Apoiar Axel Möller
Via Devenir Europeo
30 meses de prisión, ha sido el precio a pagar por no retroceder ante
las leyes mordaza alemanas, en el arduo combate por la libertad de
Europa.
El hereje ya ha sido encarcelado, pero en “ALTERMEDIA”, su trinchera
política en internet, la lucha no cesa, para desesperación de una
fiscalía que no ha logrado arrancar una sola sílaba a nuestro
irreductible camarada.
Perseguido y encerrado tanto por sus artículos de opinión, como por
la tenacidad demostrada a lo largo de muchos años de constante
dedicación a la difusión de ideas prohibidas, Möller no conoce el
desaliento. En estos términos se dirigió al tribunal en su alegato
final:
“Quiero asegurarles que tengo la intención de proseguir con mi
lucha contra su sistema político, sin importar el lugar donde pueda
hallarme en el futuro, sea en la calle, en una empresa, frente a un
ordenador, o en la penumbra solitaria de una celda de la prisión, en
cuyo interior, seré aún más libre que todos ustedes aquí al aire libre,
porque yo sé que la verdadera libertad no depende de la comodidad de las
circunstancias exteriores, sino de una actitud interior”.
La derrota europea de 1945 trajo consigo una miserable demonización
de los vencidos, amparada por una “historia oficial” incuestionable, que
los vencedores han impuesto a golpe de ley. Aquellos que se han
mantenido como fieles defensores de la Verdad y el Nacionalsocialismo
han sido perseguidos y silenciados por todos los medios legales e
ilegales imaginables. El mito democrático de la “libertad de
pensamiento” ha sido cruel verdugo de estos nobles paladines de la causa
europea.
DEVENIR EUROPEO, en solidaridad con los prisioneros políticos del
mundo, y a la vista de los magníficos resultados obtenidos en las
anteriores campañas, ha comenzado ya la 5ª EDICIÓN de AYUDA PARDA para
socorrer a nuestro camarada alemán Axel Möller, un idealista
irreductible.
Cualquier ayuda es poca para nuestros presos; tenemos el deber de
mantenernos a su lado. Han perdido sus trabajos, arruinado sus carreras,
han sido encarcelados, se han visto abocados al exilio… Y la mayoría
son además responsables de una familia que sufre con ellos, a la sombra
de la opinión pública, la brutalidad del sistema democrático.
La campaña consiste en una recolecta económica para ayudarles a
soportar la dura situación a la que les ha llevado su fidelidad, y una
recogida de cartas y mensajes de apoyo que haremos llegar a los
perseguidos. Un gesto tan sencillo como escribir unas breves palabras de
ánimo ayuda enormemente a nuestros camaradas a soportar cada día de
tormento, y a mantener viva la esperanza. Las donaciones podrán
realizarse a través de la cuenta bancaria de Devenir Europeo, o en mano,
durante los actos de la Asociación. Las cartas pueden igualmente sernos
entregadas en mano o enviadas por correo postal o electrónico.
No olvidemos que la ayuda más significativa no es la más cuantiosa,
sino la que más sacrificio implica al donante. Además, Devenir Europeo
donará el 10% del dinero de las ventas de material a esta causa.
“Lamentablemente, en mi situación no puedo retribuir con nada,
salvo mi promesa de que voy a resistir, sin que nadie que me brinda su
apoyo pueda quedar decepcionado por mi conducta”.
Axel Möller.
Axel Möller.
¡HAZ UN DONATIVO!
¡AYUDEMOS A NUESTROS PRESOS POLÍTICOS!
¡AYUDEMOS A NUESTROS PRESOS POLÍTICOS!
La Caixa – Devenir Europeo – Cta. nº 2100-0642-61-0100664988
(Indicando S.O.S. Möller al realizar el ingreso)
(Indicando S.O.S. Möller al realizar el ingreso)
domingo, janeiro 06, 2013
9:08 p.m.
Publicada por
LEGIÃO VERTICAL
Etiquetas: Citações , Imagem/vídeo
Etiquetas: Citações , Imagem/vídeo
“Verídicas: poucas pessoas sabem sê-lo. E aqueles que o sabem estão ainda longe de o querer. E menos do que ninguém, os bons.
Oh! esses bons! Os bons nunca dizem a verdade.
Ser bom desta maneira é uma doença do espírito.
Estão sempre prontos a ceder, esses bons, a render-se; o seu coração aprova, obedecem com toda a sua alma; mas aquele que ouve toda a gente deixa de se ouvir a si próprio.
É preciso reunir tudo que os bons chamam mau para produzir uma única verdade; ó meus irmãos, sois bastante maldosos para produzir semelhante verdade?
Audácia temerária, prolongada desconfiança, recusa cruel, aversão, ferro que corta o que é vivo - como é raro encontrar tudo isto reunido! Mas é desta semente que nasce a verdade.
Foi na proximidade da má consciência que nasceu e se desenvolveu até agora toda a ciência. Quebrai, discípulos do Conhecimento, oh!, quebrai as antigas tábuas!”
— Nietzsche, Assim Falava Zaratustra
Lucien Rebatet: – Presente!
domingo, dezembro 23, 2012
6:48 p.m.
Publicada por
LEGIÃO VERTICAL
Etiquetas: Actividades , Documentos , Imagem/vídeo , Outros
Etiquetas: Actividades , Documentos , Imagem/vídeo , Outros
Nascido em 15 de Novembro de
1903 em Moras-en-Valloire, Drôme, foi um grande autor, jornalista e intelectual
fascista e anti-sionista francês do século XX. Na juventude foi educado em
Saint-Chamond, Loire, tendo estudado na Sorbonne entre 1923 e 1927, tornando-se
agente de seguros depois de concluir os seus estudos.
Inicia a sua carreira de
escritor em 1929, tornando-se crítico musical e cinematográfico (neste último
caso sob o pseudônimo de François Vinneuil) para o jornal integralista Action Française. Em 1932 torna-se
colaborador do jornal de direita Je Suis Partout,
para o qual escreve até à “libertação” aliada em 1944.
Em 1938 tornou-se chefe de
informação da Action Française (a que
posteriormente chamou sarcasticamente de “Inaction Française” na sua muito
aclamada obra Les Décombres) tendo
trabalhado juntamente com o fundador do movimento, Charles Maurras.
Muito antes da eclosão da
guerra entre a França e a Alemanha, Rebatet expressava notavelmente as suas
simpatias pelo nacional-socialismo nos seus artigos para o Je Suis Partout, nos quais demonstrava que os judeus fomentavam uma
guerra mundial que ansiava derrubar o regime de Hitler. Foi convocado em 1940
para o exército francês, servindo a contragosto e desejando abertamente uma
guerra curta e desastrosa para a França.
Após a queda da França,
tornou-se repórter de rádio para o governo de Vichy, posto que rapidamente abandonou,
bem como a Action Française, para
participar no jornal de Jacques Doriot, Cri
du Peuple, e continuou a escrever para o Je Suis Partout.
Em 1942 Rebatet publicou o seu
extenso panfleto, Les Décombres (As
Ruínas), obra que foi prontamente aceite e aclamada pelo público francês, desde:
«velhos do tempo de Dreyfus que com tremuras na voz me testemunhavam a sua
admiração e o seu ódio pelos judeus, a estudantes de liceu corados e atrevidos,
a rapariguinhas risonhas, a professores, a grandes burgueses de Passy, a
senhoras de sociedade da 7ª circunscrição, a dactilógrafas, operários, donos de
lojas, imponentes industriais, marxistas convertidos, antigos monárquicos
encantados pelo meu desabafo de verdades sobre a Action Française e Maurras. Via surgirem figuras esquecidas desde a
minha adolescência, antigos camaradas dos meus anos de miséria, tendo-me
conhecido empregado de seguros a ganhar 830 francos por mês, todos abismados
por me verem herói daquele festival…»
Na sua obra máxima, Les Décombres, traçou o percurso das
forças que levaram a França à sua queda. Acusou firmemente os políticos da III
República, tal como as suas lideranças militares e os judeus franceses, sobre
os quais afirmou terem sido a causa principal dos reveses políticos e militares
da França. Les Décombres é a mais
clara expressão do fascismo de Rebatet, e o seu trabalho mais veementemente
anti-sionista e antijudaico. No mesmo ano começou a escrever Les Deux Etendards, a sua primeira
novela.
Em Agosto de 1944 Rebatet
abandona a França e foge para a Alemanha, viajando para Sigmaringen (local de
refúgio para as autoridades de Vichy, assim como para o mais famoso escritor
francês, o colaboracionista Louis-Ferdinand
Céline). Foi em Sigmaringen que Rebatet terminou Le Deux Etendards, o qual veio a ser publicado em 1952 pela
Gallimard. Foi preso na Áustria em 1945.
Foi enviado de volta para a
França e em 1946 foi condenado à morte, pena esta que foi comutada para uma
pena de trabalhos forçados no ano seguinte. Libertado da prisão em 1952, retomou
o jornalismo em 1953, tornando-se director da secção literária do Dimanche Matin. Em 1954, a Gallimard
publicou a segunda novela de Rebatet, Les
Epis Mûrs. A sua obra final, sobre a história da música, que havia iniciado
em 1965, foi publicada por Laffont em 1969.
Rebatet continuou a
proclamar a sua aderência, comprometimento e fidelidade à causa até a sua morte
em 24 de Agosto de 1972. É ainda hoje, para nós fascistas, neo-fascistas,
reacionários e “criminosos do pensamento” – homens nobres no meio de uma
geração frívola de plebeus imbecis e lobotomizados – mais uma forte e exemplar
referência, de um verdadeiro homem que soube permanecer de pé entre as ruínas,
literal e literariamente, até ao fim. Num momento da sua penosa evasão para a
Alemanha, depois da tomada da França pelos yankees
escreveu o seguinte: «Assim que me deitei, apagada a luz, fui tomado pelo
desespero. Sinto-me submergido pela humilhação, na mais terrível catástrofe da
minha vida. Continuo sem remorsos, o que me poderia talvez aliviar,
transformando a dor em cólera contra mim mesmo. Nunca teria podido seguir o
partido dos falhados da III República, dos capitalistas anglómanos, dos
militares inconscientes, desse De Gaulle com o seu séquito de comunistas, que
iriam cantar os Te Deum com atitudes de vencedores. A minha opção, nada teve de
vil: em primeiro lugar, a colaboração, para poupar o país às piores consequências
da derrota que tínhamos previsto, obra dos nossos piores inimigos, os
antifascistas de gema; depois por horror ao bolchevismo. Não solicitei qualquer
lugar. Ganhei dinheiro com a minha própria pena, para defender aquilo que
considerava verdade, e infinitamente menos que dezenas de milhares de
traficantes, de industriais que forneciam material de guerra a inúmeras
divisões da Wehrmacht. Mas desafiei a fatalidade e agora ela esmaga-me. Sou
atirado para sempre para o campo dos traidores. A minha vida está perdida, a
minha literatura morta…»
Nós, legionários, ousamos fazer
justiça à tua memória neste Solstício de Inverno: nem traidor nem ostracizado,
mas sim um dos nossos camaradas caídos!
Lucien Rebatet: – Presente!
(Texto lido durante a cerimónia de Solstício de Inverno)
IRMÃOS D'ARMAS
domingo, dezembro 16, 2012
9:10 p.m.
Publicada por
LEGIÃO VERTICAL
Etiquetas: Citações , Imagem/vídeo
Etiquetas: Citações , Imagem/vídeo
Morreremos no mesmo dia
Pedras do mesmo padrão
Todo o condão e a magia
Toda a magia da acção
Gerando a interior geografia
De mapas sem dimensão
Morreremos no mesmo dia
Noivos do mesmo nevão
Solidão por companhia
Manhã d'armas meu irmão!
Rodrigo Emílio
Avé!
A “NÓDOA” DO EMBAIXADOR DE ISRAEL
Via O Adamastor
O Embaixador de Israel em Lisboa foi à Fundação Gulbenkian ofender Portugal e os portugueses, gratuitamente.
Tal aconteceu, no
passado dia 30 de Outubro, no âmbito da Conferência “Portugal e o
Holocausto, aprender com o passado, ensinar para o futuro”, patrocinada
pela embaixada dos EUA e pelas Fundação Luso-Americana e Gulbenkian.
Que disse então, S. Exª, que noutras épocas o teria colocado a uma ténue distância de ser considerada “persona non grata”?
Que disse então, S. Exª, que noutras épocas o teria colocado a uma ténue distância de ser considerada “persona non grata”?
Pois que:
Portugal foi o único
país que colocou a bandeira a meia haste durante três dias, quando soube
da morte de Adolf Hitler”, coisa que o Sr. Ehud Gol
considera uma “nódoa”; criticou o facto da casa de Aristides Sousa
Mendes – que considera um “justo” – em Cabanas de Viriato, não estar
recuperada, dizendo para o portugueses não irem pedir “aos EUA ou a Israel para tratarem da casa”, “façam vocês algo para promoverem a imagem dos vossos justos”
(e tece mais considerações sobre o antigo cônsul português em Bordéus;
não entende o facto de Portugal ter apenas um observador na “Task Force internacional para a Educação, Memória e Investigação do Holocausto”,[1] afirmando
que já deveríamos ser membro de parte inteira; quer que professores
portugueses aprendam a ensinar o Holocausto, dando conta que pressionou o
Ministro da Educação nesse sentido. E confessou, no fim, que o culto da
memória do Holocausto começou em Israel, porque os sobreviventes do
mesmo vestiam sempre de mangas compridas por “terem vergonha do número inscrito na pele”, e que eles – judeus da altura – “não tinham lutado o suficiente.[2]
Afirmo
não ter em mim qualquer réstia de “anti-semitismo”, mas em atenção à
verdade e tendo em mente a dignidade do Estado Português – que espero
venha a ter uma reacção adequada – e dos portugueses, não posso deixar
de dizer o que abaixo se transcreve.
Comecemos pelo fim das
palavras do embaixador: pois lamento que tal se tenha passado da maneira
que descreve mas, nós portugueses, não temos responsabilidade alguma em
nada do que o senhor aponta.
E gostava de lembrar o Sr. Embaixador que os judeus não foram os únicos povos perseguidos, ou maltratados no mundo. Já reparou, e por ex., nas vítimas de Tamerlão? Lembra-se das centenas de milhões de trucidados pelo comunismo? E quem defende os “Peles-Vermelhas”, praticamente extintos no século XIX, sendo os sobreviventes colocados em reservas?
Que dizer, enfim, das perseguições feitas no Império Romano aos cristãos, durante os primeiros três séculos do Cristianismo; será que devemos exigir aos actuais inquilinos do Quirinal, que peçam desculpa por isso?
Como vê pode considerar-se privilegiado por haver uma “organização intergovernamental” que trata do Holocausto!
E gostava de lembrar o Sr. Embaixador que os judeus não foram os únicos povos perseguidos, ou maltratados no mundo. Já reparou, e por ex., nas vítimas de Tamerlão? Lembra-se das centenas de milhões de trucidados pelo comunismo? E quem defende os “Peles-Vermelhas”, praticamente extintos no século XIX, sendo os sobreviventes colocados em reservas?
Que dizer, enfim, das perseguições feitas no Império Romano aos cristãos, durante os primeiros três séculos do Cristianismo; será que devemos exigir aos actuais inquilinos do Quirinal, que peçam desculpa por isso?
Como vê pode considerar-se privilegiado por haver uma “organização intergovernamental” que trata do Holocausto!
Eu
se estivesse no papel do Sr. Embaixador, estaria mais preocupado em
perceber porque é que, dos 200 países existentes no mundo, só 31 façam
parte de tão filantrópica organização, em vez de tentar morder a mão a
quem, pela sua presença, dá lustre à iniciativa.
A
arrogância com que se exprime assemelha-se a uma tentativa de apanhar
moscas com… vinagre. Muito pouco diplomático, nada profissional.
Não
consta, por outro lado, que tenham sido os alemães, os únicos a
perseguirem os judeus (ou Sionistas?), ao longo da História. E resta
ainda perceber porque tal aconteceu num país de gente evoluída, Pátria
da Reforma e de grandes Filósofos e impulsionadora do racionalismo e da
ciência.
Nada justifica a matança
indiscriminada de pessoas, sejam eles quem forem, e seja por que for,
mas convém ter uma visão global das coisas para se ajuizar os eventos na
sua plenitude.
Lamentavelmente, os judeus foram perseguidos e expulsos de quase todos os lugares da Europa, alguma vez, nos últimos 1000 anos, E tal está longe de ter sido apenas por acção da Inquisição. Seguramente que houve muitas injustiças, mas estará o povo judaico isento de culpas?
Durante séculos houve o primado da questão religiosa, hoje confinada à teologia entre os cristãos – mas não entre os muçulmanos – mas tal tem que ser visto (como tudo o resto) à luz dos conceitos das diferentes épocas.
Também podemos concordar que os principais problemas dos Judeus derivam do facto da sua terra original ter começado a ser ocupada há 2500 anos, obrigando à sua diáspora. Mas nisso, também concordará, que ninguém hoje no mundo tem qualquer responsabilidade.
Os sucessivos ocupantes da “Terra Santa”, outrossim, passaram a ter direitos na sua ocupação, sem embargo de todos devermos reconhecer ao “Povo do Livro” serem o caso único na Humanidade, de se ter conseguido manter como Nação, durante dois milénios, sem governo nem território. E deles temos a admirar a sua inteligência e empreendedorismo – não é por acaso que são judeus a maioria dos detentores do Prémio Nobel.
Todavia, meta a mão na consciência: não se isolaram? Não especularam? Não açambarcaram? Não se tornaram mestres na “arte” da usura?
Já reparou, o Sr. Gol, agora que vive em Lisboa que, na linguagem popular portuguesa, quando quer designar algo de mal se usa, por vezes, o termo “judiarias”? E que dizer do uso, por vezes racista, que representa o tratamento de “Goyim” para todos os que não pertencem à “tribo”? (Convém lembrar que só o filho de uma judia, independentemente do pai, é considerado judeu).
Será que é por se considerarem o “povo eleito” apesar de Javé os ter, aparentemente, condenado às mais duras penas – observe-se o termo “judeu-errante”, também da linguagem popular? Possuem ou perseguem algum desígnio de vingança permanente? Terá isso a ver com um hipotético domínio do mundo pela via financeira?
Insiste o Sr. Embaixador em que os professores portugueses ensinem o que foi o Holocausto – presume-se que por uma formula pré-estabelecida. Mas que despautério vem a ser este?
Será que teve, ao menos, a amabilidade de oferecer alguma contrapartida? Entenderá que o MNE inaugure um “guichet” onde os embaixadores, por cá acreditados, possam ir fazer as sugestões (ou será imposições?) que entendam que a escola lusa passe a ensinar sobre os respectivos países?
Será que o embaixador português em Jerusalém pode ir ao “Knesset” propor que faça parte dos compêndios escolares, como o rei D. João II aceitou receber os Judeus expulsos de Espanha, em 1492?
Podemos exigir uma quota de exportação para alheiras, a fim de exemplificar como os seus hipotéticos antepassados que aqui viveram, tentavam passar por cristãos? E que tal umas lições de História sobre o ramo Sefardita de modo a que os Ashkenazy se pudessem dar melhor com eles?
Ora, por favor!...
Cita o Sousa Mendes, que a propaganda de alguns dos seus, de mãos dadas com os inimigos políticos do Professor Salazar, tentaram transformar num mito, que não tem nada a ver com a realidade. E chama-lhe “justo”, quando “justíssimo” foi o processo disciplinar que lhe foi instaurado (fora aqueles que já acumulara desde 1917) e, para a gravidade dos quesitos a que respondeu resultou, até, bastante benévolo! Informe-se da verdadeira história e de tudo o que lhe está associado e depois falamos.
E, que se saiba, ninguém em Portugal, lhe pediu ajuda para reparar a casa do antigo cônsul que, se morreu na miséria, foi porque nunca soube administrar os seus bens, face à vida que levava.
Diz que em Israel só existem dois portugueses como “justos” entre os 25.000 nomes que lá figuram. Pois talvez devessem ponderar colocarem mais uns quantos, já que durante a II Guerra Mundial passaram por Portugal cerca de 70.000 refugiados judeus, que foram bem tratados e hospedados, facilitando-se o trânsito para os destinos que entendessem, ou a ficarem por cá, como muitos fizeram.
Resta a questão da bandeira a meia haste, aquando da morte de Hitler – a que um professor presente na sala lhe respondeu de forma infeliz, alegando viver-se, na altura, em ditadura, o que é irrelevante para o caso. O que não é irrelevante é o facto do governo português – que era neutro, apesar da tardia “neutralidade colaborante”, com ingleses e americanos – ter cumprido, apenas, as normas protocolares em vigor quando morria um chefe de estado. Do mesmo modo que outros países neutrais também o fizeram, ao contrário do que afirmou. E nunca se apresentaram condolências. Condolências que foram apresentadas, pessoalmente, pelo Presidente do Conselho à frente de todo o governo, na embaixada dos EUA, duas semanas antes, aquando do falecimento do Presidente Roosevelt.
Já agora recorda-se não ter sido apenas Hitler a perseguir os judeus, mas todos os países ocupados ou aliados da Alemanha, em maior ou menor grau. Como, por ex., a França de Vichy.
Por tudo isto a “nódoa” de que nos acusa só existe na sua mente.
Se precisar de benzina, também se arranja.
Lamentavelmente, os judeus foram perseguidos e expulsos de quase todos os lugares da Europa, alguma vez, nos últimos 1000 anos, E tal está longe de ter sido apenas por acção da Inquisição. Seguramente que houve muitas injustiças, mas estará o povo judaico isento de culpas?
Durante séculos houve o primado da questão religiosa, hoje confinada à teologia entre os cristãos – mas não entre os muçulmanos – mas tal tem que ser visto (como tudo o resto) à luz dos conceitos das diferentes épocas.
Também podemos concordar que os principais problemas dos Judeus derivam do facto da sua terra original ter começado a ser ocupada há 2500 anos, obrigando à sua diáspora. Mas nisso, também concordará, que ninguém hoje no mundo tem qualquer responsabilidade.
Os sucessivos ocupantes da “Terra Santa”, outrossim, passaram a ter direitos na sua ocupação, sem embargo de todos devermos reconhecer ao “Povo do Livro” serem o caso único na Humanidade, de se ter conseguido manter como Nação, durante dois milénios, sem governo nem território. E deles temos a admirar a sua inteligência e empreendedorismo – não é por acaso que são judeus a maioria dos detentores do Prémio Nobel.
Todavia, meta a mão na consciência: não se isolaram? Não especularam? Não açambarcaram? Não se tornaram mestres na “arte” da usura?
Já reparou, o Sr. Gol, agora que vive em Lisboa que, na linguagem popular portuguesa, quando quer designar algo de mal se usa, por vezes, o termo “judiarias”? E que dizer do uso, por vezes racista, que representa o tratamento de “Goyim” para todos os que não pertencem à “tribo”? (Convém lembrar que só o filho de uma judia, independentemente do pai, é considerado judeu).
Será que é por se considerarem o “povo eleito” apesar de Javé os ter, aparentemente, condenado às mais duras penas – observe-se o termo “judeu-errante”, também da linguagem popular? Possuem ou perseguem algum desígnio de vingança permanente? Terá isso a ver com um hipotético domínio do mundo pela via financeira?
Insiste o Sr. Embaixador em que os professores portugueses ensinem o que foi o Holocausto – presume-se que por uma formula pré-estabelecida. Mas que despautério vem a ser este?
Será que teve, ao menos, a amabilidade de oferecer alguma contrapartida? Entenderá que o MNE inaugure um “guichet” onde os embaixadores, por cá acreditados, possam ir fazer as sugestões (ou será imposições?) que entendam que a escola lusa passe a ensinar sobre os respectivos países?
Será que o embaixador português em Jerusalém pode ir ao “Knesset” propor que faça parte dos compêndios escolares, como o rei D. João II aceitou receber os Judeus expulsos de Espanha, em 1492?
Podemos exigir uma quota de exportação para alheiras, a fim de exemplificar como os seus hipotéticos antepassados que aqui viveram, tentavam passar por cristãos? E que tal umas lições de História sobre o ramo Sefardita de modo a que os Ashkenazy se pudessem dar melhor com eles?
Ora, por favor!...
Cita o Sousa Mendes, que a propaganda de alguns dos seus, de mãos dadas com os inimigos políticos do Professor Salazar, tentaram transformar num mito, que não tem nada a ver com a realidade. E chama-lhe “justo”, quando “justíssimo” foi o processo disciplinar que lhe foi instaurado (fora aqueles que já acumulara desde 1917) e, para a gravidade dos quesitos a que respondeu resultou, até, bastante benévolo! Informe-se da verdadeira história e de tudo o que lhe está associado e depois falamos.
E, que se saiba, ninguém em Portugal, lhe pediu ajuda para reparar a casa do antigo cônsul que, se morreu na miséria, foi porque nunca soube administrar os seus bens, face à vida que levava.
Diz que em Israel só existem dois portugueses como “justos” entre os 25.000 nomes que lá figuram. Pois talvez devessem ponderar colocarem mais uns quantos, já que durante a II Guerra Mundial passaram por Portugal cerca de 70.000 refugiados judeus, que foram bem tratados e hospedados, facilitando-se o trânsito para os destinos que entendessem, ou a ficarem por cá, como muitos fizeram.
Resta a questão da bandeira a meia haste, aquando da morte de Hitler – a que um professor presente na sala lhe respondeu de forma infeliz, alegando viver-se, na altura, em ditadura, o que é irrelevante para o caso. O que não é irrelevante é o facto do governo português – que era neutro, apesar da tardia “neutralidade colaborante”, com ingleses e americanos – ter cumprido, apenas, as normas protocolares em vigor quando morria um chefe de estado. Do mesmo modo que outros países neutrais também o fizeram, ao contrário do que afirmou. E nunca se apresentaram condolências. Condolências que foram apresentadas, pessoalmente, pelo Presidente do Conselho à frente de todo o governo, na embaixada dos EUA, duas semanas antes, aquando do falecimento do Presidente Roosevelt.
Já agora recorda-se não ter sido apenas Hitler a perseguir os judeus, mas todos os países ocupados ou aliados da Alemanha, em maior ou menor grau. Como, por ex., a França de Vichy.
Por tudo isto a “nódoa” de que nos acusa só existe na sua mente.
Se precisar de benzina, também se arranja.
Shalom.
João José Brandão Ferreira
José Antonio Primo de Rivera - Presente!
terça-feira, novembro 20, 2012
11:37 p.m.
Publicada por
LEGIÃO VERTICAL
Etiquetas: Citações , Imagem/vídeo , Outros
Etiquetas: Citações , Imagem/vídeo , Outros
Assassinado há 76 anos pelos democratas, pelo crime de defender a unidade nacional e a justiça social. José Antonio Primo de Rivera - Presente!
Desabafos
sexta-feira, novembro 16, 2012
11:27 p.m.
Publicada por
LEGIÃO VERTICAL
Etiquetas: Comentário , Outros
Etiquetas: Comentário , Outros
Encontramos aqui uns "desabafos" interessantes, ora vejam.
El monopolio de la izquierda en la huelga estudiantil
quinta-feira, novembro 01, 2012
7:02 p.m.
Publicada por
LEGIÃO VERTICAL
Etiquetas: Imagem/vídeo , Outros
Etiquetas: Imagem/vídeo , Outros
Las mismas pancartas, iguales consignas, idénticas reivindicaciones: “No a los recortes” o “Por una educación pública”, con la diferencia de que este grupo -"Respuesta estudiantil"- acude a la manifestación ondeando banderas españolas. Ocurrió el pasado 22 de octubre, durante la primera jornada de la "semana de lucha" contra los recortes convocada por el Sindicato de Estudiantes, una organización que se califica a sí misma como revolucionaria, marxista, antifascista y de izquierdas. En muchas ocasiones ha sido criticada por otras asambleas de alumnos por querer monopolizar todas las huelgas estudiantiles y apropiarse el liderazgo de concentraciones y encierros contra los recortes de la enseñanza pública.
Aunque aparentemente parecen una formación de gente muy joven estudiante, sus líderes sobrepasan la treintena y siguen matriculados en la universidad para poder seguir viviendo de la "lucha estudiantil". Este sindicato, muy vinculado a las juventudes comunistas, recomienda en su web lecturas como El Che, vida de un revolucionario o El Manifiesto Comunista. Entre 2007 y 2011, este sindicato recibió 7.512,92 euros en ayudas públicas.
En esta ocasión, el vídeo muestra cómo increpan al grupo de estudiantes que se une a la manifestación, les gritan "fachas" por llevar la bandera de España e instan a que abandonen la huelga. Los miembros de "Respuesta Estudiantil" -que entre sus objetivos señala que "nuestra principal tarea es posicionar al estudiantes en el puesto que le corresponde a la sociedad"- no bajaron las banderas y a los 20 minutos, el Sindicato de Estudiantes avisó a la polica para que disolvieran lo que consideraban una "contra-manifestación". Los antidisturbios obligaron a estos jóvenes a retirarse de la manifestación a la que no habían sido invitados.
Conferência (fotos)
sábado, outubro 20, 2012
8:29 p.m.
Publicada por
LEGIÃO VERTICAL
Etiquetas: Actividades , Imagem/vídeo
Etiquetas: Actividades , Imagem/vídeo
Realizou-se no passado dia 13, na cidade do Porto, uma conferência a cargo do Prof. Marcos Ghio do Centro Evoliano da América, subordinada ao tema Evola e Nietzsche. Contamos poder disponibilizar, durante as próximas semanas, o vídeo da conferência.
Vista parcial da sala
O Prof. Marcos Ghio expondo as suas ideias
Vista parcial da sala
Algum do material disponível para venda
Conferência
segunda-feira, setembro 17, 2012
10:32 p.m.
Publicada por
LEGIÃO VERTICAL
Etiquetas: Actividades , Imagem/vídeo
Etiquetas: Actividades , Imagem/vídeo
O motivo pelo qual a Síria não cairá
quinta-feira, setembro 06, 2012
12:36 a.m.
Publicada por
LEGIÃO VERTICAL
Etiquetas: Comentário , Outros
Etiquetas: Comentário , Outros
A ler aqui.
Subscrever:
Comentários (Atom)
RSS Feed







.jpg)







