Membro do Governo grego admite perseguição política contra a Aurora Dourada
sexta-feira, abril 04, 2014
10:40 da tarde
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[ANN] Lo que muchos sospechaban lo
admite por fin el gobierno griego: Que el encarcelamiento y hostigamiento
contra Amanecer Dorado fue por motivos ideológicos y políticos, por lo que la
acusación de que el movimiento nacionalista es una “organización criminal” se
confirma ser falsa y el encarcelamiento de sus miembros anticonstitucional.
La revelación, que desató el caos en la escena política de Grecia,
proviene de un video que muestra al jefe de gabinete del primer ministro,
Panayotis Baltakos, admitir ante el diputado nacionalista Ilias Kasidiaris que
el encarcelamiento de miembros de Amanecer Dorado fue por motivos políticos e
ideológicos y que no había base legal suficiente para mantener en la cárcel a
los diputados de su partido.
Baltakos también admitió en el video que el primer ministro, Antonis
Samaras, se puso furioso cuando se enteró de que los jueces habían dejado en
libertad a Kasidiaris y a Ilias Panayótaros. Ambos diputados, indicó el jefe de
gabinete, fueron puestos en libertad porque no había pruebas contra ellos.
Además, Baltakos insinuó que al primer ministro le venía bien un duro
golpe contra miembros de Amanecer Dorado como el encarcelamiento de sus líderes
debido a que el partido derechista de Samaras, Nueva Democracia, perdía
estrepitosamente apoyo popular mientras que el movimiento nacionalista
aumentaba su influencia entre el pueblo griego.
Finalmente, Baltakos admite que la fiscal del Tribunal Supremo y el
fiscal adjunto prepararon un informe manipulado.
A raíz de este escándalo, Amanecer Dorado exigió la renuncia inmediata
del gobierno griego y la realización de elecciones nacionales anticipadas a
“fin de curar las heridas de la nación” provocadas por las revelaciones.
Por el otro lado, el principal partido de izquierdas Syriza pidió la
comparecencia de Samarás, Dendias y Athanasíu ante el Parlamento para dar
explicaciones. El partido Griegos Independientes llegó a pedir la dimisión de
todo el Gobierno.
Sin embargo, el video no evitó que el pleno del Parlamento aprobase el
levantamiento de la inmunidad de tres diputados de Amanecer Dorado, para que
sean investigados por presuntas actividades criminales.
Recordar Rodrigo Emílio
sábado, março 29, 2014
7:37 da tarde
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Por João Moreira
Foi numa tarde de Primavera viseense que com ele me cruzei pela primeira vez. Deambulando pela Sé, como fazia com frequência entre furos escolares, parei para uma bica num café de esquina no Largo Pintor Gata, acompanhado do Voyage au Bout de la Nuit do Céline, que acabara de comprar na saudosa Lúmen. Absorto na leitura, nem reparei num vulto que do balcão, porte “nobre e fidalgo”, me olhava curioso. Da altivez dos meus 16 anos mal cumpridos e reconhecendo-lhe o símbolo na lapela, aventurei-me a apresentar-me. Foi assim que conheci o Rodrigo Emílio.
Conversamos o tempo de um café e de três Português Suave sem filtro,
que fumou até metade, guardando o restante no maço, e dali saímos para
sua casa que era logo ali por trás, no Ado da Sé, em frente à Igreja da
Misericórdia. Foram horas de conversa, sentados a uma camilha, com uma
enorme fotografia do Léon Degrelle, autografada pelo próprio, como
testemunha. Falamos de literatura e poesia, da África Portuguesa e dos
dias do fim, da descrença num povo moribundo e no alheamento da
juventude, da urgência de um Rei para um país nas urgências, do fado na
voz do seu camarada-irmão Zé Campos e Sousa, da família, que por
afinidades de casamento ainda se cruzava e da sua Casa de São José, em
Parada de Gonta, onde insistiu para o visitar, sempre que quisesse.
Não me fiz rogado. Sozinho, ou na companhia do meu “irmão siamês”,
Luís Abel Ferreira, visitei-o muitas vezes, para ouvir as muitas
histórias dos tempos de boémia lisboeta, das campanhas de África, da sua
poesia e da dos outros, do Portugal enterrado por alturas de Abril, do
exílio em Espanha, dos seus amados filhos e dos camaradas de combate.
Recordo, entre muitas, uma história deliciosa, em que nos contou a
tentativa de entrega na Casa de São José, duma intimação do Tribunal
Constitucional a propósito dum julgamento de elementos do MAN e a que
respondeu orgulhosamente que constitucional, em sua casa, não entrava
nada. Era assim o Rodrigo Emílio. “Com zero a comportamento. E vinte em
fidelidade.”
Poeta genial, duma musicalidade extraordinária e duma intensidade
ímpar, colocava a alma e o coração em tudo em que se empenhava.
Perseguido desde o dia primeiro da revolução dos cravos, em que, tendo
recusado colocar na lapela o símbolo revolucionário à entrada na RTP,
onde trabalhava, foi considerado (com muito orgulho o imagino)
“irrecuperável para a democracia”. Depois disso, foi a recusa dos
democratas de serviço em entregar-lhe o prémio de poesia General
Casimiro Dantas, com que tinha sido distinguido e que era seu por
direito e o caminho do exílio, para fugir aos mandatos de captura em
branco, às prisões sem culpa formada, às perseguições da COPCON.
Foi já em Madrid que assistiu à dolorosa amputação do território
pátrio, com a entrega das Províncias Ultramarinas aos inimigos da Nação.
Depois da morte da sua filha Constança, em 1971, ainda bébé, a morte do
país que amava e pelo qual lutara empenhadamente era dor demasiada e
que Rodrigo Emílio nunca ultrapassou. Como descreve o seu filho Gonçalo,
na introdução do extraordinário www.rodrigoemilio.com
“Via a pátria esfacelada, desfeita em pedaços e chorava de revolta, de
desespero, de vergonha também…” Depois duns tempos no Brasil e do
regresso a Madrid, retorna a Lisboa ingressando por breve período na
Rádio Renascença, para de seguida partir para Viseu, onde se estabelece
durante anos, primeiro como professor e depois como explicador
particular, garantindo assim o tempo necessário para as suas fugas para o
refúgio literário em Parada de Gonta.
Foi por esta altura que nos conhecemos, para não mais deixarmos de
contactar, embora esporadicamente, quer através das minhas visitas à
Casa de São José, quer em alguns encontros em Lisboa, quer ainda em
fugazes reuniões monárquicas em que nos cruzámos. Há exactamente 10 anos
atrás, no dia 28 de Março de 2004, partiu para junto da sua Constança,
deixando mais pobre a pátria que amou desmesuradamente.
“É preciso que se saiba porque
morro
É preciso que se saiba quem me
mata
É preciso que se saiba
Que no forro desta angústia
É da pátria tão-somente que se trata.”
Rodrigo Emílio. Presente!
Resposta a uma insistência sobre o absurdo
sábado, março 08, 2014
12:08 da manhã
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Para ler aqui.
quinta-feira, fevereiro 27, 2014
12:34 da manhã
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Nem Washington, nem Moscovo
domingo, fevereiro 23, 2014
11:18 da tarde
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Recomendámos a leitura deste interessante artigo dos amigos do Vox Traditio, com o qual estamos, de uma forma geral, de acordo.
Não seria mais racional que nós, tradicionalistas ocidentais, buscássemos uma reação anti-ocidente moderno em prol do Ocidente da tradição? Não deveríamos preferir o Palatino ao Kremlin?
Nunca esquecer os crimes dos «bons»
sexta-feira, fevereiro 14, 2014
10:22 da tarde
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Últimas do "Front de la Quenelle"
sábado, fevereiro 08, 2014
6:03 da tarde
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Enquanto monsieur le ministre exige o máximo respeito pelo sagrado (aos 23:50):
Manuel Valls : Je leur dis que la Shoah, l'extermination des juifs, le génocide, doivent être sacralisés, sacrés
... e as crianças são devidamente instruídas, tanto no respeito pelo sagrado:
Au fou ! On fait jouer à des écoliers le "destin de victimes des nazis à travers une mise en scène de procès et de départ vers les camps" !

... como nas vantagens de começar a mudar de sexo logo de pequenino:
Quand les socialistes demandent aux enfants de 11 ans s'ils pratiquent la pénétration anale
... o Reino Unido resolve declarar o estado de alerta e fechar as suas fronteiras:
Anelka gesture comic Dieudonné banned from UK
... o que vale a sua Majestade uma desrespeitosa quenelle enviada da Suiça pelo monstro:
French comedian Dieudonné responds to British ban with quenelle to Queen
Dieudonné à Nyon
... e faz o governo francês ameaçado começar a tomar providências, não vá o famoso comediante tentar alguma tejero-molinada para suprimir a liberdade...
Attention! On va déraper
Nacionalismo e patriotismo
segunda-feira, janeiro 20, 2014
12:16 da manhã
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A propósito de uma certa discussão num fórum, Eduard Alcántara escreveu esclarecendo o necessário… e fundamental:
El nacionalismo presenta un carácter naturalista, promiscuo, igualitarista y telúrico. Es hijo de la nefasta Rv. Francesa. El vocablo “nacionalismo” proviene de “nacer” y por ello por el simple hecho de nacer en un determinado territorio uno adquiere los derechos correspondientes y se equipara (igualitarismo) a sus conciudadanos. En estas condiciones de igualdad (no sólo jurídica sino también ontológica) todos deben gobernar y, así, la consecuencia lógica es el sufragio universal y la usurpación democrática. El nacionalismo representó el golpe de gracia definitivo a cualquier intento postrero de revitalización – y hasta de conservación – del viejo Sacro Imperio Romano Germánico, tal como ocurrió con el Imperio Austro-húngaro al finalizar la IGM: los nacionalismos internos aprovecharon la derrota militar para hacer implosionar el dicho imperio.
Podemos otorgarle un carácter bien diferente al “patriotismo”, pues si este término deriva de “pater” debemos considerar al patriotismo como la adhesión a la patria en cuanto lugar en el que los “pater” o antepasados hicieron algo digno de rememorar y conservar: la conquistaron, la defendieron, la expandieron… Por esto el patriotismo evoca gestas y anima a sus adherentes a no perder la tensión vital y anímica necesarias para poder ser dignos sucesores de sus antepasados. Los más dignos de entre todos – esto es, la élite – deben dirigir y gobernar… lo contrario, pues, de lo que sucede en la infatuación democrática hija del nacionalismo. En la línea, pues, del patriotismo sí cabe la posibilidad de logros excelsos como el del Imperium.
Al respecto de lo expuesto siempre es bueno recordar este escrito de José Antonio Primo de Rivera: “La gaita y la lira”.
Saludos
Vox Traditio
A página de ligações da Legião Vertical conta, a partir de hoje, com mais uma ligação: trata-se do blogue Vox Traditio, do Brasil, com quem estabelecemos uma parceria que pensamos será muito proveitosa para a divulgação da obra do Mestre.
A outra solução final!…
terça-feira, janeiro 14, 2014
5:59 da tarde
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Titereiros da
«Republique Française» desejam a crucificação de humorista francófono.
Quando o cinema, a música, o humor, as
agitações culturais e políticas judaicas combatem, ridicularizam e espezinham
tudo o que o homem tradicional do Ocidente teria por sagrado, o gado moderno
limita-se a aplaudir, sorrir e aderir. Agora a situação para aquela gente já
não é assim tão engraçada, visto que são eles desta vez o alvo da sátira… Com o
que eles não contavam MESMO, era com o nível de popularidade e com o crescente
entusiasmo da juventude francesa e de outras partes da Europa pela inofensiva quenelle,
uma saudação irreverente criada por um humorista de origem africana e rotulada
pelos detractores do mesmo como uma “saudação nazi” – e vejam só – chegaram ao
ponto ridículo de censurar e criminalizar a saudação e o seu idealizador: Dieudonné,
M'bala M'bala!
Reevocam slogans batidos, palavras de ordem, chantagens económicas e
emocionais… Esquecem-se de que tudo isto é tão velho e usado que já não surte o
efeito desejado nas “mentes e corações”. O escritor, pseudo-filósofo e judeu
Bernard Henri Lévy clama por censura, vigilância e punição, uma outra “Solução
Final”! Bernard Lévy inclui entre as “vítimas” de discriminação – quem diria!? –
os muçulmanos! Tentando, é claro, alinhavar uma improvável aliança entre os
“filhos de Abraão”, eternos antagonistas…
Agora o caso é diferente, mais delicado;
trata-se de uma cruzada de uma “minoria oprimida”, altamente burguesa, notoriamente
conspiratória, desde sempre, contra um indivíduo membro de outra “minoria
oprimida”, minoria esta que de modo geral
procede de acordo com os ditames da primeira. O próprio Dieudonné começou a sua
carreira em parceria com um humorista judeu, fez militância anti-racista e
candidatou-se nas eleições legislativas de Dreux contra a Frente Nacional.
Agora está próximo da mesma FN que já combateu e é visto como “racista” e “anti-semita”
pelos media oficiais e políticos
socialistas. A polémica já não é nova, o humorista vem sendo banido e boicotado
desde 2003, quando fez um sketch na televisão
que os “críticos” (agentes da censura) afirmaram «ter ultrapassado os limites
do anti-semitismo»…
Dieudonné é definitivamente
uma ovelha negra, transgrediu um dos tabus principais da “República
Universal”, fazendo piadas com o “holoconto”, por isso viu as suas
apresentações proibidas em várias cidades e tem sido submetido à execração
pública. É claro que nós sabemos que a “Republique” é um engodo, e que o mote
“Liberté, Egalité, Fraternité” é uma anedota bizarra e idiota. Fizemos este
texto apenas para chamar a atenção dos iludidos da democracia.
Solstício de Inverno
segunda-feira, dezembro 23, 2013
10:37 da tarde
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A Legião Vertical celebrou no passado dia 21 de Dezembro, como todos os anos, mais um Solstício de Inverno, tendo evocado, em cerimónia, o Prof. António José de Brito.
António José de Brito: - Presente!
Vídeo do assassinato dos dois militantes da Aurora Dourada
domingo, novembro 10, 2013
8:43 da tarde
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Cae la sangre de los mártires
Sobre el suelo sagrado de la Hélade.
Donde todo comenzó todo vuelve a comenzar:
La juventud sacrificada por el fuego,
La belleza del sol sobre la oscuridad de los tiempos.
La sombra de Aquiles nos alcanza nuevamente.
Impregnados de sangre como en un ritual de sacrificio
Nos levantamos hoy de un largo sueño.
El burgués que se decía con nosotros
Ya no está en nuestras filas.
Le teme a la sangre y busca, una religión a su medida.
Los falsos tribunos y los militantes de domingo
Comienzan a pensar, si en realidad vele la pena
Tanto sacrificio.
La sangre de los héroes espartanos
Dividió en dos el mundo;
Y en la miserable noche de Occidente
Recomienza el culto de la sangre:
El primero y más antiguo de los dioses
El que regirá el destino de nuestro mundo nuevo.
Hoy como fue al principio de los tiempos
El sol puro de Grecia nos alumbra.
Sobre el suelo sagrado de la Hélade.
Donde todo comenzó todo vuelve a comenzar:
La juventud sacrificada por el fuego,
La belleza del sol sobre la oscuridad de los tiempos.
La sombra de Aquiles nos alcanza nuevamente.
Impregnados de sangre como en un ritual de sacrificio
Nos levantamos hoy de un largo sueño.
El burgués que se decía con nosotros
Ya no está en nuestras filas.
Le teme a la sangre y busca, una religión a su medida.
Los falsos tribunos y los militantes de domingo
Comienzan a pensar, si en realidad vele la pena
Tanto sacrificio.
La sangre de los héroes espartanos
Dividió en dos el mundo;
Y en la miserable noche de Occidente
Recomienza el culto de la sangre:
El primero y más antiguo de los dioses
El que regirá el destino de nuestro mundo nuevo.
Hoy como fue al principio de los tiempos
El sol puro de Grecia nos alumbra.
Juan Pablo Vitali
E esta?...
Encontrado aqui.
No acórdão que exarou a propósito do julgamento de cinco elementos de
etnia cigana que agrediram militares da GNR em Felgueiras, a juíza Ana
Gabriela Freitas referiu-se de forma surpreendente, para o que é a norma
corrente nestes casos, à etnia cigana como «pessoas mal vistas
socialmente, marginais, traiçoeiras, integralmente subsídio-dependentes
de um Estado a quem pagam desobedecendo e atentando contra a integridade
física e moral dos seus agentes».
Ana Gabriela Freitas generalizou ainda os comentários a toda a comunidade ciagana, afirmando que «está em causa o desrespeito da autoridade e, por arrastamento, a própria administração da Justiça» como o demonstram «os recentes acontecimentos da Cova da Moura, Azinhaga do Besouro, Quinta da Fonte e ainda culminando com a agressão selvática dos agentes da PSP em Felgueiras».
A magistrada do Tribunal de Felgueiras condenou os cinco elementos de etnia cigana acusados de agredir militares da GNR , aplicando-lhes penas de prisão efectiva e ao pagamento de indemnizações.
Na sentença, deu como provado que, durante os acontecimentos, os cinco homens agrediram os militares, e «as mulheres e as crianças guincharam selvaticamente, bateram e chamaram nomes» aos guardas. A juíza escreveu no processo que as condições habitacionais dos ciganos «são fracas, não por força do espaço físico em si, mas pelo estilo de vida da sua etnia (pouca higiene)».
O acórdão termina com a juíza a assumir não vislumbrar «a menor razão para acolher a rábula da ‘perseguição e vitimização dos ciganos, coitadinhos!»
Relativamente aos réus que condenou, salientou que são «todos conhecidos dos agentes da GNR de Felgueiras por serem ‘clientes’ do posto e aí se deslocarem em virtude de desacatos, desordens, e ilícitos de variada natureza».
Ana Gabriela Freitas generalizou ainda os comentários a toda a comunidade ciagana, afirmando que «está em causa o desrespeito da autoridade e, por arrastamento, a própria administração da Justiça» como o demonstram «os recentes acontecimentos da Cova da Moura, Azinhaga do Besouro, Quinta da Fonte e ainda culminando com a agressão selvática dos agentes da PSP em Felgueiras».
A magistrada do Tribunal de Felgueiras condenou os cinco elementos de etnia cigana acusados de agredir militares da GNR , aplicando-lhes penas de prisão efectiva e ao pagamento de indemnizações.
Na sentença, deu como provado que, durante os acontecimentos, os cinco homens agrediram os militares, e «as mulheres e as crianças guincharam selvaticamente, bateram e chamaram nomes» aos guardas. A juíza escreveu no processo que as condições habitacionais dos ciganos «são fracas, não por força do espaço físico em si, mas pelo estilo de vida da sua etnia (pouca higiene)».
O acórdão termina com a juíza a assumir não vislumbrar «a menor razão para acolher a rábula da ‘perseguição e vitimização dos ciganos, coitadinhos!»
Relativamente aos réus que condenou, salientou que são «todos conhecidos dos agentes da GNR de Felgueiras por serem ‘clientes’ do posto e aí se deslocarem em virtude de desacatos, desordens, e ilícitos de variada natureza».
Ao comentar esta inédita sentença, o criminalista e antigo inspector
da PJ, Barra da Costa, sublinhou na sua página no facebook :«Não é
só um bandalho, bem escudado nas dependências da presidência do conselho
de ministros e no bloco, vir dizer/escrever há três ou quatro dias que o
Ministro dos Negócios Estrangeiros, Dr. Paulo Portas, gosta de homens
fardados! E que ainda que gostasse!
Perguntem também a essa canalhada, que envergonha não só a raça deles, como a dos outros, aonde é que eles estavam e o que fizeram quando esta juíza «falou» o que acabaram de ler. E já foi no século XXI. Pois, mas é uma juíza! E se calhar é daquelas que até faz a história recuar umas décadas. Cobardes! Vendidos por um prato de lentilhas, quente e a horas!
Na altura eu escrevi e publiquei, mas isso fui eu, que sou racista. Mas eu também sei que é sempre mais fácil atirar a pedra e esconder a mão, colocando-se por detrás de quem os apoia, para depois receberem o dinheirinho que os faz viajar até Israel, por exemplo, para aplaudir abertamente o extermínio dos palestinos e depois, às escondidas, por cá, com Rosário nas mãos, abençoarem a humilhação dos portugueses a que, hipócritas, dizem pertencer. Cobardes, pois claro. Assim como nós, que permitimos isto. Até ver!».
Ass. Com toda a estima do Barra da Costa
Perguntem também a essa canalhada, que envergonha não só a raça deles, como a dos outros, aonde é que eles estavam e o que fizeram quando esta juíza «falou» o que acabaram de ler. E já foi no século XXI. Pois, mas é uma juíza! E se calhar é daquelas que até faz a história recuar umas décadas. Cobardes! Vendidos por um prato de lentilhas, quente e a horas!
Na altura eu escrevi e publiquei, mas isso fui eu, que sou racista. Mas eu também sei que é sempre mais fácil atirar a pedra e esconder a mão, colocando-se por detrás de quem os apoia, para depois receberem o dinheirinho que os faz viajar até Israel, por exemplo, para aplaudir abertamente o extermínio dos palestinos e depois, às escondidas, por cá, com Rosário nas mãos, abençoarem a humilhação dos portugueses a que, hipócritas, dizem pertencer. Cobardes, pois claro. Assim como nós, que permitimos isto. Até ver!».
Ass. Com toda a estima do Barra da Costa
Também assinamos por baixo este comentário de Barra da Costa. Já é
altura de acabar com a situação privilegiada em que vegetam estes
subsídio-dependentes do Estado (sejam ciganos ou outras raças e credos)
sugando a sociedade sem nada produzirem de útil… para além de «mamarem»
os subsídios sociais, muitos «engordam» à custa da vida marginal, têm
bons carros ( basta fazer uma visita a alguns bairros limitrofes de
Lisboa), e ainda se permitem agredir agentes da autoridade que os
querem pôr na ordem…Aplauda-se a medida do Governo de cortar regalias
sociais a quem tenha cometido crimes e obrigar a trabalhar em prol da
comunidade quem aufira o Rendimento Social de Inserção…já era tempo de
pôr alguma ordem neste sector, que continuava impune porque essa gente
dava votos em épocas eleitorais.Uma Justiça fraca,com pruridos
ideológicos, incapaz de chamar os «bois pelos nomes» e de actuar em
conformidade quando está em causa o desrespeito das autoridades, não é
digna de um Estado de Direito.Esta sentença da juíza de Felgueiras não
deixa de ser um «grito» no deserto…mas é um caminho que importa relevar.
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