Corneliu Zelea Codreanu - O Inicio da Vida Legionária



Corneliu Zelea Codreanu - The Beginnings of Legionary Life

Coincidindo com o aniversário do seu assassinio, esta secção do capítulo "The Legion of Michael the Archange" é tirada da autobiografia de Corneliu Zelea Codreanu "For My Legionaries", e diz respeito aos fundamentos do movimento Legionário que foi fundado por Codreanu no periodo entre as guerras.
A Legião lutou incansavelmente por uma Roménia tradicional e cristã, e foi por essa causa que Codreanu deu a sua vida em 1938.
 

Descanse em paz, Căpitanul.

Entrevista a Julius Evola (Traduzida em Português)


Parte 1 - Dadaísmo, Doutrina do despertar, RCMM, Tradição Hermética


Parte 2 - Dadaísmo, Doutrina do despertar, RCMM, Tradição Hermética


Parte 3 - Dadaísmo, Doutrina do despertar, RCMM, Tradição Hermética


Parte 4 - Dadaísmo, Doutrina do despertar, RCMM, Tradição Hermética

Adenda ao último post

De Eduard Alcántara:

"Evola dice que para ser de 'raza pura' tienes que cumplir con los 3 niveles de la misma: la 'raza del espíritu', la 'raza del alma' y la 'raza del cuerpo'. La del cuerpo es un reflejo de la del alma y ésta de la del espíritu. En el plano del Espíritu se debe conquistar un tipo de Espiritualidad solar, esto es, llegar al Conocimiento del Principio Primero eterno e Inmutable y transformar interiormente hasta hacerte uno con él (esto a través de la 'vía heroica' que supone la Iniciación).  En el plano del alma (como sinónimo de mente), como de forma natural al haber culminado lo dicho anteriormente en el plano del Espíritu, se deben hacer nuestros valores como la 'gravitas', la fidelidad, el honor, la lealtad, la constancia, la impasibilidad, el espíritu de servicio y sacrificio, la abnegación,... Y en el plano del cuerpo los valores propios del plano del alma se reflejarán en una nobleza de rostro de ese hombre indoeuropeo que, dicho sea de paso, al ser, a su vez, descendiente del hombre boreal de la Edad de Oro es el único que atesora la potencialidad de Conquistar la Eternidad (a través de la mencionada 'vía heroica').
Este arquetipo de 'raza pura', que cumple con los tres planos del hombre, no es un punto de partida sino una meta a la que aspirar. Se llegue a su culminación o no lo cierto es que si se brega por ello se habrá recorrido mucho camino que, quizás, sea completado en el post mortem.

Para conocer los pormenores esta vía post mortem es recomendable la lectura del "Libro Tibetano de los muertos" o "Bardo Thodol" o del "Libro egipcio de los muertos". De ella hablo en https://septentrionis.wordpress.com/2009/02/08/la-ilusion-reencarnacionista/
 
 
Ciertamente el cristianismo no acredita en la necesariedad de las cualificaciones innatas y es por esto (en parte)por lo que ofrece la posibilidad a todos.
 
Para saber de lo explicado por Evola sobre el tema de la raza tenemos su "Sintesi di dottrina della raza" (traducido al castellano como "La raza del Espíritu) y sus "Orientaciones para una educación racial". También escribí al respecto:
 
Mucho se ha escrito, a partir del desconocimiento, sobre la postura que el gran intérprete de la Tradición, Julius Evola, mantuvo a lo largo de su vida a propósito ...
 


Hace algún tiempo redactamos un escrito bajo este mismo título. En aquella ocasión empezamos por intentar realizar un esbozo de la ´doctrina de la raza´ que el ...
 
 
Lamentablemente sigue sin entenderse, por franco desconocimiento, la postura que Julius Evola tenía con referencia al tema racial. Tanto es así que hace poco ...
 


Las presentes líneas no son más que la continuación de tres escritos que fuimos publicando hace un tiempo y que llevaban el mismo título que éste. El sentido de ...
 
 
 
 
 
Um dia alguém nos comentava uma passagem da Cidade de Deus de Santo Agostinho: Vês aqueles homens (?), parecem iguais a nós, alguns até são muito parecidos, mas é só exteriormente porque por dentro eles não nos pertencem e estão até nos nossos antípodas.

Solstício de Inverno

Tal como todos os anos, a Legião celebrou, no passado dia 21, a sua cerimónia do Solstício de Inverno. No dia mais curto do ano, no dia em que o Sol morre para de seguida renascer, a Legião evoca sempre aqueles que, embora já não se encontrando fisicamente entre nós, continuam a marchar nas nossas fileiras em espírito. Aqui fica o texto lido durante a cerimónia deste ano:
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 Em 2009 a estreia americana do filme alemão A Woman in Berlin e um estudo universitário sobre as vítimas alemãs de violação começaram a despertar a atenção para um assunto que ainda é considerado um tabu na sociedade alemã e ocidental da actualidade: as violações em massa de mulheres alemãs perpetradas pelos soldados do Exército Vermelho, após a queda do III Reich de Hitler.
Quanto ao filme, este é baseado num diário de uma mulher anónima berlinense, que teve vida bem real. Dolorosamente real.  Baseia-se num livro, da autoria da jornalista  Marta Hillers, publicado numa edição anónima. A narrativa cobre a época que vai de 20 de Abril a 22 de Junho de 1945, durante a tomada de Berlim por parte da forças soviéticas. A escritora descreve a propagação de situações de estupro por parte dos soldados do Exército Vermelho, inclusive a dela própria. A sobrevivência era encarada por estas mulheres com algum pragmatismo, e por vezes escolhiam alguns oficiais soviéticos de alta patente para sua protecção. Quando foi publicado em 1953 na Alemanha Ocidental, o livro foi recebido com desprezo e negação. A autora recusou-se a publicar outra edição durante o seu tempo de vida. A primeira edição em inglês surge nos EUA em 1954. Em 2003, dois anos depois da morte de Hiller, uma nova edição é publicada na Alemanha, de novo anónima. Um editor alemão Jens Bisky, identificou a autoria do livro como sendo da jornalista Marta Hillers, o que causou alguma controvérsia literária, tendo certas facções político-intelectuais colocado questões quanto à sua autenticidade. Mais tarde , em 2008 irá dar origem ao filme mencionado.  
As questões colocadas pelos críticos do livre vêm sendo facilmente desmontadas, pelo menos, quanto à veracidade histórica da narrativa. Pois os historiadores apontam que cerca de dois milhões de mulheres alemãs foram violadas após as forças soviéticas e dos aliados terem derrotado o exército alemão, na primavera de 1945. Durante décadas, as mulheres alemãs mantiveram silêncio acerca deste facto, tal como acontece com um trauma profundo.
No entanto, actualmente, um investigador alemão encetou um estudo pioneiro acerca destas vítimas de violação.
Após um longo silêncio, a propósito desse estudo, uma contemporânea desse funesto período, Ruth Schumacher, com 83 anos, decidiu contar a sua história, no ido ano de 2009. Ela lembra-se com clareza de vários factos, como por exemplo de pedir abrigo e protecção dos ataques aéreos de americanos e soviéticos. Tinha 18 anos de idade quando estava  amontoada e ferida, em conjunto com dezenas de civis, com água gélida até aos joelhos, numa mina abandonada em  Halle-Bruckdorf, na Alemanha Oriental.
Conta ela que pouco demorou até os combates terem acabado e, após as forças americanas se terem retirado, os soldados do Exército Vermelho começaram a atacar sexualmente as mulheres mais jovens da cidade.
"Fui violada por um grupo de cinco russos. Estas memórias regressam constantemente; é impossível esquecer uma coisa destas. Por vezes, depois de ter falado sobre isto, acordo passadas poucas horas de sono com pesadelos, a gritar e a chorar. "
Schumacher de muito pouco se esqueceu, durante estes 65 anos, na memória prevalecem os rostos dos violadores e as dores sentidas. Muitas das amigas dela foram também violadas repetidamente. Mas nenhuma delas fala nunca acerca do assunto.
"Avisei uma amiga minha a quem aconteceu isto para não falar sobre o assunto a ninguém, pois seria muito perigoso. Ninguém falava sobre o que se passou."
Na Alemanha de Leste comunista, contou Schumacher que foi forçada a assinar uma declaração na qual negava peremptoriamente que alguma violação tivesse ocorrido. Na posição oficial da República Democrática Alemã, os soviéticos foram libertadores e nunca perpetradores de crimes de guerra.
Como resultado disto, para as mulheres deste antigo país, o medo de perseguição política e a vergonha - em conjunto com sentimentos de culpa pelas propaladas atrocidades do regime nazi - criaram um determinado código de silêncio.
"Eu não queria saber nada acerca do que aconteceu às outras pessoas nem elas queriam saber da minha situação. A minha consciência estava pesada quanto bastasse. Não a queria piorar ainda mais. Embora nos sentíssemos envergonhadas acerca das coisas que se falavam sobre os crimes da época nazi, nós não tínhamos culpa das atrocidades que os governos cometem." Ela também referia que alguns alguns soldados soviéticos diziam pagar na mesma moeda aquilo que as tropas alemãs haviam feito aquando da entrada das forças do Eixo na União Soviética alguns anos antes. Todavia, não há registo que prove que tal precedente se tenha verificado.
Um trauma duradouro
Os historiadores indicam que pelo menos dois milhões de mulheres alemãs foram violadas no final da II Guerra Mundial. Este número baseia-se nos registos clínicos hospitalares e nas interrupções voluntárias de gravidez aqui registadas.
Muitas mulheres, como Schumacher, foram violadas várias vezes. Os tribunais militares e outros tipos de registos denunciam várias centenas de violações perpetradas por soldados americanos e franceses em 1945, mas a grande maioria foi da autoria dos soldados soviéticos na zona oriental da Alemanha.
Dr. Phillip Kuwert, a médico catedrático da University of Greifswald, do departamento psicoterapia, aponta que cerca de 200 000 crianças foram concebidas por alemãs violadas por soldados russos.  
Aliás, Kuwert entrevistou as mulheres mais velhas das que foram violadas em 1945. O objectivo maior do estudo era registar o impacto de longo prazo do trauma que elas mostravam, Este médico pretendia obter o depoimento destas violações antes de estas mulheres morrerem.
"Elas ficaram muito sensibilizadas com o nosso estudo e tudo isto, em especial porque o seu sofrimento ganhou uma voz. Mesmo que tardia. Ter uma voz é melhor do que permanecer no silêncio para sempre." disse ele.
Mesmo assim, Kuwert escolhe muito criteriosamente as suas palavras, pois a Alemanha tem-se deparado com muitas dificuldades para lidar com o propalado passado de genocídio e crimes. Por isso, confrontou-se com muitas dificuldades para conseguir livremente pesquisar entre pessoas não judias na qualidade de vítimas.
Ele reporta também que recebeu muitos emails da parte de familiares das vítimas dizendo que muito gostariam que este estudo tivesse sido feito muitos anos antes, de modo a que suas mães e avós tivessem participado nele.
A violação de mulheres indefesas desde sempre constituiu uma arma de guerra por parte das forças ocupantes. Mesmo quando estas não se manifestam sob a forma militar. Constituem uma manifestação de força dominadora sobre algo e alguém que já não tem defesa válida, nem o elemento alpha, masculino, macho, para seu resguardo. É a ofensa máxima que algum povo, enquanto colectivo, identidade, poderá sofrer. Ele está a acontecer sob os nossos olhos, de modo mais sub-reptício e sob o beneplácito e consentimento inconsciente de muitas mulheres deste Ocidente putrefacto.
 

ENTREVISTA A EDUARD ALCÁNTARA

Hace unos pocos años se nos realizó, de parte de Editorial Eas, una entrevista que hasta ahora había quedado inédita. Dado que los contenidos de nuestras respuestas responden, como no podía ser de otra manera, a nuestra concepción Tradicional de la existencia hemos decidido su publicación:

PREGUNTA:
Estimado Sr. Alcántara, la educación pública está envuelta por un dogma invulnerable que presupone ciegamente una línea de progreso positiva, causando así la despreocupación y confianza por la educación de las nuevas generaciones, de la que debiera encargarse el Estado muy adecuada y honestamente. ¿Podría hablarnos de la realidad del ámbito educativo en España, teniendo en cuenta su cercanía al mismo? ¿Por qué patrones generales se rige, por ejemplo, la asignatura de “Historia” y/o “Filosofía” oficialmente?
RESPUESTA:
Vivimos en una época en la que sólo se habla de derechos (que, por otro lado, el Establishment casi nunca cumple) y a duras penas se hace mención a los deberes y obligaciones. El deber presupone esfuerzo y éste resulta casi incomprensible – a la vez que poco menos que algo denostado- en especial para las generaciones más jóvenes que sólo conocen de la vida fácil en la que sus deseos les suelen ser satisfechos sin la contrapartida del haber hecho merecimientos para obtenerlos. Exigirles esfuerzos y el cumplimiento de sus deberes choca, pues, con su fofo carácter no forjado y los resultados se plasman, ¡cómo no!, en el ámbito educativo con una deficiente asimilación de los contenidos (ya de por sí rebajados en su dificultad) trabajados en clase. Nuestro mundo hedonista es laxo y nuestros alumnos son un fiel reflejo de esa laxitud.
Si a los alumnos se les imbuye de la idea de que vivimos en la mejor de las sociedades posibles, de que el nuestro es el mundo más evolucionado y de que, por contra, el pasado equivalía a retraso cultural y político poco interés pueden tener hacia la historia de su comunidad y/o de la entidad política y/o étnica a la que pertenecen y menos aún hacia la de otras comunidades que le son más o menos ajenas; aunque, paradójicamente, se existe (desde las instancias político-culturales) un incomprensible y aun oscuro interés de ensalzar, entre el alumnado, la historia de pueblos, culturas y etnias totalmente ajenos a la idiosincracia, valores y concepción del mundo que fueron los nuestros característicos. Resulta difícil saber si estos procederes responden a la convicción, por parte de sus mentores, de que en efecto la historia de otros pueblos disímiles al nuestro resulta más loable que la nuestra propia (y, por ello, más digna de ser enseñada a lo largo de las diferentes etapas educativas) o, en cambio, si dichos procederes son fruto de oscuros, negros e inconfesables intereses, maniobras y planes que pretenden cercenar nuestras raíces y nuestra esencia más genuina para convertirnos, definitivamente, en materia fácilmente dúctil y manipulable de cara a los intereses y a las estrategias de este mundo globalizado que va abocando al género humano a una situación mental de encefalograma plano. Quizás dichos procederes respondan a una suerte de enfermizo y suicida etnomasoquismo que ha ido creciendo al calor de la ideología dominante tras el triunfo de la Revolución Francesa y que ha hecho triunfar lo pusilánime, lo igualitario y los valores mercantiles y denosta lo jerárquico, el heroísmo, la concepción trascendente de la existencia, lo viril, guerrero y heroico y, por todo ello, abomina de lo más álgido de nuestra historia …cuyos momentos y hechos más memorables se alumbran en el seno -y a causa- de esos valores a los que anatemiza la ideología dominante.
El área -o asignatura- de Historia viene dada con una hipertrofia de contenidos de orden socio-económico, demográfico, comercial,… que suele hastiar hasta la exasperación al alumnado y le aleja de cualquier tipo de interés por esta disciplina. En cambio, se le ocultan hazañas, momentos épicos, personajes de gesta que despertarían el interés por la historia pero que al Sistema le supondría un grave inconveniente …el inconveniente de que el alumnado contrastara pasados episodios, valores y personajes dignos de encomio con la miseria humana preponderante hoy en día, con la medianía, la bajeza, la ruindad y la mediocridad del proceder de nuestros actuales congéneres en general y de nuestros dirigentes en particular y que, asimismo, contrastara con los antivalores que desgraciadamente rigen hoy en la actualdad. Y es que quien desconoce la historia suele ser más dócil por ser más acrítico, pues sólo conoce del mundo insulso, materialista y consumista en el que se ha criado y desconoce otras posibilidades, otros valores, otra forma de vertebrar la sociedad, otras maneras de entender la vida y otro tipo de instituciones políticas con las que comparar el paroxismo reinante.
El liberalismo, como ideología dominante, también ha seleccionado a su conveniencia el temario de asignaturas como la de Filosofía, difundiendo entre los estudiantes aquellas corrientes de pensamiento que le son más cercanas, o bien aquéllas en las que encuentra sus fundamentos y sus orígenes: racionalismo, enciclopedismo, Ilustración, idealismo, positivismo, empirismo, existencialismo o hasta el marxismo hallan amplio eco en los planes de enseñanza. A estas corrientes de pensamiento habría que añadir otras tales como el evolucionismo o el psicoanálisis que han sido presentadas como ciencias pero que no son más que deletéreas formas de pensamiento. Cuando se echa mano a la filosofía clásica el Sistema sabe qué filones (corrientes y autores) explotar y sabé, igualmente, qué visión sesgada o, peor aun, manipulada ofrecer al alumnado …no oculta -porque no puede-, p. ej., a un Platón pero se cuida muy mucho de penetrar en la esencia de su filosofía, pues ésta resulta de un total contraste y de una irreductible oposición a la ideología que lo sustenta (que sustenta al Sistema político e ideológico actual).

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