Louis-Ferdinand Céline

Louis-Ferdinand Céline
(27/05/1894 - 01/07/1961)







Francis García faleceu



Conheci Francis García em Madrid durante uma reunião dos Círculos Doctrinales José Antonio, num escritório que tinham na calle Ferraz. Presidiu à reunião Diego Márquez e Carlos Ruiz Soto. Deve ter sido por volta de 1973. Pretendia-se preparar as “concentrações nacionais” dos Círculos. Francis estava sentado na primeira fila e, como era seu hábito, começou sussurrar-me acerca do que se dizia na mesa presidencial. Na verdade, nem ele nem eu nos encaixámos muito naquele ambiente, o qual acabámos por abandonar como uma fase não particularmente feliz da nossa vida. Mas essa primeira conversa foi o início de uma grande amizade e camaradagem que haveria de permanecer até um dia e meio antes de decidir pôr termo à vida. Na verdade, trocámos um último e-mail e a notícia seguinte que eu tive dele foi a da sua morte.
Francis era um homem especial. Todos os que o conhecemos podemos atestar isso. E era muito jovem. Não se encontra duas pessoas como ele por esse mundo fora. Intelectual tradicionalista, praticante do Budismo desde o Verão de 1978, militou no Círculo José Antonio, de Saragoça, na Frente Nacional da Juventude e na Frente da Juventude, tendo vindo a ser detido no ataque que pulverizou esta organização em Junho de 1980. Não obstante isto, continuaria ao longo da sua vida a sua busca espiritual, reunindo uma biblioteca muito extensa, provavelmente com mais de 10.000 volumes, dedicados a temas de espiritualidade que sempre constituíram o cerne da sua existência. Devido ao seu contexto familiar e ao seu talento para idiomas, essa biblioteca – que considero única em Barcelona – englobava livros em todas as línguas. No entanto, foi, sem dúvida, a biblioteca mais caótica e desorganizada que eu já conheci, mas também a mais completa: bastava pedir um título que era logo localizado em qualquer saco de plástico ou na borda de uma prateleira esquecida.
O seu mundo era a espiritualidade: dominava desde muito jovem a obra de Evola e de René Guénon. Conheceu Schuon e mestres sufis, assim como budistas e taoistas. Mantinha correspondência e amizade com intelectuais franceses desta corrente. Porém, os seus interesses intelectuais iam muito além da espiritualidade: sociologia, política internacional, estudo da modernidade, ecologia, sociedades secretas foram outros alvos da sua curiosidade. Raro era o dia em que não comprava um ou mais livros. Não há muitas pessoas assim. Sempre se interessou por pontos de vista alternativos. Quando surgiram os protestos do “não à guerra”, em 2003, Francis foi um dos que organizaram a grande manifestação pelas ruas de Barcelona, gritando contra a intervenção dos EUA no Iraque. Continuou a manter as suas opiniões políticas de sempre, mas também se aproximou do mundo alternativo.
Depois de se ter casado, passou os últimos sete anos da sua vida na China, tendo regressado um mês e meio afectado por vários problemas físicos. Ele gostava da China e eu creio que me pintou o quadro mais completo dessa sociedade, cuja evolução observava com interesse. Graças a ele, aprendi que o comunismo chinês não é diferente, ainda hoje, do pior estalinismo; e que a doutrina do marxismo-leninismo é obrigatória para todos os cursos académicos, sendo determinante a sua assimilação, sem a qual não pode haver progressão na carreira. Fiquei a saber que nos campi universitários chineses, os megafones impunham aos gritos os slogans do Partido Comunista, o que parecia ser uma situação orwelliana. Soube também, graças a ele, que o suicídio era uma situação comum na China e muitos dias se passavam em que a poluição ambiental não permitia ver a luz do Sol. Não admira que ele tenha voltado com problemas físicos. No entanto, ele gostava muito do povo chinês. Teve oportunidade, todavia, de conhecer melhor naquele país (e em todo o Sudeste Asiático) os professores de diferentes correntes espirituais. Sempre acompanhado de sua esposa, Yiffen, mulher de grande integridade, trabalhadora e culta.
Francis era uma das pessoas mais sociáveis ​​que eu conheci. Com facilidade, fazia bons amigos e sempre procurava ver as melhores qualidades das pessoas. Bastava uma frase, uma ideia simples para se interessar por alguém e, a partir daí, considerava essa pessoa um interlocutor válido. Claro está que nem sempre acertava. Às vezes deixava-se levar pelo seu entusiasmo pelas pessoas, mas, se teve decepções, também conheceu gente excepcional – alguns seriam últimos exemplos de um mundo que está a acabar, testemunhas de uma outra época, que agora vivem em auto-reclusão sem interesse em chamar a atenção, nem em expressar a sua existência.
Eu creio que fui um dos seus melhores amigos e, claro, todas as vezes que me despedia dele por e-mail, terminava com “Saudações cordiais do teu amigo e camarada”. Era um amigo e camarada. Foi alguém excepcionalmente modesto e o melhor elogio que podíamos fazer e aquilo que de facto ele queria era, mais do que tudo, ser “uma boa pessoa”.
Ficámos ambos muito satisfeitos quando, em 1988, um amigo e editor nos pediu para traduzirmos Cavalgar o Tigre. Conhecíamos o livro, o qual tínhamos lido em finais de 70, cujo texto nos havia transformado a vida, pois espiritualmente fez-nos entrar na maturidade. Nenhum de nós duvidava da superioridade intelectual de Julius Evola sobre qualquer outro da mesma corrente. Para os outros, a espiritualidade era algo que não tinha nada a ver com o mundo contingente. Para Evola, espiritualidade e vida eram dois pólos dificilmente separáveis. Muito diferente das grandes teses de Guénon, impossíveis de levar à prática, tendo conduzido os seus partidários a instituições tão contraditórias como o tradicionalismo católico, a maçonaria e o Islão, com Evola havia dois tipos de prática a eleger: uma adaptada ao homem de acção e exposta na sua obra Os Homens e as Ruínas, ideal para aqueles que acreditam poder fazer-se algo para impedir a decadência; em paralelo, para aqueles que acham que nada pode ser feito e que faz mais sentido resistirmos ao mundo onde predomina a modernidade, Evola escreveu as suas últimas reflexões no Cavalgar o Tigre. O livro, escrito na década de 60, segue todas e cada uma das correntes daquele tempo e recomenda algumas normas de comportamento frente a problemas novos. Ela diz-nos que o declínio que estamos a viver hoje não é da “sociedade tradicional”. “Assistimos sim é a uma crise da sociedade burguesa e dos valores burgueses”. Diz-nos que antes e acima de tudo, é preciso “superar o niilismo”, passando pelo mesmo, reconhecendo que não há instituições que valham a pena defender, parar de usar desculpas e esperanças vãs. O que Evola pretendia dizer é que há que iniciar uma jornada para o fim do niilismo, usando-o, para depois o superarmos e conseguirmos permanecer de pé ante o vazio e a vacuidade da sociedade moderna.
Traduzimos o livro em cerca de um mês, que, após ter sido publicado, foram feitas sucessivamente dezenas de edições e tem sido difundido à saciedade pela Internet. Aproveitamos a oportunidade para discutirmos e comentarmos a obra e respectivos temas e ampliarmos as nossas próprias conclusões.
Um dos capítulos de Cavalgar o Tigre intitulado “O direito sobre a vida: o suicídio” é das páginas mais duras que eu alguma vez li. Se a vida não é um valor supremo (e não é, pois o herói está disposto a entregar a sua vida, renunciando a ela, em defesa da sua comunidade, da sua dama, dos seus valores) e nós somos donos da nossa vida e responsáveis por tudo o que nos acontece, a morte por nossa própria iniciativa é uma opção. Mishima, Venner, Montherland, Drieu, seguiram esse caminho. Evola cita a frase de Séneca: “Se não queres lutar, podes retirar-te. Com efeito, nada te impede de morrer.” É uma opção.
Apenas duas doutrinas aceitam o suicídio como moralmente admissível: o estoicismo e o Zen. Eu e Francis sentimo-nos sempre muito próximos de ambas as correntes. Se com a primeira só poderia haver um conhecimento literário e intelectual, com o Budismo Zen, é possível encontrar “mestres espirituais” que nos demonstram os rudimentos da prática.
Houve um tempo em que os nossos caminhos espirituais se afastaram, mas nunca a nossa amizade. Sempre considerei Francis Garcia como um irmão e agora sinto a mesma dor de quando se perde um irmão de sangue. Isto para além da nossa cumplicidade e das nossas análises políticas. Francis procurava “mestres espirituais” e “sistemas de iniciação”. Eu, no final dos anos 80, fiquei convencido de que essa busca era muito problemática: nada indicava que tal ainda existisse (pelo menos digno desse nome). A partir daí, comecei a imaginar a espiritualidade como uma parede em branco e o meio mais viável para aceder a ela seria a meditação Zen. Procurar sistemas complexos de iniciação poderia representar gastar muito tempo e esperanças excessivas susceptíveis de decepcionar. E o tempo não volta para trás. Quanto à “iniciação”, tinha conhecido sistemas iniciáticos quanto bastasse para duvidar de sua eficácia nos tempos actuais: era como se as portas de outros tempos permanecessem abertas e, permitindo o trânsito do mundo do contingente para a transcendência, se tivessem depois fechado. Tal é o drama da nossa época.
Tudo isso nada mais é do que aquilo que Evola nos disse: era necessário fazer a viagem até ao fim do niilismo, apurar o niilismo em todos os seus aspectos e actuar como o cavaleiro da gravura de Anton Dürer, “O cavaleiro, a morte e o Diabo”. O cavaleiro de Dürer, sem dúvida o melhor artista alemão, ainda que assediado e seguido pelo Diabo, parece dotado de uma serenidade impassível a toda a prova. Esta é a forma como devemos actuar ante a destruição omnipresente da modernidade. Não há remédios “tradicionais” acessíveis. As portas estavam já fechadas. Somos só nós diante do vazio. Sozinhos perante nós próprios. Sozinhos ante a ilusão de um mundo impermanente e em plena desintegração. Reconhecer isso implica colocarmo-nos perante o “ponto ómega” da nossa própria existência: e então abrem-se duas vias. A de aceitar a vida, tentar tirar proveito do que ela oferece. Ou considerar a inutilidade da viagem, pois sabemos com o que nos iremos deparar e retirarmo-nos, isto é, morrer. Francis escolheu a segunda opção.


As máscaras caem



Pierre Vial
Terre et Peuple Magazine n° 46
Inverno/2010

(…) Chegando a ter que lamentar ter tido razão e preferiríamos ter-nos equivocado. Infelizmente… Os factos aí estão. Quando publiquei no número 44 de Terre et Peuple “Grandes manobras judaicas de sedução à extrema-direita europeia”, não quis citar certos nomes, no benefício da dúvida. Hoje, já, não há dúvida.
De facto, uma delegação de representantes de movimentos “nacionalistas europeus” fazia visita de “peregrinação” a Israel nos princípios de Dezembro. Era constituída, entre outros, por Heinz-Christian Strache, presidente do FPÖ austríaco, Andreas Moelzer, eurodeputado do FPÖ, Filip Dewinter e Frank Creyelmans, do Vlaams Belang (sendo Creyelmans presidente da Comissão de Relações Externas do Parlamento flamengo), René Statkewitz e Patrick Brinkmann (do alemão Pro NRW). Recebida no Knesset, a delegação depositou uma coroa de flores no Muro das Lamentações (vejam as fotos de Strache e Moelzer com a kippah…), depois visitaram a fronteira entre Israel e a Faixa de Gaza, onde se encontraram com oficiais israelitas de alta-patente encarregados de explicarem a situação no terreno. Visitaram a cidade de Ashkelón, tiveram uma recepção pelo Presidente da Câmara de Sderot, entrevistas com o ministro Ayoob Kara, do Likud, com o rabino Nissim Zeev, deputado do movimento Shas (catalogado como de “extrema-direita”), ambos partidários do Grande Israel que implica a recusa da evacuação das colónias judaicas da Cisjordânia…
A razão oficial da presença de tal delegação era a participação num colóquio justificando a política israelita contra os palestinianos. Daí a “Declaracão de Israel” apresentada pelos visitantes europeus afirmando: “Derrotamos os sistemas totalitários como o Fascismo, o Nacional-Socialismo e o Comunismo. Agora, encontramo-nos perante una nova ameaça, a do fundamentalismo islâmico, e tomaremos parte na luta mundial dos defensores da democracia e dos direitos do homem.” Dewinter precisou: “Visto que Israel é o posto avançado do Oeste livre, devemos unir as nossas forças e lutar juntos contra o islamismo aqui e em nossa casa”. Em poucas palavras, a tramóia que já tinha denunciado anteriormente funcionou muito bem.
Esta gente, guiada pela preocupação de conseguir a qualquer preço uma carreira política, escolheu o que Marine Le Pen chama a “desdiabolização”. Dito de outra forma, pôr-se ao serviço de Telavive. Lamentável e, sem dúvida, inútil cálculo.
Nós temos uma linha clara: nem kippah, nem keffieh, nem kosher, nem hallal, nem Tsahal, nem Hamas. Não lutamos a não ser pelos nossos. Contra os invasores e os exploradores. Não, não morreremos por Telavive!

Equinócio

Tal como todos os anos, de cara ao Sol, os Legionários renovaram o seu Juramento:
A HONRA É NOSSA PÁTRIA, FIDELIDADE A NOSSA MÃE!

EL PELIGRO DE LA INVASION ISLÁMICA Y LA HISTERIA ANTI ISLÁMICA

Por Ramon Bau

Es bastante curioso ver que muchos ‘identitarios’ arremeten en libros, textos, actos, etc contra el islamismo y la invasión inmigratoria, llegando a proponer este tema como el enemigo esencial y el islam (en su versión incluso más coránica) como un peligro grave y principal.
Esto ha llegado a extremos alucinantes, como con Guillaume Faye y otros muchos pensadores que se han convertido en pro sionistas a base de ser anti islámicos.
Este tema tiene varias facetas que por supuesto nadie analiza seriamente, y ha llegado a ser una especie de lugar común donde se encuentran en el mismo parecer los del Sistema con los identitarios que se consideran anti Sistema.
Vamos a intentar analizar el tema sin ser en absoluto proclives a aceptar el islam como algo benigno en Europa, ni mucho menos la invasión inmigratoria, pero sin dejar de situar este tema es su marco exacto de importancia.

1. LA INVASIÓN INMIGRATORIA ES UNA CONSECUENCIA, UN FRUTO, NO UNA RAÍZ
La invasión es producto del sionismo y su política de destruir Europa, ha sido el sistema sionista y capitalista el que ha inducido, aceptado, aprobado y fomentado la invasión.
Luego nuestra ‘guerra santa’ es primero contra el sistema capitalista, apoyado y alimentado especialmente por los lobby sionistas, pues solo destruyendo esa raíz podemos luego acabar con la invasión.
No había invasión en 1930, pese a que habían también barcos y pateras, y la necesidad de los africanos era aún mayor que la de ahora… simplemente los gobiernos europeos no dejaban que hubiera invasión. Ésta es un producto de la política sionista desde 1945 para destruir la identidad e integridad étnica de Europa, apoyada por el capitalismo que desea un mundo global, mano de obra barata y eliminar toda idea de Nación o Pueblo a cambio de convertirlos en solo productores y consumidores globales.
Por ello cuando leo en un manifiesto anti-islam:
“Pinchos morunos y cerveza. A la sombra de la antigua muralla de Melilla, mi interlocutor - treinta años de cómplice amistad- se recuesta en la silla y sonríe, amargo. «No se dan cuenta, esos idiotas - dice. Es una guerra, y estamos metidos en ella. Es la tercera guerra mundial, y no se dan cuenta». Mi amigo sabe de qué habla, pues desde hace mucho es soldado en esa guerra. Soldado anónimo, sin uniforme. De los que a menudo tuvieron que dormir con una pistola debajo de la almohada. «Es una guerra - insiste metiendo el bigote en la espuma de la cerveza. Y la estamos perdiendo por nuestra estupidez. Sonriendo al enemigo»“.
Le contestaría que lo que tenemos es una guerra contra el capitalismo y la política sionista anti europea, no principalmente una guerra contra el islam, en absoluto.
Y no es nuestra estupidez la culpable (al menos de forma directa), sino la democracia y el poder económico que nos domina, nuestra ‘esclavitud’ al dinero es la causante de esa invasión.

2. EL ISLAM EN MUY ACEPTABLE EN SUS PUEBLOS Y ZONAS
No me gustan muchas cosas del Islam pero no me importa nada que las apliquen en Irán, Iraq, Afganistán, o en Libia. Es más, lo curioso es que los regímenes ultra islámicos son los que menos inmigración mandan a Europa. Son los sistemas llamados pro-occidentales, dictaduras militares o capitalistas absolutos, vendidos totalmente a la banca, como Marruecos o Argelia, los que aportan la inmigración masiva.
Por eso no concuerdo con ese mismo texto anti-islámico cuando dice:
“Como se repitió en aquel Irán, donde los incautos de allí y los imbéciles de aquí aplaudían la caída del Sha y la llegada del libertador Jomeini y sus ayatolás. Como se repitió en el babeo indiscriminado ante las diversas primaveras árabes, que al final - sorpresa para los idiotas profesionales - resultaron ser preludios de muy negros inviernos”.
No veo ventaja alguna para aceptar al Sha, capitalista vendido a USA y la CIA-Sionista, pura miseria moral. Que haya un régimen islámico en Irán o en Iraq no me preocupa nada, y tienen todo el derecho a tenerlo si ellos lo quieren.
Se me dirá sobre su posible ‘apoyo al terrorismo’, pero ya es hora de que se diga sin miedo que el terrorismo islámico no es culpa del Islam sino de Israel y un ‘occidente’ vendido a Israel. Sin la brutalidad israelita y sus matanzas, sus limpiezas étnicas y demás crímenes, sin el apoyo de USA-Occidente a esos crímenes, sin las invasiones en países islámicos, no habría terrorismo islámico en occidente.
No me preocupan los ayatolás sino los lobby sionistas y capitalistas de aquí.

3. LA TEOCRACIA ISLAMICA NO ES EL PROBLEMA
Para el laicismo occidental es fácil criticar al islam por sus sistemas teocráticos, y así en ese mismo texto anti-islámico se vuelven a equivocar al decir:
“cuando las palabras libertad y democracia, conceptos occidentales que nuestra ignorancia nos hace creer exportables en frío, por las buenas, fiadas a la bondad del corazón humano acaban siendo administradas por curas, imanes, sacerdotes o como queramos llamarlos, fanáticos con turbante o sin él, que tarde o temprano hacen verdad de nuevo, entre sus también fanáticos feligreses, lo que escribió el barón Holbach en el siglo XVIII: «Cuando los hombres creen no temer más que a su dios, no se detienen en general ante nada».
Dos errores:
a) Occidente no quiere implantar democracias sino establecer regímenes esclavos del capitalismo y además que sean dóciles ante Israel.
Argelia, Egipto, entre otros, son ejemplos de ese apoyo a la dictaduras militares más brutales contra el islamismo que había ganado las elecciones ‘democráticas’, son dictaduras apoyadas y financiadas por las democracias.
Y otro ejemplo es el apoyo ‘democrático’ a Arabia Saudita u otros principados totalmente anti democráticos, pero dóciles al dinero y a sus negocios de petróleo occidentales.
Así pues lo de la democracia es solo una mentira, una excusa, una falsedad más típica de las democracias, que son la tapadera hipócrita de las plutocracias.
b) Los que no tienen Dios, comunistas ateos declarados, o los masones capitalistas, han matado muchísimos más inocentes que el islamismo radical actual. Mao o el comunismo ateo ha masacrado mucha más gente que todo el islam junto.
Y esos USA-Israel ‘demócratas’ han matado en los últimos 40 años más islámicos (árabes de todo tipo, afganos, sirios, irakies, palestinos, etc.) que todo el islam radical.
Así que nada de culpar a las teocracias islámicas. Para colmo Israel es una teocracia y un sistema basado en la idea de SU Dios privado y ese ser el ‘pueblo elegido’. Ya decía Schopenhauer que su dios está a la altura de ese pueblo…

4. LA BRUTALIDAD ISLÁMICA Y LA PRENSA
Sin duda no me gustan los medios del islamismo radical de degollar en público, lapidar y demás barbaridades que cometen en sus países bajo la Ley Islámica.
Ahora bien, es curioso que cuando se degüellan a unos 3 o 4 periodistas o se matan unos centenares de combatientes en las guerras civiles allí, la prensa pida invasiones, bombardeos y ataques contra el islamismo… cuando justo hace muy poco miles de palestinos eran bombardeados, escuelas y hospitales quemados, niños destrozados, madres troceadas por metralla, en Gaza, y el occidente sionista aplaudía e incluso enviaba dinero a Israel para comprar más bombas.
No se pidió entonces que se atacaran las bases israelíes para evitar esa matanza mucho mayor que la de los pocos degollados.
Así dice, con razón, ese desgraciado texto anti-islámico:
“Lo sabe quien busque en Internet los miles de vídeos y fotografías de ejecuciones, de cabezas cortadas, de críos mostrando sonrientes a los degollados por sus padres, de mujeres y niños violados por infieles al Islam, de adúlteras lapidadas - cómo callan en eso las ultrafeministas, tan sensibles para otras chorradas -, de criminales cortando cuellos en vivo mientras gritan «Alá Ajbar» y docenas de espectadores lo graban con sus putos teléfonos móviles.”
Pues sí, estas cosas no me gustan, como no me gusta ver a negros africanos matarse entre sí de la forma más brutal y primitiva. Pero no veo ventaja a usar ametralladoras y bombas de fragmentación israelíes en Líbano o Gaza, o bombardeos masivos americanos en Irak o Afganistán… que matan a muchos más aún.
Claro que la prensa procura no mostrar tanto el tema y los medios procuran suavizarlos, excusarlos e ignorarlos.
Y resulta que nosotros, Occidente, apoya esas bombas, somos co-responsables de ellas… y en cambio solo pedimos represalias por los degollamientos de los islámicos.
Hemos de ser conscientes de que la prensa, Tv, cine, etc., siempre presentarán el Islam como el enemigo (cuando no presentan a los ‘nacis’, claro) y jamás a los israelíes ni a los bombardeos USA.
Igual se creen esos anti islámicos que el atentado del 11 de septiembre en USA y otros fueron un capricho salvaje simple, y no una reacción brutal e injusta contra la brutalidad infinita, e injusta, de Israel y USA contra los palestinos y otros pueblos islámicos.
Si yo fuera palestino les diría a los anti islam que si quieren menos radicales islámicos, eliminen primero a los radicales israelíes y dejemos de ser sus aliados, provisores de armas y dinero dejemos de ser sus escudos mediáticos y políticos contra toda crítica anti sionista.

5. LAS LEYES ISLAMICAS INFECTAS
Hay una serie de temas en los que el Islam propone soluciones que nos repugnan a los arios. El trato de la mujer, la poligamia, las leyes coránicas y la teocracia, la matanza ritual de animales, las ocultaciones corporales absurdas de la mujer, en fin, costumbres y tradiciones que nos son totalmente ajenas.
Afortunadamente por ahora estas costumbres e imposiciones no se han impuesto en occidente, no debemos soportarlas nosotros, nuestra gente. Al menos por ahora. Incluso hay leyes para castigar algunas de ellas.
El que se apliquen en sus países no es cosa nuestra, como no lo son las malas costumbres de los países africanos o asiáticos en sus propias zonas. Hemos de eliminar la idea de que somos colonialistas y queremos imponer nuestras costumbres a ellos, lo mismo que nos negamos totalmente a aceptar las suyas en nuestros pueblos.
Ahora bien, esos críticos del Islam nunca recuerdan que no estamos NADA satisfecho de nuestras modernas costumbres: droga libre y su comercio aumentando el PIB oficial, prostitución respetada y también aumentando el PIB oficial, pornografía de lo más repulsivo pública y legal, usura salvaje, costumbres podridas, homosexualidad casi obligada de admirar, abortos masivos, etc. esas ‘costumbres’ que nos ha impuesto la democracia, el sionismo, los progresistas y los capitalistas nos parecen al menos tan repugnantes que las islámicas, y a menudo más infames.
Y esas nos las han impuesto y las tenemos que soportar en nuestros pueblos. Es pues mucho peor la influencia del sionismo, progresismo y democracia que la del Islam.

6. LA LEGALIDAD Y LA DENUNCIA AL ISLAM
Para evitar problemas se suele poner a veces, no siempre, ‘islam radical’, en las críticas, evitando así el problema de ser acusados de ‘fomento del odio por motivos religioso’, pero la realidad es que el sistema acepta bastante bien las críticas al Islam, como las que se hagan al cristianismo.
Lo que no es normal es ver críticas al judaísmo, como religión, como judaísmo talmudista.
En realidad el judaísmo talmudista tiene muchas más implicaciones contra nuestra forma de vida y nuestra existencia que el Islam radical. El Talmud contiene textos muchísimo más repugnantes y más dañinos, que han comportado actuaciones mucho más graves. Su supremacismo racial y su desprecio y odio al goim y al cristianismo, su fomento de la usura contra el goim, han tenido consecuencias mucho más graves que los defectos evidentes del Corán (que por ahora no han afectado gravemente a nuestra conducta y tradiciones).
Las leyes actuales protegen a la mujer de los desmanes contra la mujer del Corán, pero no de la acción de los lobby financieros influidos por el talmudismo.
Un insulto a Cristo se puede leer en docenas de revistas europeas, pero no a los rabinos o al dios judío. Y tampoco es normal a Mahoma. La razón es que si insultan a la religión judaica les caerá encima no solo el fiscal sino el boicot comercial y económico… y en el caso de Mahoma no será así pero pueden ser víctimas de un atentado islámico.
En resumen, las leyes actuales de ‘fomento del odio’ no se han hecho para defender al islamismo sino al sionismo. Y el sistema de boicot económico funciona tan perfectamente que todos esos que escriben contra el ‘Islam radical’ no se atreven ni a poner una línea contra el ‘judaísmo talmúdico’.
El abogado de una de las acusaciones particulares en el juicio que soporté hace unos años, un cretino total, se empeñaba en indicar al juez que éramos anti-sionistas para ocultar el anti judaísmo, ser anti-sionista era ya delito para la inquisición moderna. En cambio criticar al Islam es fácil y no trae consecuencias.
Por ello a esos ‘valientes’ que critican al Islam, les conmino a que escriban contra el sionismo y el talmudismo, ¡a ver si se atreven!
Y en especial mi repugnancia por aquellos que para combatir el Islam se hacen pro sionistas, ellos son el aliado del enemigo de verdad.

7. CONTRA LA INVASION INMIGRATORIA ILEGAL
Desde luego la invasión que ha sufrido y sufre Europa es una tragedia enorme, que llevará a problemas gravísimos en el futuro. Ha sido totalmente ilegal en su entrada, favorecida y promovida, y luego legalizada por los poderes políticos al servicio del mundialismo.
Es un tema muy grave que no tiene solución mientras el poder político esté en manos del capitalismo y el progresismo globalizador. Pero que es solucionable si el movimiento identitario tomase el poder y eliminase ese enemigo principal que es el Sistema.
Es indignante como el poder político favorece y promueve esa invasión. Pongamos un ejemplo de una denuncia realizada hace poco por un funcionario español:
“Va el ejemplo de hoy. Al estado español le cuesta más de 10.000 euros cada boda de un marroquí. ¿Cómo? Muy sencillo, cuando a un joven marroquí se le acaba el paro y viene a por el subsidio le preguntas: ¿Estás casado? No ¿Tienes hijos? No. Pues no tienes derecho al subsidio porque no “mantienes” a nadie. A la semana siguiente aparece con un papel en árabe traducido al castellano que dice que un “cura” marroquí le ha casado hace 3 días… y ¿qué hacemos nosotros? Pues le hacemos ¡el mejor regalo de bodas!: vacaciones pagadas de 2 a 3 años en su país viviendo a cuerpo de rey. Porque como os podéis imaginar el coste de la vida allí no es ni la mitad que aquí. Lo único que tiene que hacer es renovar la tarjeta de demanda cada 3 meses. Pero no os preocupéis, se lo hemos puesto fácil, pueden hacerlo por internet, ni siquiera tiene que esperar en la cola de la oficina del INEM para su visado. Al “casarse” ya mantiene a una persona, a su mujer, que está en Marruecos y que nunca pisó España. Por eso ya tiene derecho a un subsidio de 2 años de media. Cada boda marroquí nos cuesta a los españoles entre 10.000 y 20.000 euros. Así de fácil. No le deis más vueltas. Es así, ellos lo saben y actúan en consecuencia. Paga la dote al vecino para “estar casado” con su hija (Y ES LITERAL, LO LEO EN SUS CERTIFICADOS MATRIMONIALES TRADUCIDOS) y ya puede vivir de vuestro trabajo varios años.”
La culpa no es del marroquí que se aprovecha, sino del Estado español y europeo que permite y apoya este tipo de trampas y de situaciones, perfectamente conocidas.
Ni deseamos el Islam radical en Europa pero muchos menos, y principalmente, no deseamos el capitalismo, el progresismo y el sionismo.
Y dejemos a los países africanos o islámicos sus costumbres, ya tenemos bastante trabajo para eliminar de nuestros pueblos y países las malas costumbres impuestas por el Sistema.
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