos débeis, dos deserdados, dos sem nascimento e sem tradição, agitados pela necessidade de “amar”, de “crer”, de abandonar-se, no rancor contra tudo o que é força, suficiência, sabedoria, aristocracia, no fanatismo intransigente e proselitista constituiu um veneno para a grandeza do Império Romano, e a causa máxima da decadência do Ocidente. O cristianismo não é o que hoje subsiste como religião cristã – tronco morto carente de um impulso mais profundo. Depois de ter desagregado o conjunto de Roma, com a Reforma passou a infectar a raça dos bárbaros louros germânicos para logo penetrar também mais acima, tenaz e invisível: o cristianismo hoje está em acção no liberalismo e no democratismo europeu, e em todos os outros frutos da Revolução Francesa, até ao anarquismo e o bolchevismo; o cristianismo de hoje está activo na própria estrutura da sociedade moderna-tipo – a anglo-saxónica – e na ciência, no direito, na ilusão de poder da tecnologia. Em tudo isto conserva-se igualmente a vontade niveladora, a vontade do número, o ódio contra a hierarquia, a qualidade e a diferença, e o vínculo colectivo, impessoal, feito de mútua insuficiência, próprio das organizações de uma raça de escravos em plena revolta.”
“Falando de tradição referimo-nos a algo mais amplo, austero e universal que não seja o simples catolicismo, de forma que somente integrando-se nele o catolicismo possa reivindicar um carácter de verdadeiro tradicionalismo. Deve-se pois permanecer firme a ideia que ser tradicional e ser católico não é necessariamente o mesmo. E não só: ainda que pareça paradoxal para alguns, quem é tradicional sendo somente católico no sentido corrente e ortodoxo, mais não é do que tradicional pela metade. Repitamo-lo: o verdadeiro espírito tradicional é uma categoria bastante mais ampla do que o simplesmente católico.”
“O cristianismo, com o transcendentalismo dos seus pseudo-valores gravitando à espera do «Reino», que «não é deste mundo», rompe a síntese harmoniosa de espiritualidade e politização, de realeza e sacerdócio, que o mundo antigo conhecia. O embrutecimento político moderno não é mais do que uma consequência extrema desta antítese e desta cisão criada pelo cristianismo primitivo e contida na sua própria essência. Tomada em si mesma, no seu subtil bolchevismo e no seu profundo desprezo pelo mundano, a pregação de Jesus poderia tornar impossível não só o Estado, mas também a sociedade. Mas para chegar ao que constituía o cerne animador de tal ensinamento – o advento do «Reino» – o espírito e a intransigência da pregação primitiva foram traídos, e como que uma pioria e uma «normalização» voltaram a fixar um posto neste mundo àquilo que «não é deste mundo», surgiu, como um compromisso híbrido entre cristandade e paganismo, a Igreja Católica e o cristianismo. Fixemos sem dúvidas este ponto: uma coisa é o cristianismo e outra o catolicismo. O cristianismo enquanto cristianismo é anti-imperial, é análogo à Revolução Francesa de ontem e ao bolchevismo e ao comunismo de hoje. O cristianismo quando é diferente da Igreja Católica não é mais que uma sombra do paganismo, sombra sumamente contraditória, porque se reflecte sobre um conteúdo, sobre um sistema de valores ou pseudo-valores, que são a antítese do paganismo.”
“Embora não se deva ignorar a complexidade e a heterogeneidade dos elementos presentes no cristianismo e ainda mais no catolicismo, não é possível desconhecer o sentido da força dominante, a clara oposição entre esta e o que uma análoga redução ao elemento central, constituiu o espírito da romanidade. Isto sobretudo quando se contempla o corpo doutrinário e mitológico que pouco a pouco, a nova crença construiu e na qual aparecem elementos aparentemente esotéricos que, em abstracto, poderiam seguir os passos tradicionais; mas contudo, é essencialmente o «pathos» que a tudo tem dominado, actuando formativamente na ordem concreta da história como «civilização cristã».”
Por qué lo de Siria no es guerra civil y por qué se instaló el término
segunda-feira, abril 01, 2013
7:07 da tarde
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Lo de Siria no es guerra civil. Es un antiguo plan para derrocar el
gobierno usando una estrategia diferente con terroristas y mercenarios.
Al vetar China y Rusia en 2011 y 2012 las resoluciones del Consejo de
Seguridad que permitían la intervención militar y al suspenderse el
diálogo político eficaz entre Estados Unidos y Rusia, quedó la puerta
abierta para utilizar cualquier estrategia que posibilitara el
derrocamiento del gobierno del presidente Basher el- Assad.
El plan antiguo se restablece durante la administración de George W. Bush con una ley del congreso de EEUU en 2002 para contener a Siria, eufemismo para derrocar su gobierno. (The Syrian Accountability Act.2002). Sin embargo, la gestación de este plan es tan antigua como la necesidad de Estados Unidos para estar a cargo de los enclaves estratégicos de la zona donde está Siria. Es una de las lecciones de la primera guerra mundial. (Hamilton Fish Armstrong. Foreign Affairs Octubre de 1928).
Es así que surge esta operación donde se desarrolló una simbiosis entre mercenarios externos, grupos terroristas y un grupo minúsculo de opositores que se hacen llamar rebeldes. El primer órgano que usó el término fue la Cruz Roja a mediados del 2011 justamente cuando la Secretaria de Estado Hilary Clinton recomendó que Assad debía dejar de gobernar. Es cuando el gobierno Sirio comienza a desplazarse hacia los bordes del territorio para evitar el ingreso masivo de terroristas y los enfrenta en las ciudades más populosas.
En Julio de ese año, Hilary Clinton nunca anticipó que el gobierno Sirio iba a resistir dos años de un nuevo tipo de invasión, basada en el envío de mercenarios y terroristas, operación a la que se le introduce el concepto de “ejército rebelde”. Con su declaración estimuló la mayor penetración de terroristas de que se tenga memoria en una nación. Hay una cifra que circula en Siria de 15 mil a 20 mil terroristas liquidados en dos años. Por la dimensión territorial, si fueran solo 5 mil los terroristas liquidados ya no es guerra civil. Sucedió en Irak y mucho antes en Afganistán en la década de 1980. Es la formula Contra usada en Nicaragua.
Navi Pillay, la Alta Comisionada para los DDHH de la ONU en una declaración del 1ro de diciembre de 2011, cuando la cifra de muertes llegaba a 4,000, también contribuye a la confusión respecto al uso del término guerra civil con laxitud: " Dije que a medida que hubiera más desertores dispuestos a tomar las armas - algo que dije en agosto antes de la reunión del Consejo de Seguridad de la ONU- iba a desarrollarse una guerra civil y en estos momentos es como defino la situación”. (ONU).
El informe de la comisión de investigación sobre Siria también contribuyó a la confusión al señalar que "a pesar de que la mayoría de víctimas mortales y heridos han sido civiles desarmados, existen grupos que no pertenecen a las fuerzas armadas que aparentemente están armados"(ONU). No hubo más desertores, el pueblo sirio no tomó las armas. Lo que sí ha aumentado es el volumen de nuevos reclutas en el ejército. Todo lo opuesto del vaticinio de esta alta funcionaria del organismo que debería haber tenido un rol más neutral desde el inicio del conflicto.
Debido al reciente ataque con morteros a la Oficina de la ONU de Damasco, acaba de ser evacuado el volumen mayor de personal ONU en Siria, quedando un contingente básico que operará desde sus casas. Es decir, los "rebeldes" de esta mal llamada guerra civil, atacan la ONU. Sería como el mismo tipo de "rebeldes" que atacaron la sede de la ONU en Baghdad, en los inicios de la ocupación. En Irak eran llamados directamente terroristas y no se llamaba al conflicto de guerra civil.
Es muy importante desmitificar el concepto que se instaló en los cuarteles empeñados en derrocar al gobierno Sirio y que se propaga profusamente de que se trata de una guerra civil. La jugada conceptual es maestra. Al usarla excluye al terrorismo como factor protagónico en el plan de desestabilizar Siria. Inclusive comienzan a aparecer trabajos de tesis de grado en universidades y ponencias en coloquios sobre el tema sirio, con el encasillado de que el plan de derrocar a Assad por la vía terrorista es guerra civil. Que la academia se sume a la distorsión es extremadamente grave.
¿Es guerra civil cuando el principal protagonismo de los enfrentamientos corresponde a una nueva legión extranjera armada formada especialmente por terroristas y mercenarios para derrocar un gobierno? ¿Es guerra civil cuando por ningún lado se ve a un pueblo sirio armado? La mayor parte es una fuerza multinacional invasora compuesta por mercenarios y terroristas. Permanecí en un hotel en Damasco donde se alojaba este nuevo tipo de turista-terrorista – mercenario, personaje macabro de la destrucción, a la espera de ser distribuidos dentro de Siria. Todos extranjeros. El gobierno no los deportaba o los sacrificaba de inmediato porque siempre apostó a la negociación política y evitar las masacres.
Ha habido críticas al interior de Siria por una actitud demasiado benevolente y negociadora del gobierno, conducta que no fue aprovechada por los enviados especiales de la ONU Kofi Annan y Lakhdar Brahimi. Hay que decirlo sin ambages. Medio año atrás, antes de que empezaran fuertes reclamos de los países no alineados con el derrocamiento, la ONU estaba por el cambio de régimen a cualquier precio. Hay registros fotográficos de vehículos de la ONU transportando equipamiento y provisiones a los grupos armados contra el gobierno.
Cuando se pensaba que con la llegada de John Kerry como secretario de estado, Estados Unidos relanzaba una negociación política, adopta en cambio una actitud más beligerante al continuar apoyando una operación que protagonizan terroristas y que para la Casa Blanca continúan siendo rebeldes en una guerra civil inventada.
El plan antiguo se restablece durante la administración de George W. Bush con una ley del congreso de EEUU en 2002 para contener a Siria, eufemismo para derrocar su gobierno. (The Syrian Accountability Act.2002). Sin embargo, la gestación de este plan es tan antigua como la necesidad de Estados Unidos para estar a cargo de los enclaves estratégicos de la zona donde está Siria. Es una de las lecciones de la primera guerra mundial. (Hamilton Fish Armstrong. Foreign Affairs Octubre de 1928).
Es así que surge esta operación donde se desarrolló una simbiosis entre mercenarios externos, grupos terroristas y un grupo minúsculo de opositores que se hacen llamar rebeldes. El primer órgano que usó el término fue la Cruz Roja a mediados del 2011 justamente cuando la Secretaria de Estado Hilary Clinton recomendó que Assad debía dejar de gobernar. Es cuando el gobierno Sirio comienza a desplazarse hacia los bordes del territorio para evitar el ingreso masivo de terroristas y los enfrenta en las ciudades más populosas.
En Julio de ese año, Hilary Clinton nunca anticipó que el gobierno Sirio iba a resistir dos años de un nuevo tipo de invasión, basada en el envío de mercenarios y terroristas, operación a la que se le introduce el concepto de “ejército rebelde”. Con su declaración estimuló la mayor penetración de terroristas de que se tenga memoria en una nación. Hay una cifra que circula en Siria de 15 mil a 20 mil terroristas liquidados en dos años. Por la dimensión territorial, si fueran solo 5 mil los terroristas liquidados ya no es guerra civil. Sucedió en Irak y mucho antes en Afganistán en la década de 1980. Es la formula Contra usada en Nicaragua.
Navi Pillay, la Alta Comisionada para los DDHH de la ONU en una declaración del 1ro de diciembre de 2011, cuando la cifra de muertes llegaba a 4,000, también contribuye a la confusión respecto al uso del término guerra civil con laxitud: " Dije que a medida que hubiera más desertores dispuestos a tomar las armas - algo que dije en agosto antes de la reunión del Consejo de Seguridad de la ONU- iba a desarrollarse una guerra civil y en estos momentos es como defino la situación”. (ONU).
El informe de la comisión de investigación sobre Siria también contribuyó a la confusión al señalar que "a pesar de que la mayoría de víctimas mortales y heridos han sido civiles desarmados, existen grupos que no pertenecen a las fuerzas armadas que aparentemente están armados"(ONU). No hubo más desertores, el pueblo sirio no tomó las armas. Lo que sí ha aumentado es el volumen de nuevos reclutas en el ejército. Todo lo opuesto del vaticinio de esta alta funcionaria del organismo que debería haber tenido un rol más neutral desde el inicio del conflicto.
Debido al reciente ataque con morteros a la Oficina de la ONU de Damasco, acaba de ser evacuado el volumen mayor de personal ONU en Siria, quedando un contingente básico que operará desde sus casas. Es decir, los "rebeldes" de esta mal llamada guerra civil, atacan la ONU. Sería como el mismo tipo de "rebeldes" que atacaron la sede de la ONU en Baghdad, en los inicios de la ocupación. En Irak eran llamados directamente terroristas y no se llamaba al conflicto de guerra civil.
Es muy importante desmitificar el concepto que se instaló en los cuarteles empeñados en derrocar al gobierno Sirio y que se propaga profusamente de que se trata de una guerra civil. La jugada conceptual es maestra. Al usarla excluye al terrorismo como factor protagónico en el plan de desestabilizar Siria. Inclusive comienzan a aparecer trabajos de tesis de grado en universidades y ponencias en coloquios sobre el tema sirio, con el encasillado de que el plan de derrocar a Assad por la vía terrorista es guerra civil. Que la academia se sume a la distorsión es extremadamente grave.
¿Es guerra civil cuando el principal protagonismo de los enfrentamientos corresponde a una nueva legión extranjera armada formada especialmente por terroristas y mercenarios para derrocar un gobierno? ¿Es guerra civil cuando por ningún lado se ve a un pueblo sirio armado? La mayor parte es una fuerza multinacional invasora compuesta por mercenarios y terroristas. Permanecí en un hotel en Damasco donde se alojaba este nuevo tipo de turista-terrorista – mercenario, personaje macabro de la destrucción, a la espera de ser distribuidos dentro de Siria. Todos extranjeros. El gobierno no los deportaba o los sacrificaba de inmediato porque siempre apostó a la negociación política y evitar las masacres.
Ha habido críticas al interior de Siria por una actitud demasiado benevolente y negociadora del gobierno, conducta que no fue aprovechada por los enviados especiales de la ONU Kofi Annan y Lakhdar Brahimi. Hay que decirlo sin ambages. Medio año atrás, antes de que empezaran fuertes reclamos de los países no alineados con el derrocamiento, la ONU estaba por el cambio de régimen a cualquier precio. Hay registros fotográficos de vehículos de la ONU transportando equipamiento y provisiones a los grupos armados contra el gobierno.
Cuando se pensaba que con la llegada de John Kerry como secretario de estado, Estados Unidos relanzaba una negociación política, adopta en cambio una actitud más beligerante al continuar apoyando una operación que protagonizan terroristas y que para la Casa Blanca continúan siendo rebeldes en una guerra civil inventada.
Reflexões contra a modernidade
domingo, março 31, 2013
11:53 da tarde
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O nosso camarada e amigo Eduard Alcántara acaba de publicar, nas Ediciones Camzo, um novo livro, intitulado «Reflexões contra a modernidade», cuja leitura vivamente recomendamos a todos os nossos leitores.
O presente livro é o resultado de um compêndio de escritos que fomos redigindo ao longo dos últimos anos.
O presente livro é o resultado de um compêndio de escritos que fomos redigindo ao longo dos últimos anos.
Na selecção realizada para a composição desta obra, guiou-nos o critério de que os textos tivessem um enfoque, impregnado até à medula, de Tradicionalismo.
É, no nosso caso particular, Julius Evola quem mais certeiramente nos transmitiu quais são as essências e os atributos do Mundo Tradicional.
Poderíamos, à nossa modesta escala, comparar este nosso livro com a obra capital do grande mestre italiano (“Revolta contra o Mundo Moderno”), no sentido de considerar que o título do mesmo na realidade representaria como que a consequência reflexiva que deveria fazer-se após a sua leitura.
A exposição e a reivindicação, que nos nossos textos realizamos, dos eixos e das doutrinas Tradicionais, são acompanhadas pela nossa denúncia da grande enfatuação representada pela modernidade, pois o Mundo Tradicional constitui a antítese do mundo moderno.
Ficaríamos satisfeitos se a leitura da presente obra servisse para que alguns, bem-intencionados, que pretendem encarnar íntegras alternativas ao Sistema que nos aliena, sacudissem certas escórias ideológicas que podem torná-los indignos de uma cosmovisão fundamentalmente oposta à deste deletério mundo moderno.
[Do texto da contracapa]
Os "bons"!...
quarta-feira, março 13, 2013
10:28 da tarde
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No fim da II Guerra Mundial, humilhou-se os soldados japoneses conforme se pode ver na foto. A imagem fala por si só, mas podemos recordar o que se fez no Iraque, em Guantánamo, etc.
Luz do Norte
O clima favorável e a abundância natural
deviam pois incitar a grande maioria ao abandono, à paz, ao repouso e a uma
inacção contemplativa, em vez de serem propensos a uma activa afirmação e
transcendência de si próprios.* Assim, mesmo no plano de tudo o que numa certa
medida pode ser condicionado por factores externos, enquanto a «Luz do Norte» é
acompanhada, sob signos solares e urânicos, de um ethos viril e de espiritualidade guerreira, de dura vontade ordenadora
e dominadora, nas tradições do Sul corresponde pelo contrário à predominância do
tema ctónio e ao pathos da morte e da
ressurreição, a uma certa inclinação para a promiscuidade, para a evasão e
para o abandono, para um naturalismo panteísta com tendências ora sensualistas,
ora místicas e contemplativas.**
A antítese entre o Norte e o Sul poderia
ser comparada igualmente à que existe entre os dois tipos primordiais do Rei e
do Sacerdote. No decorrer de cada período histórico consecutivo à descida das raças
boreais, manifesta-se a acção de duas tendências antagónicas que de uma forma
ou doutra se reclamam desta polaridade fundamental Norte-Sul. Em cada uma
destas civilizações, teremos de reconhecer o produto dinâmico do encontro ou
do choque dessas tendências, que deu lugar a formas mais ou menos duradouras,
até ao prevalecer das forças e dos processos que conduziram às idades
sucessivas do bronze e do ferro. Aliás não é só dentro de cada civilização
particular, mas também na luta entre as diferentes civilizações, na
predominância de uma ou na ruína da outra, que se tornaram frequentemente
transparentes significados mais profundos, e que se poderá observar, de novo, a
vitória ou a derrota de forças que se reclamam de um ou do outro dos dois pólos
espirituais, e fazendo referência mais ou menos íntima aos filões étnicos que
conheceram originariamente a «Luz do Norte» ou que pelo contrário sofreram o
encanto das Mães e os abandonos estáticos do Sul.
- Julius Evola, Revolta Contra o Mundo Moderno, pp. 282-283
* No Tshung-Yung (X, 1-4) é característico
que a força viril heróica (embora entendida num sentido materializado) e a
atitude de doçura e de compaixão sejam atribuídas respectivamente ao Norte e ao
Sul.
** Já aludimos
(parte II, cap. 4) que o simbolismo dos solstícios
tem um carácter «polar», enquanto o dos equinócios se refere à direcção
oeste-leste, e por isso, no âmbito dos pontos de vista aqui expostos, à
civilização «atlântica». Nesta perspectiva, seria interessante examinar o
sentido de certas festas equinociais, nas suas relações com os temas das
civilizações meridionais em geral. A este respeito, a exegese do Imperador Juliano
(Mat. Deorum, 173 d, c, 175 a, b) é
extremamente significativa. No equinócio o Sol parece escapar à sua órbita e à
sua lei, dispersar-se no ilimitado: é o seu momento mais «antipolar» e mais
«antiolímpico». Este impulso para a evasão corresponde aliás ao pathos das festas mistas que se
celebravam entre certos povos no equinócio da Primavera precisamente em nome da
Grande Mãe, festas que por vezes se ligavam mesmo ao mito da «emasculação» do
seu filho-amante solar.
O testemunho de Sylvia Stolz
A advogada foi presa por apresentar ao tribunal evidências em defesa de Ernst Zündel. Estas evidências poderiam suscitar dúvidas sobre a versão oficial da história, o que causou indignação na sala de julgamentos e fez com que ela fosse proibida de discutir o caso, enumerar evidências e continuar a defesa do seu cliente. Ela ignorou a censura e continuou a argumentar e a apresentar evidências, e foi ameaçada a ser severamente penalizada se insistisse. Insistiu e foi presa durante o julgamento do “negador do holocausto” Zündel. Permaneceu presa por quase três anos e meio e proibida de exercer advocacia por cinco anos, foi banida da associação dos advogados alemães. No seu discurso, diz que o problema com a liberdade de expressão não se resume apenas ao campo político, cita o exemplo de médicos que foram proibidos de exercer porque advertiram sobre determinadas vacinas, jornalistas que foram ostracizados por terem apresentado pontos de vista diferentes dos oficiais a respeito do 11 de Setembro.
Sobre o caso Zündel, diz que os princípios do código penal não só deixaram de ser cumpridos, como foram também completamente violados pois ela teve o seu discurso banido, evidências banidas e a defesa ao arguido negada em tribunal. Os princípios em questão ditam que um acusado tem o direito de saber o que fez de errado e por outro lado o que deveria ter feito.
A questão do tribunal recai sobre uma questão ridícula sobre se as afirmações de Zündel eram verdadeiras ou falsas. Em seguida cita o parágrafo 130 secção 3 do código penal alemão que estabelece para os “negadores do holocausto”, multa ou prisão de até 5 anos por cada ofensa, mas neste mesmo parágrafo não há sequer menção do holocausto propriamente. Em vez disto há uma referência ao parágrafo 6, secção 1 da Lei Internacional, onde há a definição de “genocídio” e diz que aqueles que negam um “genocídio” cometem uma ofensa, tal como perturbação da ordem pública. Segue então a definição de “genocídio”: “Quando UM membro de um grupo étnico, religioso ou outro grupo é 'assassinado com o intuito de causar a deliberada e sistemática destruição, total ou parcial, de um grupo étnico, racial, religioso ou nacional'." Isto por sua vez, significa que se apenas um membro de determinado grupo é assassinado e o perpetrador desejava matar uma parte ou todo o grupo, então isto constitui “genocídio” de acordo com esta definição.
Fala sobre a fantochada do tribunal de Nuremberga, sobre falta de evidências, falta de provas e etc. e afirma que se tais assassínios em massa não podem simplesmente ser demonstrados, muito menos a “negação” destes supostos crimes pode ser. As evidências, o ónus da prova que eram as partes mais importantes do Tribunal de Nuremberga foram anuladas pelos Estatutos de Londres, que foram redigidos especificamente para este tribunal militar, no artigo 19 diz: “O tribunal não deverá estar preso às regras de evidência” e no artigo 21 “O tribunal não deverá requisitar provas de factos de conhecimento público, mas tomará notas judiciais”. Usualmente, o dever dos tribunais de justiça é estabelecer os factos e não presumir os factos.
Alain Soral - Sobre a questão Síria, Sionismo e o cristianismo em ameaça
terça-feira, janeiro 22, 2013
10:30 da tarde
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Apoiar Axel Möller
Via Devenir Europeo
30 meses de prisión, ha sido el precio a pagar por no retroceder ante
las leyes mordaza alemanas, en el arduo combate por la libertad de
Europa.
El hereje ya ha sido encarcelado, pero en “ALTERMEDIA”, su trinchera
política en internet, la lucha no cesa, para desesperación de una
fiscalía que no ha logrado arrancar una sola sílaba a nuestro
irreductible camarada.
Perseguido y encerrado tanto por sus artículos de opinión, como por
la tenacidad demostrada a lo largo de muchos años de constante
dedicación a la difusión de ideas prohibidas, Möller no conoce el
desaliento. En estos términos se dirigió al tribunal en su alegato
final:
“Quiero asegurarles que tengo la intención de proseguir con mi
lucha contra su sistema político, sin importar el lugar donde pueda
hallarme en el futuro, sea en la calle, en una empresa, frente a un
ordenador, o en la penumbra solitaria de una celda de la prisión, en
cuyo interior, seré aún más libre que todos ustedes aquí al aire libre,
porque yo sé que la verdadera libertad no depende de la comodidad de las
circunstancias exteriores, sino de una actitud interior”.
La derrota europea de 1945 trajo consigo una miserable demonización
de los vencidos, amparada por una “historia oficial” incuestionable, que
los vencedores han impuesto a golpe de ley. Aquellos que se han
mantenido como fieles defensores de la Verdad y el Nacionalsocialismo
han sido perseguidos y silenciados por todos los medios legales e
ilegales imaginables. El mito democrático de la “libertad de
pensamiento” ha sido cruel verdugo de estos nobles paladines de la causa
europea.
DEVENIR EUROPEO, en solidaridad con los prisioneros políticos del
mundo, y a la vista de los magníficos resultados obtenidos en las
anteriores campañas, ha comenzado ya la 5ª EDICIÓN de AYUDA PARDA para
socorrer a nuestro camarada alemán Axel Möller, un idealista
irreductible.
Cualquier ayuda es poca para nuestros presos; tenemos el deber de
mantenernos a su lado. Han perdido sus trabajos, arruinado sus carreras,
han sido encarcelados, se han visto abocados al exilio… Y la mayoría
son además responsables de una familia que sufre con ellos, a la sombra
de la opinión pública, la brutalidad del sistema democrático.
La campaña consiste en una recolecta económica para ayudarles a
soportar la dura situación a la que les ha llevado su fidelidad, y una
recogida de cartas y mensajes de apoyo que haremos llegar a los
perseguidos. Un gesto tan sencillo como escribir unas breves palabras de
ánimo ayuda enormemente a nuestros camaradas a soportar cada día de
tormento, y a mantener viva la esperanza. Las donaciones podrán
realizarse a través de la cuenta bancaria de Devenir Europeo, o en mano,
durante los actos de la Asociación. Las cartas pueden igualmente sernos
entregadas en mano o enviadas por correo postal o electrónico.
No olvidemos que la ayuda más significativa no es la más cuantiosa,
sino la que más sacrificio implica al donante. Además, Devenir Europeo
donará el 10% del dinero de las ventas de material a esta causa.
“Lamentablemente, en mi situación no puedo retribuir con nada,
salvo mi promesa de que voy a resistir, sin que nadie que me brinda su
apoyo pueda quedar decepcionado por mi conducta”.
Axel Möller.
Axel Möller.
¡HAZ UN DONATIVO!
¡AYUDEMOS A NUESTROS PRESOS POLÍTICOS!
¡AYUDEMOS A NUESTROS PRESOS POLÍTICOS!
La Caixa – Devenir Europeo – Cta. nº 2100-0642-61-0100664988
(Indicando S.O.S. Möller al realizar el ingreso)
(Indicando S.O.S. Möller al realizar el ingreso)
domingo, janeiro 06, 2013
9:08 da tarde
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“Verídicas: poucas pessoas sabem sê-lo. E aqueles que o sabem estão ainda longe de o querer. E menos do que ninguém, os bons.
Oh! esses bons! Os bons nunca dizem a verdade.
Ser bom desta maneira é uma doença do espírito.
Estão sempre prontos a ceder, esses bons, a render-se; o seu coração aprova, obedecem com toda a sua alma; mas aquele que ouve toda a gente deixa de se ouvir a si próprio.
É preciso reunir tudo que os bons chamam mau para produzir uma única verdade; ó meus irmãos, sois bastante maldosos para produzir semelhante verdade?
Audácia temerária, prolongada desconfiança, recusa cruel, aversão, ferro que corta o que é vivo - como é raro encontrar tudo isto reunido! Mas é desta semente que nasce a verdade.
Foi na proximidade da má consciência que nasceu e se desenvolveu até agora toda a ciência. Quebrai, discípulos do Conhecimento, oh!, quebrai as antigas tábuas!”
— Nietzsche, Assim Falava Zaratustra
Lucien Rebatet: – Presente!
domingo, dezembro 23, 2012
6:48 da tarde
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Nascido em 15 de Novembro de
1903 em Moras-en-Valloire, Drôme, foi um grande autor, jornalista e intelectual
fascista e anti-sionista francês do século XX. Na juventude foi educado em
Saint-Chamond, Loire, tendo estudado na Sorbonne entre 1923 e 1927, tornando-se
agente de seguros depois de concluir os seus estudos.
Inicia a sua carreira de
escritor em 1929, tornando-se crítico musical e cinematográfico (neste último
caso sob o pseudônimo de François Vinneuil) para o jornal integralista Action Française. Em 1932 torna-se
colaborador do jornal de direita Je Suis Partout,
para o qual escreve até à “libertação” aliada em 1944.
Em 1938 tornou-se chefe de
informação da Action Française (a que
posteriormente chamou sarcasticamente de “Inaction Française” na sua muito
aclamada obra Les Décombres) tendo
trabalhado juntamente com o fundador do movimento, Charles Maurras.
Muito antes da eclosão da
guerra entre a França e a Alemanha, Rebatet expressava notavelmente as suas
simpatias pelo nacional-socialismo nos seus artigos para o Je Suis Partout, nos quais demonstrava que os judeus fomentavam uma
guerra mundial que ansiava derrubar o regime de Hitler. Foi convocado em 1940
para o exército francês, servindo a contragosto e desejando abertamente uma
guerra curta e desastrosa para a França.
Após a queda da França,
tornou-se repórter de rádio para o governo de Vichy, posto que rapidamente abandonou,
bem como a Action Française, para
participar no jornal de Jacques Doriot, Cri
du Peuple, e continuou a escrever para o Je Suis Partout.
Em 1942 Rebatet publicou o seu
extenso panfleto, Les Décombres (As
Ruínas), obra que foi prontamente aceite e aclamada pelo público francês, desde:
«velhos do tempo de Dreyfus que com tremuras na voz me testemunhavam a sua
admiração e o seu ódio pelos judeus, a estudantes de liceu corados e atrevidos,
a rapariguinhas risonhas, a professores, a grandes burgueses de Passy, a
senhoras de sociedade da 7ª circunscrição, a dactilógrafas, operários, donos de
lojas, imponentes industriais, marxistas convertidos, antigos monárquicos
encantados pelo meu desabafo de verdades sobre a Action Française e Maurras. Via surgirem figuras esquecidas desde a
minha adolescência, antigos camaradas dos meus anos de miséria, tendo-me
conhecido empregado de seguros a ganhar 830 francos por mês, todos abismados
por me verem herói daquele festival…»
Na sua obra máxima, Les Décombres, traçou o percurso das
forças que levaram a França à sua queda. Acusou firmemente os políticos da III
República, tal como as suas lideranças militares e os judeus franceses, sobre
os quais afirmou terem sido a causa principal dos reveses políticos e militares
da França. Les Décombres é a mais
clara expressão do fascismo de Rebatet, e o seu trabalho mais veementemente
anti-sionista e antijudaico. No mesmo ano começou a escrever Les Deux Etendards, a sua primeira
novela.
Em Agosto de 1944 Rebatet
abandona a França e foge para a Alemanha, viajando para Sigmaringen (local de
refúgio para as autoridades de Vichy, assim como para o mais famoso escritor
francês, o colaboracionista Louis-Ferdinand
Céline). Foi em Sigmaringen que Rebatet terminou Le Deux Etendards, o qual veio a ser publicado em 1952 pela
Gallimard. Foi preso na Áustria em 1945.
Foi enviado de volta para a
França e em 1946 foi condenado à morte, pena esta que foi comutada para uma
pena de trabalhos forçados no ano seguinte. Libertado da prisão em 1952, retomou
o jornalismo em 1953, tornando-se director da secção literária do Dimanche Matin. Em 1954, a Gallimard
publicou a segunda novela de Rebatet, Les
Epis Mûrs. A sua obra final, sobre a história da música, que havia iniciado
em 1965, foi publicada por Laffont em 1969.
Rebatet continuou a
proclamar a sua aderência, comprometimento e fidelidade à causa até a sua morte
em 24 de Agosto de 1972. É ainda hoje, para nós fascistas, neo-fascistas,
reacionários e “criminosos do pensamento” – homens nobres no meio de uma
geração frívola de plebeus imbecis e lobotomizados – mais uma forte e exemplar
referência, de um verdadeiro homem que soube permanecer de pé entre as ruínas,
literal e literariamente, até ao fim. Num momento da sua penosa evasão para a
Alemanha, depois da tomada da França pelos yankees
escreveu o seguinte: «Assim que me deitei, apagada a luz, fui tomado pelo
desespero. Sinto-me submergido pela humilhação, na mais terrível catástrofe da
minha vida. Continuo sem remorsos, o que me poderia talvez aliviar,
transformando a dor em cólera contra mim mesmo. Nunca teria podido seguir o
partido dos falhados da III República, dos capitalistas anglómanos, dos
militares inconscientes, desse De Gaulle com o seu séquito de comunistas, que
iriam cantar os Te Deum com atitudes de vencedores. A minha opção, nada teve de
vil: em primeiro lugar, a colaboração, para poupar o país às piores consequências
da derrota que tínhamos previsto, obra dos nossos piores inimigos, os
antifascistas de gema; depois por horror ao bolchevismo. Não solicitei qualquer
lugar. Ganhei dinheiro com a minha própria pena, para defender aquilo que
considerava verdade, e infinitamente menos que dezenas de milhares de
traficantes, de industriais que forneciam material de guerra a inúmeras
divisões da Wehrmacht. Mas desafiei a fatalidade e agora ela esmaga-me. Sou
atirado para sempre para o campo dos traidores. A minha vida está perdida, a
minha literatura morta…»
Nós, legionários, ousamos fazer
justiça à tua memória neste Solstício de Inverno: nem traidor nem ostracizado,
mas sim um dos nossos camaradas caídos!
Lucien Rebatet: – Presente!
(Texto lido durante a cerimónia de Solstício de Inverno)
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