José Antonio Primo de Rivera - Presente!
quinta-feira, novembro 20, 2014
11:32 p.m.
Publicada por
LEGIÃO VERTICAL
Etiquetas: Citações , Imagem/vídeo
Etiquetas: Citações , Imagem/vídeo
Por una España así, libre y fuerte; por una España que haya
encontrado la justicia social, vamos predicando por los campos. De
muchos sitios nos atacan; cinco de los nuestros han caído ya, muertos a
traición; acaso nos aguarda a algunos la misma suerte. ¡No importa! La
vida no vale la penal si no es para quemarla en el servicio de una
empresa grande. Si morimos y nos sepultan en esta tierra madre de
España, ya queda en vosotros la semilla, y pronto nuestros huesos
resecos se sacudirán de alegría y harán nacer flores sobre nuestras
tumbas, cuando el paso resuelto de nuestras falanges nutridas nos traiga
el buen anuncio de que otra vez tenemos a España.
José Antonio Primo de Rivera - Presente!
Boletim Evoliano
segunda-feira, setembro 22, 2014
9:40 p.m.
Publicada por
LEGIÃO VERTICAL
Etiquetas: Boletim Evoliano
Etiquetas: Boletim Evoliano
Vídeos sobre o sionismo
El Colapso financiero y tercera guerra mundial con el Escritor Manuel Galiana
El Sionismo mundialista que nos Gobierna - Manuel Galiana (Entrevista Completa)
O Fruto do Sionismo dos falsos "judeus" Ashkenazi (Os Iluminados)
Verdades eternas
segunda-feira, agosto 11, 2014
9:55 p.m.
Publicada por
LEGIÃO VERTICAL
Etiquetas: Citações , Imagem/vídeo
Etiquetas: Citações , Imagem/vídeo
Têm-me acusado muitas vezes de fanático, intolerante e intransigente.
Sou-o quanto pode sê-lo quem vive num século desvirilizado,
essencialmente burguês, materialista e céptico, e percorreu as sete
partidas do mundo da cultura à procura da verdade nova, para só
encontrar verdades falsas, à busca desinteressada do Sol e só encontrou
crepúsculos frios. Quando voltei, desiludido, à minha tenda levantada no
meio do tumulto, verifiquei que a única solução acessível às minhas
inquietações e angústias era a tradição.
-- Alfredo Pimenta
Bom artigo
domingo, agosto 10, 2014
12:53 a.m.
Publicada por
LEGIÃO VERTICAL
Etiquetas: Citações , Comentário , Outros
Etiquetas: Citações , Comentário , Outros
Para ler aqui.
Alegações finais (julgamento Manuel Alegre versus Brandão Ferreira)
quarta-feira, julho 30, 2014
7:32 p.m.
Publicada por
LEGIÃO VERTICAL
Etiquetas: Citações , Comentário , Outros
Etiquetas: Citações , Comentário , Outros
Fonte: O Adamastor
No dia 10/7/14 teve lugar a sessão destinada às alegações finais do
julgamento que o cidadão Manuel Alegre interpôs contra mim.
Junto o texto
que li quase na sua totalidade nessa ocasião.
Não quero deixar de afirmar
que, antecedendo a leitura do mesmo e em toda a vida que já levo, nunca
ouvi uma diatribe tão miserável, anti-patriótica e repugnante, como aquela
que o advogado do assistente fez, aquando da sua intervenção.
Pena que não
tenha ficado gravada, pois só pode ter vindo dos confins do Inferno."
ALEGAÇÕES FINAIS (julgamento Manuel Alegre versus Brandão Ferreira)
Na estrofe 33, do Canto IV dos
Lusíadas, Camões (esse sim um verdadeiro poeta da Pátria) declamava assim:
“Ó tu, Sertório, ó Nobre
Coriolano,
Catilina, e vós outros dos
Antigos
Que contra vossas Pátrias com
profano
Coração vos fizestes inimigos:
Se lá no reino de Sumano
Receberdes gravíssimos castigos,
Dizei-lhe que também dos
Portugueses
Alguns traidores houve algumas
vezes.”
Como podem verificar o que
estamos aqui a tratar tem raízes antigas…
É minha convicção que este
julgamento não existiria e não teria razão de ser, caso o agora assistente
tivesse sido acusado e julgado, quando voltou a pôr pé na terra que lhe deu o
berço, nos idos de 1974.
Ele e todos aqueles que
procederam como ele.
Só os tempos de grande
perturbação política, militar e social e de absoluto desnorte, então vividos,
explica, mas não desculpa, o sucedido.
Estamos hoje, pois, a dirimir
questões com 40 anos de atraso, as quais podem prescrever face às leis da
sociedade, mas não prescrevem na memória e consciência dos homens, nem no
julgamento da História.
Lembro Judas Iscariotes, apóstolo
de Cristo que o traiu após a última ceia, que é o caso mais conhecido a nível
mundial e não há memória, entre nós, de que o Miguel de Vasconcelos tenha tido,
até hoje, qualquer estátua em Portugal!
*****
Neste caso, eu e o cidadão Manuel
Alegre, não podemos estar certos ou errados, ao mesmo tempo.
As razões pelas quais intervim na
Fundação Gulbenkian no início de Maio de 2010 e questionei o queixoso, no fim
da sua arenga e, na sequência, escrevi o artigo “Manuel Alegre combatente por
quem” – e apenas esse – não se destinou a prejudicar o assistente enquanto
candidato a PR. Até pela simples razão de que ele não tinha qualquer hipótese
de ganhar.
Sem embargo, quem ouviu os
testemunhos da outra parte e não saiba do que se trata, podia ficar a pensar
que Manuel Alegre não ganhou as eleições presidenciais, por causa desse artigo…
Tão pouco estabeleci contactos
fosse com quem fosse para fazer o que fiz – apesar de querer deixar bem claro
que no enquadramento legal existente, esses contactos mesmo que fossem para
prejudicar a campanha do putativo candidato, eram lícitos, dado que eles são
parte da intervenção cívica e do exercício dos direitos de cidadania.
O que essa intervenção tem é que
ser verdadeira e não ir contra a lei e os costumes e não ofender a Moral e os
ditames consciência pública.
Ora eu só referi a verdade, não
atentei contra a lei nem ofendi a Moral pública!
Exemplo disso é que nunca lhe
chamei desertor, pois apesar de ser “vox populi” tal epíteto, eu conhecendo um
pouco mais da vida de MA sabia que, técnica e juridicamente, ele não o era.
Pelo contrário, eu é que me sinto
ofendido na minha qualidade de cidadão português!
Intervim por um imperativo de
consciência, de boa-fé e por entender que a denúncia era de interesse público.
De facto, sendo oficial superior
da FA, não me esqueci da minha formação, tão pouco dos juramentos que fiz. E,
ao contrário de oficiais, alguns dos quais ouvidos por este tribunal como
testemunhas do assistente, que se esqueceram dos deveres e valores militares,
eu só penso dar baixa deles para a cova!
Destas testemunhas apenas
pretendo referir-me a duas por serem os únicos que me mereciam consideração.
Refiro-me aos Maj. Gen. Manuel Monge e Gen. Ramalho Eanes.
Quanto ao primeiro – e
complementando o que foi dito pelo meu advogado, Dr. Lafayette, a quem quero
agradecer publicamente tudo o que tem feito e por ser um “combatente do bom
combate" – pretendo salientar o esforço que fez em arranjar um discurso diferente
que o salvaguardasse das contradições em que se enredou.
Falo da tentativa de tornar a
definição de “traição” relativa e subjectiva. Ora o significado de Traição à
Pátria, para além de ser intuitivo, isto é, toda a gente o entender, está
perfeita e legalmente definido nos normativos dos Código Penal e no Código de
Justiça Militar.
Mas, se por acaso, o termo fosse
considerado subjectivo ou de aplicação relativa, passaria à categoria de
opinião e, nesse caso, eu também tenho direito a uma, o que dispensaria este
julgamento.
Manuel Monge quis ainda ilustrar
o que defendia dando como exemplo a condenação à morte do General Gomes Freire
de Andrade, por “traição à Pátria” e hoje existir uma rua e um busto, em
Lisboa, com o seu nome.
Todavia, não podia ter escolhido
pior exemplo: é que Gomes Freire foi enforcado, não por traição à Pátria, mas
sim por ter liderado uma tentativa falhada de golpe de estado…
E se tem rua e estátua, em Lisboa
é, talvez, por ter sido Grão - Mestre do Grande Oriente Lusitano…
Quanto ao Gen. Eanes – que
conheci ainda cadete, em 1972, quando ele foi proferir uma palestra à Academia
Militar sobre a situação na Guiné (de que já deve estar esquecido) - apenas
pretendo referir uma dúvida que me assalta: o que é que ele faria se tivesse
visto o assistente, frente a frente, quando havia guerra? Por exemplo, logo
após uma unidade do PAIGC ter assassinado quatro oficiais e três guias civis,
desarmados que estavam a negociar a paz com vários grupos de guerrilheiros
(como já referido neste tribunal). Dava-lhe um abraço ou um tiro?
*****
Lembro ainda que a única matéria
que foquei na minha intervenção, refere-se ao período em que Manuel Alegre
passou na Argélia, como membro do PCP (até 1970), e da Frente Patriótica de Libertação
Nacional (entre 1964 e 1974), e naquilo que disse aos microfones da “Rádio Voz
da Liberdade”, também conhecida por “Rádio Argel” – e apenas essa, pois nunca
referi qualquer outra, nomeadamente a Rádio Brazzaville”, como já aqui se
tentou insinuar na tentativa de confundir o tribunal.
Eu nunca ouvi a rádio Argel, nem cheguei
a combater nos teatros de operações africanos (porque era novo), mas desde cedo
na minha carreira e até hoje, que ouvi falar do que lá se passava e dizia, além
de ter lido alguma da documentação que existe sobre o assunto. Documentos e
pessoas das quais não posso, nem devo, duvidar. Pois os tenho, aos primeiros
como fidedignos, e às pessoas como dignas de crédito, por as conhecer, por
serem gente de bem e combatentes valorosos e patriotas, como V.Ex.ª tiveram
ocasião de verificar, quando alguns deles testemunharam nesta sala.
Por isso não existe qualquer
dúvida no meu espirito, que parte do que Manuel Alegre dizia na chamada “Rádio
Voz da Liberdade”- note-se que foram 10 anos, não foram 10 dias – não
constituía apenas luta política contra o regime de então, mas configurava um
crime de traição à Pátria, à luz do Direito Penal então vigente e do actual,
por estar a apoiar objectiva e concretamente, os movimentos de guerrilha que
nos emboscavam e matavam os soldados e tentavam separar territórios
portugueses, da Mãe-Pátria.
Sim, porque esses territórios nos
pertenciam por direito próprio e eram, simplesmente, Portugal mais longe!
(Faziam parte, por ex., de todas as Constituições e não apenas da de 1933…).
E não ajudava só estes, mas
também as potências estrangeiras que patrocinavam os movimentos ditos
emancipalistas!
Por muito menos foi um desgraçado
soldado português fuzilado na Flandres, em 16 de Setembro de 1917…
Além do mais não concordar com
uma guerra, não dá o direito a ninguém de trair os seus, como a participação
portuguesa na frente francesa, na I Guerra Mundial, tão bem ilustrou.
Seria até curioso saber como é
que o assistente designa os autóctones que se mantiveram fieis à sua condição
de portugueses tendo combatido ou não, nas Forças Armadas nacionais e foram
fuzilados pelo inimigo, muitos deles já depois das hostilidades terem cessado.
Serão traidores? E a quem?
A apreciação que faço é válida
naquele tempo, no anterior, actualmente, e sê-lo-á, certamente, no futuro.
Ora chamar a atenção,
publicamente, para o passado de uma figura como a do assistente, que exerceu e
exerce cargos de relevância política, nos últimos 40 anos, não é de somenos importância
– sobretudo quando tal figura pretendia vir a exercer o mais alto cargo da
Nação que, por inerência de funções, acumula com o de “Comandante Supremo das Forças
Armadas”.
Tem, outrossim, a maior
relevância, não sendo apenas uma “aresta” sociológica, como o advogado do
assistente tentou fazer crer na 1ª sessão do julgamento.
*****
Gozei até hoje da plenitude dos meus
direitos e deveres cívicos. A minha atitude limitou-se a usufruí-los.
Não foi um caso isolado; uma
embirração de momento; um fugaz interesse que despertou. Tem sido uma postura
de sempre, patente nos cerca de 1000 artigos, cinco livros e dezenas de
conferências, que escrevi, o podem atestar. Um destes livros versa, especificamente,
a justiça e o Direito em fazermos a guerra que travámos no Ultramar; a sua
legitimidade, sustentabilidade e as razões porque desistimos de lutar e
sofremos a maior derrota da nossa História!
Derrota, aliás, humilhante e
vergonhosa, para a qual o assistente activamente contribuiu e que apenas
encontra paralelo nas consequências de Alcácer-Quibir.
Por isso a minha eventual
condenação seria, também, uma ofensa a todos os combatentes de sempre e por
maioria de razão aos heróis, alguns dos quais me orgulho de ter como testemunhas,
e de cuja acção vou condensar num trecho do relatório dos sobreviventes da
guarnição da Lancha Vega, relativo ao seu comandante, Segundo-Tenente Oliveira
e Carmo, morto heroicamente nas águas de Diu, em 18 de Dezembro de 1961, e
cito:
“O Senhor comandante dirigiu-se à
Camara e fardou-se de branco, dizendo que assim morreria com mais honra.
“Rapazes, sei que vocês vão cumprir assim como eu e que mais vós quereis!
Acabarmos numa batalha aeronaval. Fazemos parte da defesa de Diu e da Pátria e
vamos cumprir até ao último homem e última bala se possível”. “Algumas
despedidas se fizeram e até as fotografias dos entes queridos foram beijadas e
guardadas nos bolsos dos calções”.
Permitam, para finalizar, que
leia o penúltimo parágrafo, do meu livro “Em Nome da Pátria”: “Não soubemos
merecer os nossos antepassados, poderá ser a síntese que nos leva ao veredicto
final: aqueles que não souberam defender a Pátria, por não a terem sabido amar,
acarretarão para sempre, e perante a posteridade, a responsabilidade e a
vergonha de a terem deixado perder”.
*****
Meritíssima Juíza,
Passei horas de minha vida
sentado nesta sala, a olhar para o símbolo maior deste tribunal: a imagem da
balança e da figura vendada, pintadas na parede à minha frente e que
representam a Justiça e da qual, neste caso, é V. Exª, o fiel garante.
Estou certo e quero crer, que esse
valor maior que é a Justiça será preservado neste julgamento.
João J.
Brandão Ferreira
NADIE COMO ÉL… REIVINDICACIÓN DE JULIUS EVOLA EN EL 40º ANIVERSARIO DE SU FALLECIMIENTO
quarta-feira, julho 02, 2014
12:04 a.m.
Publicada por
LEGIÃO VERTICAL
Etiquetas: Citações , Comentário , Doutrina
Etiquetas: Citações , Comentário , Doutrina
El 11 de junio de 1.974 fallecía Julius Evola en su domicilio
romano de Corso Vittorio Emanuele. A 40 años de dicho óbito no podíamos
permanecer en silencio, pues el legado que nos dejó el maestro y gran
intérprete de la Tradición no tiene parangón alguno. Podríamos comentar
detalles cuanto menos asombrosos de su post mortem que
seguramente nos harían pensar que lo de Evola no se trató meramente de
las intasables doctrinas que nos hizo llegar sino que incluso operó una
transformación interior que le hizo ontológicamente partícipe de
Tradición Viva (Identificación con el Mundo Suprasensible y Conocimiento
del mismo), pero nuestro propósito, en estas líneas, no es hablar de
sus aconteceres personales sino de los aportes irrenunciables de la obra
escrita que nos ha dejado. De hecho ya en su momento hablamos de sus
circunstancias personales, tanto las de su mentado post mortem (1),
como la de otros trasiegos que le acaecieron en vida y que podemos
colocar en el mismo plano metafísico de los hechos que rodean su muerte
-tanto previos como posteriores- (2) y finalizando por su accionar
exterior a lo largo de buena parte de su vida (3).
Así pues, es de su legado doctrinal de lo que nos vamos a referir, pues consideramos que nadie como el maestro italiano
ha sistematizado de forma más fidedigna lo que es la Tradición, lo que
son sus principios, sus valores y sus fundamentos perennes. Nadie como él nos ha descrito lo que en la Tradición es eterno, al margen de circunstancias temporales o geográficas. Nadie como él ha descrito la morfología del Mundo Tradicional. Nadie como él nos ha hecho ver el proceso de caída que llevó al hombre desde la Tradición al alienante mundo moderno (4). Nadie como él
nos ha dibujado épocas, culturas, instituciones, organizaciones
políticas, doctrinas, sagas y ciclos que fueron paradigmáticos de lo que
debe entenderse como Mundo de la Tradición. Nadie como él ha
desbrozado la Tradición de adherencias o de involuciones que ya estaban
y/o están claramente desmarcadas de ella y que, p. ej., pueden concurrir
a un tipo de religiosidad de naturaleza sacerdotal, clerical, lunar,
fideísta, devocional, moralista, dogmática, pasiva y embebida por lo que
Evola catalogó como propio de la ´luz del sur´. Nadie como él ha visto que sólo a través de la ´vía heroica´, la propia del guerrero o shatriya, ha sido y es posible -en lo que ya Hesíodo denominó como Ciclos Heroicos- la Restauración del Orden Tradicional perdido. Nadie como él
supo y nos ha hecho ver que ´la vía heroica del guerrero´ no tiene una
vertiente únicamente externa sino que sobre todo trata de la componente
interna que consiste en la transformación del ser de un tipo de hombre
diferenciado en pos de su Despertar a la Trascendencia. Nadie como él
nos ha trasladado que es la ´vía de la acción´ propia de un tipo de
Espiritualidad Solar e impregnada por la ´Luz del Norte´ la que puede
conducir al hombre hacia su Liberación. Nadie como él acabó con
espurias interpretaciones promiscuas, cosmopolitistas e
igualitarizantes de lo que es la Tradición y nos enseñó que fue una Raza
Primordial y no la humanidad en forma genérica e indiferenciada la que in illo tempore,
en y desde una sede ártica-boreal, fue la única protagonista de la Edad
de Oro consustancial a la Tradición Primordial y que desde dicha sede
Hiperbórea se ramificó hacia diferentes puntos del Planeta y que,
igualmente, de ese mismo tronco racial surgieron posteriormente las
razas indoeuropeas que migradas por enclaves diversos, y no habiendo
olvidado nunca sus orígenes más remotos, protagonizaron diferentes
Ciclos Heroicos y restauraron, en diversos períodos y civilizaciones, el
Mundo perdido de la Tradición y vivificaron esa Luz del Norte que sólo
ellos portaban en la memoria sacra de la sangre, pues sólo ellos eran
descendientes de aquellas Razas Primordiales boreales que blandieron en
la Edad Áurea la Espiritualidad Solar. Nadie como Evola ha
interpretado el sentido holístico de la jerarquía (etim., ´gobierno
sacro´) y no lo ha excluido de ningún ámbito, incluido el racial, aun
reconociendo la enorme decadencia actual que arrastra a los pueblos
descendientes del remoto septentrión; pueblos, que a pesar de ello,
atesoran esa posibilidad -ahora adormecida- de retorno a la Edad
Primordial (5). Nadie como Evola ha sustentado la certidumbre
inherente a la Tradición de que no existen fatalismos contra los cuales
un tipo de hombre diferenciado no pueda luchar para revertir la
deletérea postración a la que nos ha llevado el mundo moderno, pues nadie como Evola
nos ha planteado, a lo largo de diferentes momentos históricos por los
que él mismo pasó, las tácticas más adecuadas para hacer frente al
edificio mastodóntico de la modernidad e intentar derribarlo y
desintegrarlo: en momentos defendió el combate frontal contra él (6) y
en otros posteriores la brega por debilitarlo desde dentro (7) …pues nadie como Evola concibió que ni las mismas Edades por las que según los textos Sacros y Sapienciales pasa un ciclo humano o manvântara
son compartimentos rígidos sino que son el fruto de dinámicas cósmicas
que influyen aquí abajo pero que a pesar de determinar no deben resultar
fatales e inamovibles para un tipo humano irreductible y tenaz (8). Nadie como Evola
entendió la esencia de la Tradición, que no es otra que la de actuar en
este mundo para sacralizarlo y no, por contra, evadirse metafísicamente
de él, pues de entenderse de este último modo no hablaríamos de
Tradición sino meramente de ´metafísica pura´. Nadie como Evola, pues, entendió que la Tradición es metafísica aplicada en el plano físico de la existencia. Nadie como él
aportó vías, herramientas, técnicas y caminos prácticos de
transformación interior para ese tipo humano diferenciado que ose
recorrer el arduo camino Iniciático que apunta a ese Renacimiento al
Mundo Superior que consagra al ariya (al renacido) (9). Nadie como Evola nos ha sabido mostrar dónde se hallan las incorruptas trincheras del Frente de la Tradición pues nadie como él
nos las ha desbrozado bien de las escorias de la modernidad más
descarnadamente materialista o bien de las pseudoespiritualidades (10)
que se afanan por aturdir y confundir a aquéllos que sienten la llamada
de la Tradición y la lucha, interna y externa, contra el Mundo Moderno. Nadie como él nos ha puesto en el camino correcto. Nadie como él nos ha dado certidumbre y luz ¡…la Luz del Norte!
NOTAS:
(1) ¡Que nos disculpe Evola!: https://septentrionis.wordpress.com/2009/02/08/%C2%A1que-nos-disculpe-evola/
(2) El porqué de la parálisis de Julius Evola: http://septentrionis.wordpress.com/2009/02/08/el-porque-de-la-paralisis-de-julius-evola/
(3) Julius Evola, un hombre de acción: http://septentrionis.wordpress.com/2009/07/28/julius-evola-un-hombre-de-accion/
(4) Tanto la morfología del Mundo de la Tradición como
el proceso involutivo que abocó en el mundo moderno fueron
magistralmente descritos por nuestro autor en Rivolta contro il mondo moderno.
(5) No hace mucho comentábamos en cierto medio que”al igual que Evola
definió al budismo de los orígenes -el escrito en canon pali- como
totalmente acorde con el modo más genuino de encarar a la Trascendencia
que siempre fue propio del hombre indoeuropeo Tradicional deberíamos
decir lo mismo del Tao-tê-king de Lao Tsé (que podemos hacerlo emanar del I Ching):
encaja, significativamente, totalmente con ese estilo propio del mundo
clásico que percibía la existencia, actuaba en ella y entendía de lo
metafísico con serenidad, calma anímica, autocontrol, autodisciplina,
severidad, austeridad y equilibrio.
Dicho lo cual habría que incidir en que estas similitudes nos denotan
un más que probable común origen boreal-solar que habría que entender a
través de esas migraciones que, desde la subsede hiperbórica
constituida por ese fiel reflejo que habría sido la tierra
nordatlantídea, llegaron a la fachada atlántica de Europa (recuérdese la
raza solar de los Tuatha de Dannan), se extendieron por ambas riberas
del Mediterráneo (megalitismo que recientes pruebas efectuadas con el
carbono 14 demuestran que se desarrolló del oeste al este -no al revés-
por ser más antiguos los megalitos situados más al oeste), originando,
p. ej., la primigenia solar civilización egipcia y extendiéndose hacia
Asia, llegando al Tibet (se trasluce un fuerte influjo de estos pueblos
de origen nordatlantídeo -o quizás directamente boreal- en el Tibet de
los Bon y los Dropa), a tierras de la actual China (aquí encajaría el I Ching…)
y hasta el Japón (piénsese en los ainu). Nótese que todavía no estamos
hablando de pueblos indoeuropeos, sino de pueblos de un mismo origen y
extracción racial pero emigrados mucho antes de la formación de la Urheimat indoeuropea situada en la cultura de Ertebolle-Ellenberck (allá por la península escandinava).
Las tradiciones solares han sido difundidas por una misma raza. Todas
las obras desarrolladas por Evola tratan sobre tradiciones difundidas
por esa misma raza y acordes con lo solar. Las tradiciones de carácter
Solar que afloraron en diversas partes del planeta son las que esta raza
portó consigo y esta raza no es otra que la blanco boreal y su
descendiente la indoeuropea, no otra. A cada raza le es inherente un
tipo de espiritualidad o un tipo de religiosidad: solar a la
indoeuropea, lunar a la semítica y pelásgica,…, totémica a la mongoloide
y animista a las negroides.
Lo de la raza (a diferencia del Hado fatalista, del dios omnipresente
semítico, de la razón hegeliana universal, del materialismo dialéctico e
histórico del mismo Hegel y su seguidor Marx, de los determinismos
sociales o culturales) no supone -lo de la raza- un determinismo que
atente contra el principio Tradicional de la libertad del hombre sino
una condición sine qua non para ser portadores de esa semilla
divina que, mediante la Iniciación propia de la vía del héroe, puede
aspirarse a ser Despertada. Sólo la raza mencionada -a causa de su
origen divino- puede lograr esa Liberación. Si no queremos caer en
igualitarismos no se pueden poner en el mismo nivel las razas de origen
divino con las razas hijas de la Tierra, pues adjudicarles a éstas
-materializadas, esclavas de la vida meramente instintiva y pulsional y,
por ello y citando a Evola, bestializadas- dicha posibilidad Liberadora
nos puede provocar el echar mano de la reducción al absurdo y admitir,
así, dicha posibilidad de Despertar para -y copiando a teósofos
reencarnacionistas- bóvidos, reptiles o hasta insectos…
No se puede admitir lo jerárquico del mundo de la Tradición para todo
menos para las razas. El fijarse tan solo en el aspecto externo -lo
físico- para, percibiendo sensorialmente que todas las razas tenemos
aspecto humano, niverlarlas no representa más que una superficialidad
-de corte biologista- que es impropia de una perspectiva Tradicional que
siempre pone el énfasis en el nivel Espiritual (en los logros que
potencialmente son posibles espiritualmente y que sólo una raza de
origen divino -y que poco tiene en común con las demás, aparte de su
aspecto antropomórfico- puede hacerlos realidad).”
El del seguimiento de las migraciones de la raza boreal Primordial es
un tema que puede ver mucha luz tras la lectura de capítulos como el
II, III y IV de la Segunda Parte de Rivolta contro il mondo moderno; en su versión en castellano a cargo de Ediciones Heracles: Rebelión contra el mundo moderno. Igualmente resulta muy recomendable al respecto la consulta del también libro de escritos de Evola El “misterio hiperbóreo”. Escritos sobre los indoeuropeos (1.934-1.970), a cargo de Ediciones Nueva República.
(6) La lucha abierta contra la modernidad y el Sistema que la hacía y hace suya la defiende todavía Evola en su libro Los hombres y las ruinas (1.953).
(7) Dinamitar al Mundo Moderno desde dentro y no enfrentándose
frontal y de forma suicida a él es, en cambio, la estrategia que, en
vista del agravamiento de la situación, nuestro maestro estima la
conveniente en su obra Cabalgar el tigre (1.961). Un resumen de esta obra se puede leer en el cap. V de nuestra Reflexiones contra la modernidad (Ediciones Camzo); capítulo que puede igualmente encontrarse en: http://septentrionis.wordpress.com/2009/07/28/cabalgar-el-tigre/
(8)Para una profundización en el tema de la oposición Tradicional a
la idea de fatalismo se puede consultar el cap. III de nuestro ya citado
libro Reflexiones contra la modernidad. Asimismo se puede leer dicho ensayo en: http://septentrionis.wordpress.com/2010/08/19/evola-frente-al-fatalismo/
(9) Evola nos describe técnicas Iniciáticas en diversas obras suyas,
pero de una manera sistemática lo hace, junto a un buen número de
colaboradores del Gruppo di Ur, en Introduzione alla magia quale scienza dell´io.
(10) Así las denunció en forma monotemática en Rostro y máscara del espiritualismo contemporáneo.
Subscrever:
Comentários (Atom)
RSS Feed



.jpg)





