Uma bala nas ideias - Reflexões sobre o momento actual

A escola já não ensina nem educa, há muito que se absteve de formar, limita-se quando muito a passar informação, nem sempre exacta e nem sempre verdadeira e muitas vezes intencionalmente deturpada.
A televisão, grande transmissor de informação e entretenimento, ou politização camuflada, é o maior complemento da má escola, ou melhor, é ela o primeiro meio de lavagem cerebral.
Os pais já semi, ou completamente demoniocratizados ajudam no processo, e aqueles poucos que tentam remar contra a maré são por ela arrastados.
O ensino superior é um viveiro desta má formação-informada e também aqui, salvo raríssimas excepções, são anos passados em cursos sem destino algum, onde mais uma vez o entretenimento e o empata tempo estão presentes.
Aqueles que não conseguem ou não querem optar pelo, “espera mais um bocadinho”, das universidades, e se não estão já narcotizados com drogas a sério ou incapazes de qualquer decisão profissional, continuam a remar sozinhos. Há também os outros, que ainda tentam o mercado (globalizado) laboral, e aí o certo trabalho precário e suas consequências, ou as tentativas frustradas e as tais falta de habilitações ou qualificações (alguns têm-nas em excesso e são por isso também penalizados…) que fazem dele um desempregado com um pé no subsídio e outro pé na marginalidade.

A imigração vinda da Europa de Leste veio numa “primeira vaga” trazer indivíduos com capacidades técnicas e cientificas para além de uma genérica boa-formação e que se sujeitaram a fazer de tudo e sempre com vontade de mostrar o que valiam, inclusive procurando fazer exames de equivalência afim de poderem trabalhar naquilo para o qual estudaram. É claro que com estes vieram também os párias que criaram e aumentaram as suas redes de mendicância profissional e o crime em geral.

De África depois da "descolonização exemplar" (chamada agora de possível) vieram os retornados e refugiados, um milhão de brancos e uns milhares de negros. Encaixaram-se, foram sobrevivendo e muitos encontraram aqui a boa vida que jamais ousaram sonhar nas colónias.
Esta primeira geração de negros habituada à convivência com o branco, que já tinha em África, aguenta-se, faz pela vida, instala-se sem nunca pensar em regressar e para além de procriar massivamente, têm sempre mais alguém que ficou lá na terra e que quer vir para a Europa, pois pelos vistos, a tão desejada independência só trouxe fome, morte, enfim, desgraça total, e com a culpa dos brancos, claro está!
Os procriados massivamente, não foram educados, não foram assimilados, a não ser pelo futebol, dizem-se africanos e nunca conheceram África, e a "cultura" deles são os ténis de marca e o esterco musical (…) proveniente dos USA. A droga faz parte integrante de suas vidas e o trabalho nas obras, que os pais tinham feito, já não é para eles. Roubar ou vender droga a branquinhos alienados é bem mais fácil, dá muito mais dinheiro e não é tão cansativo. Não cantam o Hino Nacional, não porque não saibam, mas porque não é o deles e como já atrás referimos as únicas "pátrias" que conhecem são o Benfica, Sporting, Porto…Estrela de Amadora.
Por essa Europa fora, estes alienígenas todos “formados na kultura-USA”, estão agora cada vez mais a ser recrutados para uma "verdadeira cultura" que fará deles soldados e mártires de um deus vingativo e rancoroso. Se eles já tinham uma justificação de gueto, alicerçados numa pseudo-cultura urbana onde proliferam verdadeiros profissionais do crime, imaginem agora com uma "justificação metafísica" – Um dos assassinos terroristas do 11 de Março em Madrid era um playboy traficante de droga!

"Os nossos” com as ideias deles. A principal causa da desgraça que se aproxima

É a nível das ideias que o combate deve ser travado – diz-nos o Sr. Prof. AJB
E nós dizemos que ele tem razão: O primeiro ataque terá que ser dirigido às cabeças-cifrão que são as portadoras das ideias globalizantes descendentes dos antigos traficantes de escravos. A escravatura era (é) mão de obra barata que vai enriquecer mais os vampiros capitalistas e alimentar as intersindicais, necessárias justificadoras democráticas do capital. Dos grandes vampiros (ditos grupos económicos) já sabemos que é de sangue, de muito sangue, que eles se alimentam, mas é dos piolhos que parasitam na sua pelagem que temos que ter mais atenção, e a denuncia tem que ser feita. Onde estão os sindicatos que já não defendem os seus associados (?) pois nenhum deles disse basta à escravatura-imigracionista invasora que deteriora dramaticamente o nível de vida dos trabalhadores europeus. Onde estão os sindicatos que não denunciam o facto de que quantos mais imigrantes se legalizam mais direitos eles têm e que por essa razão os vampiros já não os querem para trabalhar e continuam a preferir os recém chegados ilegais e sem direitos (mais baratos portanto), fazendo disto um ciclo vicioso que só irá parar com um "tiro nos ..." de quem possui estas ideias. As tais ideias onde o combate deve ser travado.
E a partidocracia que se alimenta desta nova escravatura (?), uns pretensamente com muita pena deles até lhes dão cargos nos seus partidos pois é uma forma de garantir os seus votos e os futuros que lá vêm. Precisam deles como o vampiro e o piolho precisam de sangue para sobreviver.

Não somos nós, apologistas da unidade dos povos, respeitadores da diversidade étnica e cultural e por conseguinte contra esta mistura anárquica a que o mundo está submetido, que queremos mal a quem num "último fôlego" arrisca a sua vida para chegar à Europa.
A tal Europa dos brancos que muitos tanto detestam mas que, ainda assim, são melhores do que aqueles bandidos que nas suas terras os matam com guerras e fome. Mas também estes "coitadinhos" depois de chegarem cospem com extrema facilidade na mão que lhes deu abrigo…

A Europa tem por conseguinte vindo a sofrer um dramático e “subterrâneo” processo de invasão e esta situação a continuar, pois não vemos a maioria branca preocupada, só irá aumentar o clima de racismo, xenofobia, raiva…e ódio. E serão os filhos e netos dos branquinhos que agora não se preocupam que estarão em guerra amanhã porque os burgueses bem pensantes dos seus papás gostam muito de encher a boca com palavras como: igualdade, liberdade, democracia, fraternidade, direitos do homem, Maio de 68, etc.

Infelizmente é esta a triste esperança que nos resta, que as futuras gerações de europeus tenham de aprender da pior maneira por culpa dos actuais desgovernantes que têm as ideias que precisam de ser verdadeiramente combatidas.

AVÉ

2 Response to "Uma bala nas ideias - Reflexões sobre o momento actual"

  1. Que sejamos nós a providenciar a essas futuras gerações os instrumentos para o combate pela liberdade.

    Um valente abraço a todos os legionários.

    Rodrigo says:

    Oi, achei teu blog pelo google tá bem interessante gostei desse post. Quando der dá uma passada pelo meu blog, é sobre camisetas personalizadas, mostra passo a passo como criar uma camiseta personalizada bem maneira. Até mais.

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