Seriedade moral

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Benito Mussolini - Presente!

(29/07/1883 – 28/04/1945)

Leitura obrigatória


Membro do Governo grego admite perseguição política contra a Aurora Dourada




[ANN] Lo que muchos sospechaban lo admite por fin el gobierno griego: Que el encarcelamiento y hostigamiento contra Amanecer Dorado fue por motivos ideológicos y políticos, por lo que la acusación de que el movimiento nacionalista es una “organización criminal” se confirma ser falsa y el encarcelamiento de sus miembros anticonstitucional.

La revelación, que desató el caos en la escena política de Grecia, proviene de un video que muestra al jefe de gabinete del primer ministro, Panayotis Baltakos, admitir ante el diputado nacionalista Ilias Kasidiaris que el encarcelamiento de miembros de Amanecer Dorado fue por motivos políticos e ideológicos y que no había base legal suficiente para mantener en la cárcel a los diputados de su partido.

Baltakos también admitió en el video que el primer ministro, Antonis Samaras, se puso furioso cuando se enteró de que los jueces habían dejado en libertad a Kasidiaris y a Ilias Panayótaros. Ambos diputados, indicó el jefe de gabinete, fueron puestos en libertad porque no había pruebas contra ellos.

Además, Baltakos insinuó que al primer ministro le venía bien un duro golpe contra miembros de Amanecer Dorado como el encarcelamiento de sus líderes debido a que el partido derechista de Samaras, Nueva Democracia, perdía estrepitosamente apoyo popular mientras que el movimiento nacionalista aumentaba su influencia entre el pueblo griego.

Finalmente, Baltakos admite que la fiscal del Tribunal Supremo y el fiscal adjunto prepararon un informe manipulado.

A raíz de este escándalo, Amanecer Dorado exigió la renuncia inmediata del gobierno griego y la realización de elecciones nacionales anticipadas a “fin de curar las heridas de la nación” provocadas por las revelaciones.

Por el otro lado, el principal partido de izquierdas Syriza pidió la comparecencia de Samarás, Dendias y Athanasíu ante el Parlamento para dar explicaciones. El partido Griegos Independientes llegó a pedir la dimisión de todo el Gobierno.

Sin embargo, el video no evitó que el pleno del Parlamento aprobase el levantamiento de la inmunidad de tres diputados de Amanecer Dorado, para que sean investigados por presuntas actividades criminales.

Recordar Rodrigo Emílio

Por 

Foi numa tarde de Primavera viseense que com ele me cruzei pela primeira vez. Deambulando pela Sé, como fazia com frequência entre furos escolares, parei para uma bica num café de esquina no Largo Pintor Gata, acompanhado do Voyage au Bout de la Nuit do Céline, que acabara de comprar na saudosa Lúmen. Absorto na leitura, nem reparei num vulto que do balcão, porte “nobre e fidalgo”, me olhava curioso. Da altivez dos meus 16 anos mal cumpridos e reconhecendo-lhe o símbolo na lapela, aventurei-me a apresentar-me. Foi assim que conheci o Rodrigo Emílio.
Conversamos o tempo de um café e de três Português Suave sem filtro, que fumou até metade, guardando o restante no maço, e dali saímos para sua casa que era logo ali por trás, no Ado da Sé, em frente à Igreja da Misericórdia. Foram horas de conversa, sentados a uma camilha, com uma enorme fotografia do Léon Degrelle, autografada pelo próprio, como testemunha. Falamos de literatura e poesia, da África Portuguesa e dos dias do fim, da descrença num povo moribundo e no alheamento da juventude, da urgência de um Rei para um país nas urgências, do fado na voz do seu camarada-irmão Zé Campos e Sousa, da família, que por afinidades de casamento ainda se cruzava e da sua Casa de São José, em Parada de Gonta, onde insistiu para o visitar, sempre que quisesse.
Não me fiz rogado. Sozinho, ou na companhia do meu “irmão siamês”, Luís Abel Ferreira, visitei-o muitas vezes, para ouvir as muitas histórias dos tempos de boémia lisboeta, das campanhas de África, da sua poesia e da dos outros, do Portugal enterrado por alturas de Abril, do exílio em Espanha, dos seus amados filhos e dos camaradas de combate. Recordo, entre muitas, uma história deliciosa, em que nos contou a tentativa de entrega na Casa de São José, duma intimação do Tribunal Constitucional a propósito dum julgamento de elementos do MAN e a que respondeu orgulhosamente que constitucional, em sua casa, não entrava nada. Era assim o Rodrigo Emílio. “Com zero a comportamento. E vinte em fidelidade.”
Poeta genial, duma musicalidade extraordinária e duma intensidade ímpar, colocava a alma e o coração em tudo em que se empenhava. Perseguido desde o dia primeiro da revolução dos cravos, em que, tendo recusado colocar na lapela o símbolo revolucionário à entrada na RTP, onde trabalhava, foi considerado (com muito orgulho o imagino) “irrecuperável para a democracia”. Depois disso, foi a recusa dos democratas de serviço em entregar-lhe o prémio de poesia General Casimiro Dantas, com que tinha sido distinguido e que era seu por direito e o caminho do exílio, para fugir aos mandatos de captura em branco, às prisões sem culpa formada, às perseguições da COPCON.
Foi já em Madrid que assistiu à dolorosa amputação do território pátrio, com a entrega das Províncias Ultramarinas aos inimigos da Nação. Depois da morte da sua filha Constança, em 1971, ainda bébé, a morte do país que amava e pelo qual lutara empenhadamente era dor demasiada e que Rodrigo Emílio nunca ultrapassou. Como descreve o seu filho Gonçalo, na introdução do extraordinário www.rodrigoemilio.com “Via a pátria esfacelada, desfeita em pedaços e chorava de revolta, de desespero, de vergonha também…” Depois duns tempos no Brasil e do regresso a Madrid, retorna a Lisboa ingressando por breve período na Rádio Renascença, para de seguida partir para Viseu, onde se estabelece durante anos, primeiro como professor e depois como explicador particular, garantindo assim o tempo necessário para as suas fugas para o refúgio literário em Parada de Gonta.
Foi por esta altura que nos conhecemos, para não mais deixarmos de contactar, embora esporadicamente, quer através das minhas visitas à Casa de São José, quer em alguns encontros em Lisboa, quer ainda em fugazes reuniões monárquicas em que nos cruzámos. Há exactamente 10 anos atrás, no dia 28 de Março de 2004, partiu para junto da sua Constança, deixando mais pobre a pátria que amou desmesuradamente.
“É preciso que se saiba porque
morro
É preciso que se saiba quem me
mata
É preciso que se saiba
Que no forro desta angústia
É da pátria tão-somente que se trata.”

Rodrigo Emílio. Presente!

Tempo cíclico e tradição


Nem Washington, nem Moscovo

Recomendámos a leitura deste interessante artigo dos amigos do Vox Traditio, com o qual estamos, de uma forma geral, de acordo.
Não seria mais racional que nós, tradicionalistas ocidentais, buscássemos uma reação anti-ocidente moderno em prol do Ocidente da tradição? Não deveríamos preferir o Palatino ao Kremlin?

Últimas do "Front de la Quenelle"

Enquanto monsieur le ministre exige o máximo respeito pelo sagrado (aos 23:50):

Manuel Valls : Je leur dis que la Shoah, l'extermination des juifs, le génocide, doivent être sacralisés, sacrés

... e as crianças são devidamente instruídas, tanto no respeito pelo sagrado:  

Au fou ! On fait jouer à des écoliers le "destin de victimes des nazis à travers une mise en scène de procès et de départ vers les camps" !


... como nas vantagens de começar a mudar de sexo logo de pequenino:

Quand les socialistes demandent aux enfants de 11 ans s'ils pratiquent la pénétration anale

... o Reino Unido resolve declarar o estado de alerta e fechar as suas fronteiras:

Anelka gesture comic Dieudonné banned from UK

... o que vale a sua Majestade uma desrespeitosa quenelle enviada da Suiça pelo monstro:

French comedian Dieudonné responds to British ban with quenelle to Queen

Dieudonné à Nyon

... e faz o governo francês ameaçado começar a tomar providências, não vá o famoso comediante tentar alguma tejero-molinada para suprimir a liberdade...

Attention! On va déraper

Nacionalismo e patriotismo

A propósito de uma certa discussão num fórum, Eduard Alcántara escreveu esclarecendo o necessário… e fundamental: 

El nacionalismo presenta un carácter naturalista, promiscuo, igualitarista y telúrico. Es hijo de la nefasta Rv. Francesa. El vocablo “nacionalismo” proviene de “nacer” y por ello por el simple hecho de nacer en un determinado territorio uno adquiere los derechos correspondientes y se equipara (igualitarismo) a sus conciudadanos. En estas condiciones de igualdad (no sólo jurídica sino también ontológica) todos deben gobernar y, así, la consecuencia lógica es el sufragio universal y la usurpación democrática. El nacionalismo representó el golpe de gracia definitivo a cualquier intento postrero de revitalización – y hasta de conservación – del viejo Sacro Imperio Romano Germánico, tal como ocurrió con el Imperio Austro-húngaro al finalizar la IGM: los nacionalismos internos aprovecharon la derrota militar para hacer implosionar el dicho imperio.
Podemos otorgarle un carácter bien diferente al “patriotismo”, pues si este término deriva de “pater” debemos considerar al patriotismo como la adhesión a la patria en cuanto lugar en el que los “pater” o antepasados hicieron algo digno de rememorar y conservar: la conquistaron, la defendieron, la expandieron… Por esto el patriotismo evoca gestas y anima a sus adherentes a no perder la tensión vital y anímica necesarias para poder ser dignos sucesores de sus antepasados. Los más dignos de entre todos – esto es, la élite – deben dirigir y gobernar… lo contrario, pues, de lo que sucede en la infatuación democrática hija del nacionalismo. En la línea, pues, del patriotismo sí cabe la posibilidad de logros excelsos como el del Imperium.
Al respecto de lo expuesto siempre es bueno recordar este escrito de José Antonio Primo de Rivera: “La gaita y la lira”.
Saludos

Vox Traditio

A página de ligações da Legião Vertical conta, a partir de hoje, com mais uma ligação: trata-se do blogue Vox Traditio, do Brasil, com quem estabelecemos uma parceria que pensamos será muito proveitosa para a divulgação da obra do Mestre.

Vox Traditio

A outra solução final!…


Titereiros da «Republique Française» desejam a crucificação de humorista francófono.
Quando o cinema, a música, o humor, as agitações culturais e políticas judaicas combatem, ridicularizam e espezinham tudo o que o homem tradicional do Ocidente teria por sagrado, o gado moderno limita-se a aplaudir, sorrir e aderir. Agora a situação para aquela gente já não é assim tão engraçada, visto que são eles desta vez o alvo da sátira… Com o que eles não contavam MESMO, era com o nível de popularidade e com o crescente entusiasmo da juventude francesa e de outras partes da Europa pela inofensiva quenelle, uma saudação irreverente criada por um humorista de origem africana e rotulada pelos detractores do mesmo como uma “saudação nazi” – e vejam só – chegaram ao ponto ridículo de censurar e criminalizar a saudação e o seu idealizador: Dieudonné, M'bala M'bala!
Reevocam slogans batidos, palavras de ordem, chantagens económicas e emocionais… Esquecem-se de que tudo isto é tão velho e usado que já não surte o efeito desejado nas “mentes e corações”. O escritor, pseudo-filósofo e judeu Bernard Henri Lévy clama por censura, vigilância e punição, uma outra “Solução Final”! Bernard Lévy inclui entre as “vítimas” de discriminação – quem diria!? – os muçulmanos! Tentando, é claro, alinhavar uma improvável aliança entre os “filhos de Abraão”, eternos antagonistas…
Agora o caso é diferente, mais delicado; trata-se de uma cruzada de uma “minoria oprimida”, altamente burguesa, notoriamente conspiratória, desde sempre, contra um indivíduo membro de outra “minoria oprimida”, minoria esta que de modo geral procede de acordo com os ditames da primeira. O próprio Dieudonné começou a sua carreira em parceria com um humorista judeu, fez militância anti-racista e candidatou-se nas eleições legislativas de Dreux contra a Frente Nacional. Agora está próximo da mesma FN que já combateu e é visto como “racista” e “anti-semita” pelos media oficiais e políticos socialistas. A polémica já não é nova, o humorista vem sendo banido e boicotado desde 2003, quando fez um sketch na televisão que os “críticos” (agentes da censura) afirmaram «ter ultrapassado os limites do anti-semitismo»…
Dieudonné é definitivamente uma ovelha negra, transgrediu um dos tabus principais da “República Universal”, fazendo piadas com o “holoconto”, por isso viu as suas apresentações proibidas em várias cidades e tem sido submetido à execração pública. É claro que nós sabemos que a “Republique” é um engodo, e que o mote “Liberté, Egalité, Fraternité” é uma anedota bizarra e idiota. Fizemos este texto apenas para chamar a atenção dos iludidos da democracia.


Solstício de Inverno

A Legião Vertical celebrou no passado dia 21 de Dezembro, como todos os anos, mais um Solstício de Inverno, tendo evocado, em cerimónia, o Prof. António José de Brito.

António José de Brito: - Presente!

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