Bruno Oliveira Santos no seu melhor! Só no Facebook...
sábado, agosto 17, 2013
3:10 da tarde
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LEGIÃO VERTICAL
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Elaborei um guia com cinco ideias infalíveis para parecer
inteligente. Cinco truques, na linha proposta por Olavo de Carvalho,
para ser admitido no seio da 'intelligentzia':
1. Nunca tenha ideias definitivas sobre nada. Insista sempre no relativismo cultural: "todas as opiniões são legítimas", "não há verdades absolutas". Os homens sentir-se-ão aliviados; as mulheres considerá-lo-ão um sedutor. Prefira sempre o "nem sim nem sopas". Não se incomode se o acoimarem de ser um "meias tintas".
2. Diga sempre que é "progressista" e "tolerante". Por isso, nunca fale mal dos outros, com os casos exceptuados que merecem vitupério: a Merkel, os "mercados", os "neoliberais" e outros fascistas.
3. Indique a minoria discriminada a que pertence. Toda a gente inteligente pertence pelo menos a uma. Se não é preto, nem 'gay', nem judeu, nem meia-leca, nem gordo, deve ter pelo menos um micropénis. Olhe para si de alto a baixo com olhos de ver. Alguma coisa há-de d...escobrir.
4. Se alguém o questionar sobre a religião que professa, escolha uma destas: nenhuma (ser ateu, nos nossos dias, é o máximo!); pentecostalismo de Chelas; satanismo 'light'; ou islamismo (neste caso, acrescente um nome converso, p. ex., Mohamed Pinto ou Rashid Mendes da Costa).
Não caia na asneira de dizer que é católico, salvo se tiver fama e proveito de comunista. Nesse caso fica bem - e mostra inteligência. As televisões irão convidá-lo a comentar temas religiosos, sociais e políticos. Ponha os olhos no bispo Januário.
5. A dica mais importante: não diga que me conhece. Se alguém falar de mim, assobie para o lado. Elimine-me já do lote de amigos. Sobretudo, nunca admita que leu este guia no Facebook. Que raio está ainda a fazer no meu perfil?
1. Nunca tenha ideias definitivas sobre nada. Insista sempre no relativismo cultural: "todas as opiniões são legítimas", "não há verdades absolutas". Os homens sentir-se-ão aliviados; as mulheres considerá-lo-ão um sedutor. Prefira sempre o "nem sim nem sopas". Não se incomode se o acoimarem de ser um "meias tintas".
2. Diga sempre que é "progressista" e "tolerante". Por isso, nunca fale mal dos outros, com os casos exceptuados que merecem vitupério: a Merkel, os "mercados", os "neoliberais" e outros fascistas.
3. Indique a minoria discriminada a que pertence. Toda a gente inteligente pertence pelo menos a uma. Se não é preto, nem 'gay', nem judeu, nem meia-leca, nem gordo, deve ter pelo menos um micropénis. Olhe para si de alto a baixo com olhos de ver. Alguma coisa há-de d...escobrir.
4. Se alguém o questionar sobre a religião que professa, escolha uma destas: nenhuma (ser ateu, nos nossos dias, é o máximo!); pentecostalismo de Chelas; satanismo 'light'; ou islamismo (neste caso, acrescente um nome converso, p. ex., Mohamed Pinto ou Rashid Mendes da Costa).
Não caia na asneira de dizer que é católico, salvo se tiver fama e proveito de comunista. Nesse caso fica bem - e mostra inteligência. As televisões irão convidá-lo a comentar temas religiosos, sociais e políticos. Ponha os olhos no bispo Januário.
5. A dica mais importante: não diga que me conhece. Se alguém falar de mim, assobie para o lado. Elimine-me já do lote de amigos. Sobretudo, nunca admita que leu este guia no Facebook. Que raio está ainda a fazer no meu perfil?
Dialécticas...
quinta-feira, agosto 01, 2013
11:33 da tarde
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LEGIÃO VERTICAL
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«Quem disse que quando insultam os nossos sentimentos, antes de reagir como homens, temos a obrigação de ser amáveis? Claro, a dialéctica como primeiro instrumento de comunicação. Mas não há outra dialéctica admissível senão a dos punhos e das pistolas quando se ofende a justiça ou a Pátria.»
– José Antonio Primo de Rivera, Discurso de Fundação da Falange (29/10/1933)
Vulgaridades democráticas
O músico norueguês Varg Vikernes foi detido no passado dia 16 em França, por se suspeitar que estaria a preparar um “acto terrorista”. Segundo o Ministro do Interior francês, Manuel Valls, os indícios que levaram à detenção de Vikernes resumem-se ao seguinte: ter sido, alegadamente, um dos destinatários do “manifesto” enviado por Anders Breivik a milhares de pessoas via e-mail e o facto da sua mulher, que faz parte de um clube de tiro, ter adquirido quatro espingardas legalmente!
O relato, na primeira pessoa, da detenção pode ser lido aqui.
Amamos e lutamos
segunda-feira, julho 15, 2013
10:02 da tarde
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LEGIÃO VERTICAL
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Via La Antorcha Negra
Amamos la Libertad. Por eso luchamos contra el liberalismo. Porque no queremos ser una mercancía en la absurda tramoya que proclama derechos abstractos sin garantizar ninguno.
Amamos la Justicia. Por eso luchamos contra el igualitarismo. Porque no es justo tratar igual al necio que al sabio, ni al vago igual que al que se esfuerza.
Amamos la Patria. Por eso luchamos contra el separatismo. Es un crimen que no perdonaremos.
Amamos la Dignidad del Trabajo. Por eso luchamos contra el marxismo y el capitalismo. Las dos caras sucias de la misma moneda materialista y judaica.
Amamos el legado de nuestros ancestros. Por eso luchamos contra el mestizaje globalizador y defendemos nuestra Raza, nuestra Cultura y nuestra Identidad. Porque nosotros no nos avergonzamos de nuestra Historia.
Amamos la Tradición. Por eso somos revolucionarios y luchamos contra una modernidad podrida y decadente.
Amamos y defendemos la Verdad y la Ética. Por eso luchamos contra la democracia. Porque no queremos una sociedad basada en criterios aritméticos.
No luchamos para justificar intereses, sino para defender Valores Eternos.
Por eso, a pesar de la perfidia de nuestros enemigos, al final venceremos.
Amamos la Libertad. Por eso luchamos contra el liberalismo. Porque no queremos ser una mercancía en la absurda tramoya que proclama derechos abstractos sin garantizar ninguno.
Amamos la Justicia. Por eso luchamos contra el igualitarismo. Porque no es justo tratar igual al necio que al sabio, ni al vago igual que al que se esfuerza.
Amamos la Patria. Por eso luchamos contra el separatismo. Es un crimen que no perdonaremos.
Amamos la Dignidad del Trabajo. Por eso luchamos contra el marxismo y el capitalismo. Las dos caras sucias de la misma moneda materialista y judaica.
Amamos el legado de nuestros ancestros. Por eso luchamos contra el mestizaje globalizador y defendemos nuestra Raza, nuestra Cultura y nuestra Identidad. Porque nosotros no nos avergonzamos de nuestra Historia.
Amamos la Tradición. Por eso somos revolucionarios y luchamos contra una modernidad podrida y decadente.
Amamos y defendemos la Verdad y la Ética. Por eso luchamos contra la democracia. Porque no queremos una sociedad basada en criterios aritméticos.
No luchamos para justificar intereses, sino para defender Valores Eternos.
Por eso, a pesar de la perfidia de nuestros enemigos, al final venceremos.
Evola e os "Protocolos"
Seria difícil exagerar a importância deste documento. Como poucos outros, este documento tem o valor de um “estimulante espiritual”, revelando horizontes insuspeitados e chamando a atenção sobre fundamentais problemas de acção e de conhecimento que nestas horas decisivas da história ocidental não podem ser descurados nem adiados sem prejudicar gravemente a frente daqueles que lutam em nome do espírito, da tradição, da verdadeira civilização. (…) Para indicar dita orientação é preciso, acima de tudo, encarar o famoso problema da autenticidade do documento, problema sobre o qual se pretendeu tendenciosamente concentrar toda a atenção para medir o alcance e a validade do escrito. Coisa, na verdade, pueril. De facto, pode-se, sem mais, negar a existência de qualquer forma de direcção secreta dos acontecimentos da história. Mas não se pode admitir, ainda que seja apenas por hipótese, que tal coisa se possa verificar, sem reconhecer que se impõe então um tipo de investigação muito diferente daquelas que se baseiam no “documento”, no sentido mais grosseiro do termo. Aqui reside precisamente – segundo a justa observação de Guénon – o ponto decisivo, que limita a importância da questão da autenticidade pelo facto de nenhuma organização real e seriamente secreta, qualquer que seja a sua natureza, deixar atrás de si documentos escritos. Apenas um procedimento indutivo pode, pois, determinar a importância e o alcance de textos como os “Protocolos”. O que significa que o problema da sua autenticidade é secundário, e que deve ser substituído pelo da sua veracidade, muito mais sério e essencial. (continuar a ler aqui)
No próximo Sábado
quinta-feira, junho 13, 2013
11:02 da tarde
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Julius Evola - Presente!
terça-feira, junho 11, 2013
9:20 da tarde
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Como todos os anos, a Legião Vertical evocou hoje, em cerimónia, a memória de Julius Evola, falecido no dia 11 de Junho de 1974.
Claro, se o catolicismo fosse capaz de se afastar do plano contingente e politicante, se fosse capaz de assumir uma atitude de alta ascese e, nessa base, retomando o espírito da melhor Idade Média — a das cruzadas — tornar-se uma espécie de nova ordem templária compacta e inexorável contra a corrente do caos, da abdicação, da subversão e do materialismo prático do mundo moderno, em tal caso não haveria um instante de dúvida na nossa escolha. Mas, como as coisas estão, isto é, dado o nível medíocre, no fundo burguês e paroquial, a que desceu hoje tudo o que é religião, para os nossos homens poderá bastar a pura referência ao espírito como evidência de uma realidade transcendente a invocar, não para evasões místicas ou alibis humanitários, mas para inserir na nossa força uma outra força, para fazer pressentir que a nossa luta não é apenas luta política, para atrair uma consagração invisível num mundo novo de homens e de chefes.
-- Julius Evola, «Orientações»
A propósito de Dominique Venner
Estou cá porque o ideal que ardia em mim quando parti faz também com que me seja insuportável a atmosfera sufocante, com cheiro a mofo, do velho universo burguês moribundo.
A vida do soldado da frente é a única, neste momento, que é verdadeiramente recta, desinteressada, sem erro e sem negociações. Aqui, face à morte ou pelo menos face ao sofrimento quotidiano, a alma eleva-se acima do lodo da decadência.
Milhões de combatentes, endurecidos pela adversidade, preparam as elites revolucionárias que imporão amanhã a um mundo embrutecido ou saciado, o reconhecimento que os seus corações já albergam.
Estamos aqui pelos combates de hoje mas também pelos de amanhã.
Léon Degrelle
Frente Leste, Novembro de 1943
Dominique Venner - Presente!
quarta-feira, maio 22, 2013
11:00 da tarde
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Dominique Venner suicidou-se ontem à tarde, no altar da Catedral de Notre-Dame. No seu último post, publicado ontem, escreveu: «Serão certamente necessários novos gestos, espectaculares e simbólicos, para quebrar a nossa sonolência, sacudir as consciências anestesiadas e despertar a memória das nossas origens. Entramos num tempo em que as palavras devem ser autenticadas pelos actos.»
Esta foi a última mensagem que o escritor e historiador Dominique Venner deixou antes de se suicidar, ontem, na Catedral de Notre-Dame, em Paris. (Tradução de Duarte Branquinho)
Estou são de corpo e alma, cheio de amor para com a minha mulher e meus filhos. Amo a vida e não espero nada para além dela, a não ser a perpetuação da minha raça e do meu espírito. Portanto, na noite da minha vida, perante os imensos perigos para com minha pátria francesa e europeia, sinto-me no dever de agir enquanto ainda tenho forças.
Penso ser necessário sacrificar-me para romper a letargia que nos abate. Ofereço o que ainda resta da minha vida numa intenção de protesto e de fundação. Escolho um lugar altamente simbólico, a catedral Notre Dame de Paris que eu respeito e admiro, edificada pelo génio dos meus antepassados sobre locais de cultos mais antigos, recordando as nossas origens imemoriais.
Enquanto tantos homens são escravos das suas vidas, o meu gesto encarna uma ética da vontade. Entrego-me à morte a fim de despertar as consciências adormecidas. Insurjo-me contra a fatalidade.
Insurjo-me contra os venenos da alma e contra os desejos individuais invasores que destroem as nossas âncoras identitárias, nomeadamente a família, alicerce íntimo da nossa civilização multimilenar. Tal como defendo a identidade de todos os povos em suas casas, insurjo-me também contra o crime que visa a substituição das nossas populações.
Como o discurso dominante não pode sair das suas ambiguidades tóxicas, cabe aos europeus tirar as suas conclusões. Não havendo uma religião identitária à qual nos possamos amarrar, partilhamos desde Homero uma memória própria, repositório de todos os valores sobre os quais refundaremos o nosso futuro renascimento em ruptura com a metafísica do ilimitado, a fonte nefasta de todos os desvios modernos.
Peço antecipadamente perdão a todos aqueles a quem a minha morte fará sofrer, primeiro à minha mulher, aos meus filhos e netos, bem como aos meus amigos e seguidores. Mas, uma vez esbatido o choque e a dor, não duvido que tanto uns como outros compreenderão o sentido do meu gesto e transformarão o seu sofrimento em orgulho. Desejo que estes se entendam para resistir. Encontrarão nos meus escritos recentes a prefiguração e a explicação do meu gesto.
Para qualquer informação, podem dirigir-se ao meu editor, Pierre-Guillaume de Roux. Ele não estava informado da minha decisão, mas conhece-me há muito tempo.
*
* *
As razões de uma morte voluntária
Esta foi a última mensagem que o escritor e historiador Dominique Venner deixou antes de se suicidar, ontem, na Catedral de Notre-Dame, em Paris. (Tradução de Duarte Branquinho)
Estou são de corpo e alma, cheio de amor para com a minha mulher e meus filhos. Amo a vida e não espero nada para além dela, a não ser a perpetuação da minha raça e do meu espírito. Portanto, na noite da minha vida, perante os imensos perigos para com minha pátria francesa e europeia, sinto-me no dever de agir enquanto ainda tenho forças.
Penso ser necessário sacrificar-me para romper a letargia que nos abate. Ofereço o que ainda resta da minha vida numa intenção de protesto e de fundação. Escolho um lugar altamente simbólico, a catedral Notre Dame de Paris que eu respeito e admiro, edificada pelo génio dos meus antepassados sobre locais de cultos mais antigos, recordando as nossas origens imemoriais.
Enquanto tantos homens são escravos das suas vidas, o meu gesto encarna uma ética da vontade. Entrego-me à morte a fim de despertar as consciências adormecidas. Insurjo-me contra a fatalidade.
Insurjo-me contra os venenos da alma e contra os desejos individuais invasores que destroem as nossas âncoras identitárias, nomeadamente a família, alicerce íntimo da nossa civilização multimilenar. Tal como defendo a identidade de todos os povos em suas casas, insurjo-me também contra o crime que visa a substituição das nossas populações.
Como o discurso dominante não pode sair das suas ambiguidades tóxicas, cabe aos europeus tirar as suas conclusões. Não havendo uma religião identitária à qual nos possamos amarrar, partilhamos desde Homero uma memória própria, repositório de todos os valores sobre os quais refundaremos o nosso futuro renascimento em ruptura com a metafísica do ilimitado, a fonte nefasta de todos os desvios modernos.
Peço antecipadamente perdão a todos aqueles a quem a minha morte fará sofrer, primeiro à minha mulher, aos meus filhos e netos, bem como aos meus amigos e seguidores. Mas, uma vez esbatido o choque e a dor, não duvido que tanto uns como outros compreenderão o sentido do meu gesto e transformarão o seu sofrimento em orgulho. Desejo que estes se entendam para resistir. Encontrarão nos meus escritos recentes a prefiguração e a explicação do meu gesto.
Para qualquer informação, podem dirigir-se ao meu editor, Pierre-Guillaume de Roux. Ele não estava informado da minha decisão, mas conhece-me há muito tempo.
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Dominique Venner - Presente!
Nosotros
sexta-feira, maio 17, 2013
10:33 da tarde
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LEGIÃO VERTICAL
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A nosotros no nos dieron una bandera prolijamente doblada.
A nosotros no nos dieron ninguna pensión.
A nosotros nos desprecia la izquierda y la derecha.
A nosotros nos soñaron los dioses encendidos solitarios señores de la muerte y del exilio.
A nosotros no nos dieron la bandera dobladita, de los marines porque nosotros… somos los abanderados de los jirones negros del último infierno un minuto antes, del Apocalipsis.
Nosotros perdimos todas las guerras y entregamos hasta la última gota de sangre, sin embargo el sol conservó para nosotros sus rayos invictos, y su alegría.
Nosotros somos los culpables de todo lo que dice el noticiero, la suma maldad, el origen mismo de todos los males.
Es curioso el temor que nos profesan si todas las guerras hemos perdido.
Es curioso que quieran perseguirnos de nuevo.
Ahora que sólo somos la sangre sobre la nieve, la memoria de niños con uniforme, las espesas cenizas de la guerra civil, la luz cegadora del vacío.
Ahora que somos el olvido del olvido, inofensivos héroes del pasado, Hoplitas desnudos, obreros Poetas, agricultores.
Ahora que somos la sombra del acero, el eco del silencio, el azotar de las olas en los desembarcos, la espada dormida del exilio, la desazón de la derrota, la raza extinta de los lobos, el cóndor despeñado, el suicidio ritual, la última rosa cultivada antes de subir al tren de los fusiles.
Ahora es curioso que el mundo esté como está si fueron los buenos, los vencedores los que salvaron el mundo los que doblan las banderas prolijamente cada vez que un pueblo sometido mata a un invasor.
Porque no son los nuestros los que arrasaron el mundo, no son las hondas cruces en la nieve, no son las ruinas de Montecassino, no es Mussolini colgado de los pies ni su amante Claretta Petacci, no es la División Azul ni la Falange, no es la impunidad de la posguerra, no son los trabajadores ni los que se mantuvieron Fieles a su bandera en la derrota.
A nosotros nos perdió la lealtad y la sangre, la antigua tradición de los guerreros, la fe en el sol y en la semilla, la honradez del trabajo y del cultivo.
Por eso a nosotros nadie nos entregará una bandera de sangre y de vacío doblada de vergüenza de ser desplegada.
Por eso nuestra bandera es roja como la sangre y negra como la última noche del mundo cuando los dioses, preparan el amanecer.
Evola e Jünger
quarta-feira, maio 08, 2013
11:32 da tarde
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