Crónicas europeias

De Marcos Ghio, para ler aqui.

Conferência - fotos

Ai que prazer
Cumprir um dever.
Ter palavras para dizer
E assim o fazer.
Pensar é bom
Agir é melhor.
O Sol brilha porque pode.
O rio escava seu próprio sulco,
e assim segue original.
E a Fidelidade, essa, tão anti-natural
Como não tem tempo, se apressa.

Humberto Nuno Oliveira expôs a situação de Pedro Varela

Marcos Ghio expôs os princípios fundamentais do pensamento tradicional

Vista parcial da sala

É já no próximo Sábado


Para além de Marcos Ghio, estará também presente Humberto Nuno Oliveira que falará sobre a situação de Pedro Varela.

Carta del Lavoro

No tocante ao descanso aos domingos, a lei n. 370 de 22 de Fevereiro de 1934, coordena e aperfeiçoa as disposições já existentes, relativas a estes assuntos. Salvo o casos previstos pela lei, (para os trabalhos que têm tendências técnicas especiais) todos os trabalhadores têm direito ao descanso de 24 horas, nos domingos.

É notório, que o Governo Fascista foi um dos primeiros que adoptou as oito horas de trabalho e foi o primeiro que adoptou as quarenta horas semanais e a limitação do trabalho extraordinário.

XVI.

Depois de um ano de serviço ininterrupto os que trabalham nas empresas, onde o trabalho é contínuo, têm direito a um período anual de férias remuneradas.

* * * * *

O princípio afirmado nesta Declaração, teve aplicação para os empregados privados, em virtude do art. 7 n. 1825 do Decreto Lei de 13 de Novembro de 1924, que estabelece o descanso retribuído. Todos os anos, o empregado tem direito a um período de férias que varia de 10 a 30 dias, segundo a duração do serviço prestado.

- Benito Mussolini, O Estado Corporativo

Hordas anárquicas-criminais assediam e saqueiam Londres

Para a jovem socióloga do King’s College, entrevistada pela comunicação social portuguesa, a motivação dos distúrbios reside nas medidas de austeridade adoptadas pelo Reino Unido e que levaram ao encerramento de centros recreativos e de apoio à juventude, locais onde esses “jovens” vão aprender e ensinar a belíssima arte do graffitti, a sublime dança conhecida por break dance, apreciar a magnífica poesia e musicalidade do hip-hop além de receber “aconselhamento” (sabe-se lá sobre o quê) e provavelmente também usar e vender estupefacientes sob a tutela do welfare state britânico.

Ora, estes pobres e mal alimentados meninos, uma vez desocupados nas férias de Verão, sem subsídios para comprarem os seus tablets, telemóveis topo-de-gama ou as suas pastilhas de ecstasy, resolveram matar o tempo em saques organizados, mais parecidos com a captura do saque de guerra do que com o furto famélico ou por outras questões de sobrevivência.

O proletário “inglês”, acostumado aos mimos, subsídios e a toda a condescendência proporcionada pelo Estado de “bem-estar” social (uma cara utopia dos tempos que correm), já não pode viver sem tais direitos; os deveres, esses, estão em segundo plano, claro está.

Consta que os tais “jovens” têm preferência pelo saque de lojas de artigos electrónicos e de marcas famosas, e entre esses “jovens” encontram-se homens, crianças e mesmo mulheres de meia-idade!

Segundo alguns relatos a acção da polícia tem sido ineficaz, o que não é de admirar tendo em conta as confrangedoras declarações da ministra do Interior, que parece acreditar mesmo que “a conversar é que a gente se entende”.

E aqui chegámos a um ponto fundamental: ao que parece, as poucas zonas poupadas à onda de destruição são habitadas pela comunidade turca, que se mobilizou e organizou em autodefesa, conseguindo defender os seus estabelecimentos da onda de saques, enquanto que a população autóctone se limitou a entregar a sua defesa nas mãos da polícia.

E este é o ponto fundamental e a lição a reter: contra o caos e a desordem o “indivíduo” nada pode; apenas a “comunidade”, ou seja, um grupo de pessoas homogéneo, com uma identidade comum e o consequente sentimento de pertença, está em condições de resistir à desordem mal contida que caracteriza as nossas sociedades modernas.

É bom que aprendamos esta lição bem depressa, porque ontem foi em Paris, hoje é em Londres, e amanhã será à porta de nossa casa!


Quando há uns anos fui recebido na Legião, foi-me entregue este livro. Ontem tivemos a oportunidade de oferecer outro.

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No caminho do guerreiro, são essenciais três qualidades: lealdade, integridade e coragem. Falamos do guerreiro leal, do guerreiro íntegro e do guerreiro corajoso, ma aquele que reúne as três virtudes é considerado o de maior valor. No entanto, entre milhares de samurais, é raro encontrar um que alcance tal categoria. Ora, é relativamente fácil distinguir o guerreiro leal e o guerreiro íntegro através dos seus comportamentos quotidianos, mas talvez se duvide que em tempos de paz e tranquilidade como os actuais seja possível distinguir o guerreiro corajoso. Porém, não é esse o caso, pois a coragem não se demonstra apenas quando um homem põe uma armadura, pega na lança e na alabarda e avança para a batalha. É possível ver se tem ou não coragem no decurso da sua vida quotidiana. Porque quem nasce corajoso será leal e filial para com o seu senhor e os seus pais, e sempre que tenha algum momento de ócio utilizá-lo-á para estudar, assim como não será negligente na prática das artes militares. Evitará escrupulosamente a indolência e prestará muita atenção à maneira como gasta cada uma das suas moedas. Pensar que isso revela uma avareza detestável é um engano, pois ele gasta com liberalidade quando necessário. Nada faz que seja contrário ao estipulado pelo seu senhor ou que desagrade aos seus pais, mesmo quando deseja proceder de outra forma. Assim, sempre obediente ao seu senhor e a seus pais, vive com prudência, na esperança de um dia realizar alguma obra de grande mérito, moderando o seu apetite na comida e na bebida, evitando os excessos do sexo, que é a grande ilusão da humanidade, a fim de preservar a saúde e a força. Porque nestes aspectos, como em todos os outros, é o autocontrolo inflexível que constitui o princípio da coragem.

Concentração - Liberdade para Pedro Varela

Via Libertad Pedro Varela

Unos treinta partidarios de la libertad de expresión se solidarizaron con Pedro Varela, frente a la prisión de Brians, donde se encuentra encerrado hace siete meses. Media docena de manifestantes lograron acercarse hasta la entrada principal y permanecer allí durante diez minutos, al cabo de los cuales la policia les ordenó disolverse por lo que tuvieron que hacer sus proclamas desde fuera del recinto penitenciario. El acto duró alrededor de una hora. Damos las gracias de parte de Pedro a todos los que asistieron a pesar de ser festivo y de aguantar estoicamente un calor sofocante.

Liberdade para Pedro Varela

Não podemos lá estar, mas não esquecemos:





Regresso aos clássicos?

Via Reverentia Lusa

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