Evola e os "Protocolos"

Seria difícil exagerar a importância deste documento. Como poucos outros, este documento tem o valor de um “estimulante espiritual”, revelando horizontes insuspeitados e chamando a atenção sobre fundamentais problemas de acção e de conhecimento que nestas horas decisivas da história ocidental não podem ser descurados nem adiados sem prejudicar gravemente a frente daqueles que lutam em nome do espírito, da tradição, da verdadeira civilização. (…) Para indicar dita orientação é preciso, acima de tudo, encarar o famoso problema da autenticidade do documento, problema sobre o qual se pretendeu tendenciosamente concentrar toda a atenção para medir o alcance e a validade do escrito. Coisa, na verdade, pueril. De facto, pode-se, sem mais, negar a existência de qualquer forma de direcção secreta dos acontecimentos da história. Mas não se pode admitir, ainda que seja apenas por hipótese, que tal coisa se possa verificar, sem reconhecer que se impõe então um tipo de investigação muito diferente daquelas que se baseiam no “documento”, no sentido mais grosseiro do termo. Aqui reside precisamente – segundo a justa observação de Guénon – o ponto decisivo, que limita a importância da questão da autenticidade pelo facto de nenhuma organização real e seriamente secreta, qualquer que seja a sua natureza, deixar atrás de si documentos escritos. Apenas um procedimento indutivo pode, pois, determinar a importância e o alcance de textos como os “Protocolos”. O que significa que o problema da sua autenticidade é secundário, e que deve ser substituído pelo da sua veracidade, muito mais sério e essencial. (continuar a ler aqui)

Julius Evola - Presente!

Como todos os anos, a Legião Vertical evocou hoje, em cerimónia, a memória de Julius Evola, falecido no dia 11 de Junho de 1974.


Claro, se o catolicismo fosse capaz de se afastar do plano contingente e politicante, se fosse capaz de assumir uma atitude de alta ascese e, nessa base, retomando o espírito da melhor Idade Média — a das cruzadas — tornar-se uma espécie de nova ordem templária compacta e inexorável contra a corrente do caos, da abdicação, da subversão e do materialismo prático do mundo moderno, em tal caso não haveria um instante de dúvida na nossa escolha. Mas, como as coisas estão, isto é, dado o nível medíocre, no fundo burguês e paroquial, a que desceu hoje tudo o que é religião, para os nossos homens poderá bastar a pura referência ao espírito como evidência de uma realidade transcendente a invocar, não para evasões místicas ou alibis humanitários, mas para inserir na nossa força uma outra força, para fazer pressentir que a nossa luta não é apenas luta política, para atrair uma consagração invisível num mundo novo de homens e de chefes. 

-- Julius Evola, «Orientações»

A propósito de Dominique Venner


Encontro-me de novo entre as neves do terceiro Inverno de guerra na frente russa.
Estou cá porque o ideal que ardia em mim quando parti faz também com que me seja insuportável a atmosfera sufocante, com cheiro a mofo, do velho universo burguês moribundo.
A vida do soldado da frente é a única, neste momento, que é verdadeiramente recta, desinteressada, sem erro e sem negociações. Aqui, face à morte ou pelo menos face ao sofrimento quotidiano, a alma eleva-se acima do lodo da decadência.
Milhões de combatentes, endurecidos pela adversidade, preparam as elites revolucionárias que imporão amanhã a um mundo embrutecido ou saciado, o reconhecimento que os seus corações já albergam.
Estamos aqui pelos combates de hoje mas também pelos de amanhã.

Léon Degrelle
Frente Leste, Novembro de 1943

Dominique Venner - Presente!

Dominique Venner suicidou-se ontem à tarde, no altar da Catedral de Notre-Dame. No seu último post, publicado ontem, escreveu: «Serão certamente necessários novos gestos, espectaculares e simbólicos, para quebrar a nossa sonolência, sacudir as consciências anestesiadas e despertar a memória das nossas origens. Entramos num tempo em que as palavras devem ser autenticadas pelos actos.»

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As razões de uma morte voluntária

Esta foi a última mensagem que o escritor e historiador Dominique Venner deixou antes de se suicidar, ontem, na Catedral de Notre-Dame, em Paris. (Tradução de Duarte Branquinho)
 
Estou são de corpo e alma, cheio de amor para com a minha mulher e meus filhos. Amo a vida e não espero nada para além dela, a não ser a perpetuação da minha raça e do meu espírito. Portanto, na noite da minha vida, perante os imensos perigos para com minha pátria francesa e europeia, sinto-me no dever de agir enquanto ainda tenho forças.

Penso ser necessário sacrificar-me para romper a letargia que nos abate. Ofereço o que ainda resta da minha vida numa intenção de protesto e de fundação. Escolho um lugar altamente simbólico, a catedral Notre Dame de Paris que eu respeito e admiro, edificada pelo génio dos meus antepassados sobre locais de cultos mais antigos, recordando as nossas origens imemoriais.

Enquanto tantos homens são escravos das suas vidas, o meu gesto encarna uma ética da vontade. Entrego-me à morte a fim de despertar as consciências adormecidas. Insurjo-me contra a fatalidade.

Insurjo-me contra os venenos da alma e contra os desejos individuais invasores que destroem as nossas âncoras identitárias, nomeadamente a família, alicerce íntimo da nossa civilização multimilenar. Tal como defendo a identidade de todos os povos em suas casas, insurjo-me também contra o crime que visa a substituição das nossas populações.

Como o discurso dominante não pode sair das suas ambiguidades tóxicas, cabe aos europeus tirar as suas conclusões. Não havendo uma religião identitária à qual nos possamos amarrar, partilhamos desde Homero uma memória própria, repositório de todos os valores sobre os quais refundaremos o nosso futuro renascimento em ruptura com a metafísica do ilimitado, a fonte nefasta de todos os desvios modernos.

Peço antecipadamente perdão a todos aqueles a quem a minha morte fará sofrer, primeiro à minha mulher, aos meus filhos e netos, bem como aos meus amigos e seguidores. Mas, uma vez esbatido o choque e a dor, não duvido que tanto uns como outros compreenderão o sentido do meu gesto e transformarão o seu sofrimento em orgulho. Desejo que estes se entendam para resistir. Encontrarão nos meus escritos recentes a prefiguração e a explicação do meu gesto.

Para qualquer informação, podem dirigir-se ao meu editor, Pierre-Guillaume de Roux. Ele não estava informado da minha decisão, mas conhece-me há muito tempo.

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Dominique Venner - Presente!

Nosotros

A nosotros no nos dieron una bandera prolijamente doblada.
A nosotros no nos dieron ninguna pensión.
A nosotros nos desprecia la izquierda y la derecha.
A nosotros nos soñaron los dioses encendidos solitarios señores de la muerte y del exilio.
A nosotros no nos dieron la bandera dobladita, de los marines porque nosotros… somos los abanderados de los jirones negros del último infierno un minuto antes, del Apocalipsis.
Nosotros perdimos todas las guerras y entregamos hasta la última gota de sangre, sin embargo el sol conservó para nosotros sus rayos invictos, y su alegría.
Nosotros somos los culpables de todo lo que dice el noticiero, la suma maldad, el origen mismo de todos los males.
Es curioso el temor que nos profesan si todas las guerras hemos perdido.
Es curioso que quieran perseguirnos de nuevo.
Ahora que sólo somos la sangre sobre la nieve, la memoria de niños con uniforme, las espesas cenizas de la guerra civil, la luz cegadora del vacío.
Ahora que somos el olvido del olvido, inofensivos héroes del pasado, Hoplitas desnudos, obreros Poetas, agricultores.
Ahora que somos la sombra del acero, el eco del silencio, el azotar de las olas en los desembarcos, la espada dormida del exilio, la desazón de la derrota, la raza extinta de los lobos, el cóndor despeñado, el suicidio ritual, la última rosa cultivada antes de subir al tren de los fusiles.
Ahora es curioso que el mundo esté como está si fueron los buenos, los vencedores los que salvaron el mundo los que doblan las banderas prolijamente cada vez que un pueblo sometido mata a un invasor.
Porque no son los nuestros los que arrasaron el mundo, no son las hondas cruces en la nieve, no son las ruinas de Montecassino, no es Mussolini colgado de los pies ni su amante Claretta Petacci, no es la División Azul ni la Falange, no es la impunidad de la posguerra, no son los trabajadores ni los que se mantuvieron Fieles a su bandera en la derrota.
A nosotros nos perdió la lealtad y la sangre, la antigua tradición de los guerreros, la fe en el sol y en la semilla, la honradez del trabajo y del cultivo.
Por eso a nosotros nadie nos entregará una bandera de sangre y de vacío doblada de vergüenza de ser desplegada.
Por eso nuestra bandera es roja como la sangre y negra como la última noche del mundo cuando los dioses, preparan el amanecer.

Esparta e a sua Lei


Evola e o cristianismo (citações)

“A onda obscura e bárbara, inimiga de si própria e do mundo, que na subversão frenética de toda a hierarquia, na exaltação dos débeis, dos deserdados, dos sem nascimento e sem tradição, agitados pela necessidade de “amar”, de “crer”, de abandonar-se, no rancor contra tudo o que é força, suficiência, sabedoria, aristocracia, no fanatismo intransigente e proselitista constituiu um veneno para a grandeza do Império Romano, e a causa máxima da decadência do Ocidente. O cristianismo não é o que hoje subsiste como religião cristã – tronco morto carente de um impulso mais profundo. Depois de ter desagregado o conjunto de Roma, com a Reforma passou a infectar a raça dos bárbaros louros germânicos para logo penetrar também mais acima, tenaz e invisível: o cristianismo hoje está em acção no liberalismo e no democratismo europeu, e em todos os outros frutos da Revolução Francesa, até ao anarquismo e o bolchevismo; o cristianismo de hoje está activo na própria estrutura da sociedade moderna-tipo – a anglo-saxónica – e na ciência, no direito, na ilusão de poder da tecnologia. Em tudo isto conserva-se igualmente a vontade niveladora, a vontade do número, o ódio contra a hierarquia, a qualidade e a diferença, e o vínculo colectivo, impessoal, feito de mútua insuficiência, próprio das organizações de uma raça de escravos em plena revolta.”

“Falando de tradição referimo-nos a algo mais amplo, austero e universal que não seja o simples catolicismo, de forma que somente integrando-se nele o catolicismo possa reivindicar um carácter de verdadeiro tradicionalismo. Deve-se pois permanecer firme a ideia que ser tradicional e ser católico não é necessariamente o mesmo. E não só: ainda que pareça paradoxal para alguns, quem é tradicional sendo somente católico no sentido corrente e ortodoxo, mais não é do que tradicional pela metade. Repitamo-lo: o verdadeiro espírito tradicional é uma categoria bastante mais ampla do que o simplesmente católico.”

“O cristianismo, com o transcendentalismo dos seus pseudo-valores gravitando à espera do «Reino», que «não é deste mundo», rompe a síntese harmoniosa de espiritualidade e politização, de realeza e sacerdócio, que o mundo antigo conhecia. O embrutecimento político moderno não é mais do que uma consequência extrema desta antítese e desta cisão criada pelo cristianismo primitivo e contida na sua própria essência. Tomada em si mesma, no seu subtil bolchevismo e no seu profundo desprezo pelo mundano, a pregação de Jesus poderia tornar impossível não só o Estado, mas também a sociedade. Mas para chegar ao que constituía o cerne animador de tal ensinamento – o advento do «Reino» – o espírito e a intransigência da pregação primitiva foram traídos, e como que uma pioria e uma «normalização» voltaram a fixar um posto neste mundo àquilo que «não é deste mundo», surgiu, como um compromisso híbrido entre cristandade e paganismo, a Igreja Católica e o cristianismo. Fixemos sem dúvidas este ponto: uma coisa é o cristianismo e outra o catolicismo. O cristianismo enquanto cristianismo é anti-imperial, é análogo à Revolução Francesa de ontem e ao bolchevismo e ao comunismo de hoje. O cristianismo quando é diferente da Igreja Católica não é mais que uma sombra do paganismo, sombra sumamente contraditória, porque se reflecte sobre um conteúdo, sobre um sistema de valores ou pseudo-valores, que são a antítese do paganismo.”

“Embora não se deva ignorar a complexidade e a heterogeneidade dos elementos presentes no cristianismo e ainda mais no catolicismo, não é possível desconhecer o sentido da força dominante, a clara oposição entre esta e o que uma análoga redução ao elemento central, constituiu o espírito da romanidade. Isto sobretudo quando se contempla o corpo doutrinário e mitológico que pouco a pouco, a nova crença construiu e na qual aparecem elementos aparentemente esotéricos que, em abstracto, poderiam seguir os passos tradicionais; mas contudo, é essencialmente o «pathos» que a tudo tem dominado, actuando formativamente na ordem concreta da história como «civilização cristã».”

Por qué lo de Siria no es guerra civil y por qué se instaló el término


Lo de Siria no es guerra civil. Es un antiguo plan para derrocar el  gobierno usando una estrategia diferente con terroristas y mercenarios. Al vetar China y Rusia en 2011 y 2012 las resoluciones del Consejo de Seguridad que permitían la intervención militar y al suspenderse el diálogo político eficaz entre Estados Unidos y Rusia, quedó la puerta abierta  para utilizar cualquier estrategia que posibilitara el derrocamiento del gobierno del presidente Basher el- Assad.

El plan antiguo se restablece durante la administración de George W. Bush con una ley del congreso de EEUU en 2002 para contener a Siria, eufemismo para derrocar su gobierno. (The Syrian Accountability Act.2002). Sin embargo, la gestación de este plan es tan antigua como la necesidad de Estados Unidos para estar a cargo de los enclaves estratégicos de la zona donde está Siria. Es  una de las lecciones de la primera guerra mundial. (Hamilton Fish Armstrong. Foreign Affairs Octubre de 1928).

Es así que surge esta operación donde se desarrolló una simbiosis entre mercenarios externos, grupos terroristas y un grupo minúsculo de opositores que se hacen llamar rebeldes.  El primer órgano que usó el término fue la Cruz Roja a mediados del 2011 justamente cuando la Secretaria de Estado Hilary Clinton recomendó que Assad debía dejar de gobernar.  Es cuando el gobierno Sirio comienza a desplazarse hacia los bordes del territorio para evitar el ingreso masivo de terroristas y los enfrenta en las ciudades más populosas.

En Julio de ese año, Hilary Clinton nunca anticipó que el gobierno Sirio iba a resistir dos años de un nuevo tipo de invasión, basada en el envío de mercenarios y terroristas, operación a la que se le introduce el concepto de “ejército rebelde”. Con su declaración estimuló la mayor penetración  de terroristas de que se tenga memoria en una nación. Hay una cifra que circula en Siria de 15 mil a 20 mil terroristas liquidados en dos años. Por la dimensión territorial, si fueran solo 5 mil los terroristas liquidados ya no es guerra civil. Sucedió en Irak y mucho antes en Afganistán en la década de 1980. Es la formula Contra usada en Nicaragua.

Navi Pillay, la Alta Comisionada para los DDHH de la ONU en una declaración del 1ro de diciembre de 2011, cuando la cifra de muertes llegaba a 4,000, también contribuye a la confusión respecto al uso del término guerra civil con laxitud: " Dije que a medida que hubiera más desertores dispuestos a tomar las armas - algo que dije en agosto antes de la reunión del Consejo de Seguridad de la ONU- iba a desarrollarse una guerra civil y en estos momentos es como defino la situación”. (ONU).

El informe de la comisión de investigación sobre Siria también contribuyó a la confusión al señalar que "a pesar de que la mayoría de víctimas mortales y heridos han sido civiles desarmados, existen grupos que no pertenecen a las fuerzas armadas que aparentemente están armados"(ONU). No hubo más desertores, el pueblo sirio no tomó las armas. Lo que sí ha aumentado es el volumen de nuevos reclutas en el ejército. Todo lo opuesto del vaticinio de esta alta funcionaria del organismo que debería haber tenido un rol más neutral desde el inicio del conflicto. 

Debido al reciente ataque con morteros a la Oficina de la ONU de Damasco, acaba de ser evacuado el volumen mayor de personal ONU en Siria, quedando un contingente básico que operará desde sus casas. Es decir, los "rebeldes" de esta mal llamada guerra civil, atacan la ONU. Sería  como el mismo tipo de "rebeldes" que atacaron la sede de la ONU en Baghdad, en los inicios de la ocupación. En Irak eran llamados directamente terroristas y no se llamaba al conflicto de guerra civil.

Es muy importante desmitificar el concepto que se instaló en los cuarteles empeñados en derrocar al gobierno Sirio y que se propaga profusamente de que se trata de una guerra civil. La jugada conceptual es maestra. Al usarla excluye al terrorismo como factor protagónico en el plan de desestabilizar Siria. Inclusive comienzan a aparecer trabajos de tesis de grado en universidades y ponencias en coloquios sobre el tema sirio, con el encasillado de que el plan de derrocar a Assad por la vía terrorista es guerra civil. Que la academia se sume a la distorsión es extremadamente grave.

¿Es guerra civil cuando el principal protagonismo de los enfrentamientos corresponde a una nueva legión extranjera armada formada especialmente por terroristas y mercenarios para derrocar un gobierno?  ¿Es guerra civil cuando por ningún lado se ve a un  pueblo sirio armado?  La mayor parte es una fuerza multinacional invasora compuesta por mercenarios y terroristas.  Permanecí en un hotel en Damasco donde se alojaba este nuevo tipo de turista-terrorista – mercenario, personaje macabro de la destrucción, a la espera de ser distribuidos dentro de Siria. Todos extranjeros. El gobierno no los deportaba o los sacrificaba de inmediato porque siempre apostó a la negociación política y  evitar las masacres.

Ha habido críticas al interior de Siria por una actitud demasiado benevolente y negociadora del gobierno, conducta que no fue aprovechada por los enviados especiales de la ONU  Kofi Annan y Lakhdar Brahimi. Hay que decirlo sin ambages. Medio año atrás, antes de que empezaran fuertes reclamos de los países no alineados con el derrocamiento, la ONU estaba por el cambio de régimen a cualquier precio. Hay registros fotográficos de vehículos de la ONU transportando equipamiento y provisiones a los grupos armados contra el gobierno.     

Cuando se pensaba que con la llegada de John Kerry como secretario de estado, Estados Unidos relanzaba una negociación política, adopta en cambio una actitud más beligerante al continuar apoyando una operación que protagonizan terroristas y que para la Casa Blanca continúan siendo rebeldes en una guerra civil inventada.

Reflexões contra a modernidade

O nosso camarada e amigo Eduard Alcántara acaba de publicar, nas Ediciones Camzo, um novo livro, intitulado «Reflexões contra a modernidade», cuja leitura vivamente recomendamos a todos os nossos leitores. 



O presente livro é o resultado de um compêndio de escritos que fomos redigindo ao longo dos últimos anos.

Na selecção realizada para a composição desta obra, guiou-nos o critério de que os textos tivessem um enfoque, impregnado até à medula, de Tradicionalismo.

É, no nosso caso particular, Julius Evola quem mais certeiramente nos transmitiu quais são as essências e os atributos do Mundo Tradicional.

Poderíamos, à nossa modesta escala, comparar este nosso livro com a obra capital do grande mestre italiano (“Revolta contra o Mundo Moderno”), no sentido de considerar que o título do mesmo na realidade representaria como que a consequência reflexiva que deveria fazer-se após a sua leitura.

A exposição e a reivindicação, que nos nossos textos realizamos, dos eixos e das doutrinas Tradicionais, são acompanhadas pela nossa denúncia da grande enfatuação representada pela modernidade, pois o Mundo Tradicional constitui a antítese do mundo moderno.

Ficaríamos satisfeitos se a leitura da presente obra servisse para que alguns, bem-intencionados, que pretendem encarnar íntegras alternativas ao Sistema que nos aliena, sacudissem certas escórias ideológicas que podem torná-los indignos de uma cosmovisão fundamentalmente oposta à deste deletério mundo moderno.

[Do texto da contracapa]

Os "bons"!...

No fim da II Guerra Mundial, humilhou-se os soldados japoneses conforme se pode ver na foto. A imagem fala por si só, mas podemos recordar o que se fez no Iraque, em Guantánamo, etc.

Luz do Norte

O clima favorável e a abundância natural deviam pois incitar a grande maioria ao abandono, à paz, ao repouso e a uma inacção contemplativa, em vez de serem propensos a uma activa afirmação e transcendência de si próprios.* As­sim, mesmo no plano de tudo o que numa certa medida pode ser condicionado por factores externos, enquanto a «Luz do Norte» é acompanhada, sob signos sola­res e urânicos, de um ethos viril e de espiritualidade guerreira, de dura vontade ordenadora e dominadora, nas tradições do Sul corresponde pelo contrário à predomi­nância do tema ctónio e ao pathos da morte e da ressurreição, a uma certa inclina­ção para a promiscuidade, para a evasão e para o abandono, para um naturalismo panteísta com tendências ora sensualistas, ora místicas e contemplativas.**
A antítese entre o Norte e o Sul poderia ser comparada igualmente à que existe entre os dois tipos primordiais do Rei e do Sacerdote. No decorrer de cada pe­ríodo histórico consecutivo à descida das raças boreais, manifesta-se a acção de duas tendências antagónicas que de uma forma ou doutra se reclamam desta pola­ridade fundamental Norte-Sul. Em cada uma destas civilizações, teremos de reco­nhecer o produto dinâmico do encontro ou do choque dessas tendências, que deu lugar a formas mais ou menos duradouras, até ao prevalecer das forças e dos pro­cessos que conduziram às idades sucessivas do bronze e do ferro. Aliás não é só dentro de cada civilização particular, mas também na luta entre as diferentes civi­lizações, na predominância de uma ou na ruína da outra, que se tornaram fre­quentemente transparentes significados mais profundos, e que se poderá observar, de novo, a vitória ou a derrota de forças que se reclamam de um ou do outro dos dois pólos espirituais, e fazendo referência mais ou menos íntima aos filões étnicos que conheceram originariamente a «Luz do Norte» ou que pelo contrário sofreram o encanto das Mães e os abandonos estáticos do Sul.

- Julius Evola, Revolta Contra o Mundo Moderno, pp. 282-283

* No Tshung-Yung (X, 1-4) é característico que a força viril heróica (embora entendida num sentido materializado) e a atitude de doçura e de compaixão sejam atribuídas respectivamente ao Norte e ao Sul.
** Já aludimos (parte II, cap. 4) que o simbolismo dos solstícios tem um carácter «polar», enquanto o dos equinócios se refere à direcção oeste-leste, e por isso, no âmbito dos pontos de vista aqui expostos, à civilização «atlântica». Nesta perspectiva, seria interessante examinar o sentido de certas festas equino­ciais, nas suas relações com os temas das civilizações meridionais em geral. A este respeito, a exegese do Imperador Juliano (Mat. Deorum, 173 d, c, 175 a, b) é extremamente significativa. No equinó­cio o Sol parece escapar à sua órbita e à sua lei, dispersar-se no ilimitado: é o seu momento mais «antipolar» e mais «antiolímpico». Este impulso para a evasão corresponde aliás ao pathos das festas mistas que se celebravam entre certos povos no equinócio da Primavera precisamente em nome da Grande Mãe, festas que por vezes se ligavam mesmo ao mito da «emasculação» do seu filho-amante solar.

O testemunho de Sylvia Stolz


A advogada foi presa por apresentar ao tribunal evidências em defesa de Ernst Zündel. Estas evidências poderiam suscitar dúvidas sobre a versão oficial da história, o que causou indignação na sala de julgamentos e fez com que ela fosse proibida de discutir o caso, enumerar evidências e continuar a defesa do seu cliente. Ela ignorou a censura e continuou a argumentar e a apresentar evidências, e foi ameaçada a ser severamente penalizada se insistisse. Insistiu e foi presa durante o julgamento do “negador do holocausto” Zündel. Permaneceu presa por quase três anos e meio e proibida de exercer advocacia por cinco anos, foi banida da associação dos advogados alemães. No seu discurso, diz que o problema com a liberdade de expressão não se resume apenas ao campo político, cita o exemplo de médicos que foram proibidos de exercer porque advertiram sobre determinadas vacinas, jornalistas que foram ostracizados por terem apresentado pontos de vista diferentes dos oficiais a respeito do 11 de Setembro. Sobre o caso Zündel, diz que os princípios do código penal não só deixaram de ser cumpridos, como foram também completamente violados pois ela teve o seu discurso banido, evidências banidas e a defesa ao arguido negada em tribunal. Os princípios em questão ditam que um acusado tem o direito de saber o que fez de errado e por outro lado o que deveria ter feito. A questão do tribunal recai sobre uma questão ridícula sobre se as afirmações de Zündel eram verdadeiras ou falsas. Em seguida cita o parágrafo 130 secção 3 do código penal alemão que estabelece para os “negadores do holocausto”, multa ou prisão de até 5 anos por cada ofensa, mas neste mesmo parágrafo não há sequer menção do holocausto propriamente. Em vez disto há uma referência ao parágrafo 6, secção 1 da Lei Internacional, onde há a definição de “genocídio” e diz que aqueles que negam um “genocídio” cometem uma ofensa, tal como perturbação da ordem pública. Segue então a definição de “genocídio”: “Quando UM membro de um grupo étnico, religioso ou outro grupo é 'assassinado com o intuito de causar a deliberada e sistemática destruição, total ou parcial, de um grupo étnico, racial, religioso ou nacional'." Isto por sua vez, significa que se apenas um membro de determinado grupo é assassinado e o perpetrador desejava matar uma parte ou todo o grupo, então isto constitui “genocídio” de acordo com esta definição. Fala sobre a fantochada do tribunal de Nuremberga, sobre falta de evidências, falta de provas e etc. e afirma que se tais assassínios em massa não podem simplesmente ser demonstrados, muito menos a “negação” destes supostos crimes pode ser. As evidências, o ónus da prova que eram as partes mais importantes do Tribunal de Nuremberga foram anuladas pelos Estatutos de Londres, que foram redigidos especificamente para este tribunal militar, no artigo 19 diz: “O tribunal não deverá estar preso às regras de evidência” e no artigo 21 “O tribunal não deverá requisitar provas de factos de conhecimento público, mas tomará notas judiciais”. Usualmente, o dever dos tribunais de justiça é estabelecer os factos e não presumir os factos.

Apoiar Axel Möller

 
30 meses de prisión, ha sido el precio a pagar por no retroceder ante las leyes mordaza alemanas, en el arduo combate por la libertad de Europa.
El hereje ya ha sido encarcelado, pero en “ALTERMEDIA”, su trinchera política en internet, la lucha no cesa, para desesperación de una fiscalía que no ha logrado arrancar una sola sílaba a nuestro irreductible camarada.
Perseguido y encerrado tanto por sus artículos de opinión, como por la tenacidad demostrada a lo largo de muchos años de constante dedicación a la difusión de ideas prohibidas, Möller no conoce el desaliento. En estos términos se dirigió al tribunal en su alegato final:
“Quiero asegurarles que tengo la intención de proseguir con mi lucha contra su sistema político, sin importar el lugar donde pueda hallarme en el futuro, sea en la calle, en una empresa, frente a un ordenador, o en la penumbra solitaria de una celda de la prisión, en cuyo interior, seré aún más libre que todos ustedes aquí al aire libre, porque yo sé que la verdadera libertad no depende de la comodidad de las circunstancias exteriores, sino de una actitud interior”.
La derrota europea de 1945 trajo consigo una miserable demonización de los vencidos, amparada por una “historia oficial” incuestionable, que los vencedores han impuesto a golpe de ley. Aquellos que se han mantenido como fieles defensores de la Verdad y el Nacionalsocialismo han sido perseguidos y silenciados por todos los medios legales e ilegales imaginables. El mito democrático de la “libertad de pensamiento” ha sido cruel verdugo de estos nobles paladines de la causa europea.
DEVENIR EUROPEO, en solidaridad con los prisioneros políticos del mundo, y a la vista de los magníficos resultados obtenidos en las anteriores campañas, ha comenzado ya la 5ª EDICIÓN de AYUDA PARDA para socorrer a nuestro camarada alemán Axel Möller, un idealista irreductible.
Cualquier ayuda es poca para nuestros presos; tenemos el deber de mantenernos a su lado. Han perdido sus trabajos, arruinado sus carreras, han sido encarcelados, se han visto abocados al exilio… Y la mayoría son además responsables de una familia que sufre con ellos, a la sombra de la opinión pública, la brutalidad del sistema democrático.
La campaña consiste en una recolecta económica para ayudarles a soportar la dura situación a la que les ha llevado su fidelidad, y una recogida de cartas y mensajes de apoyo que haremos llegar a los perseguidos. Un gesto tan sencillo como escribir unas breves palabras de ánimo ayuda enormemente a nuestros camaradas a soportar cada día de tormento, y a mantener viva la esperanza. Las donaciones podrán realizarse a través de la cuenta bancaria de Devenir Europeo, o en mano, durante los actos de la Asociación. Las cartas pueden igualmente sernos entregadas en mano o enviadas por correo postal o electrónico.
No olvidemos que la ayuda más significativa no es la más cuantiosa, sino la que más sacrificio implica al donante. Además, Devenir Europeo donará el 10% del dinero de las ventas de material a esta causa.
“Lamentablemente, en mi situación no puedo retribuir con nada, salvo mi promesa de que voy a resistir, sin que nadie que me brinda su apoyo pueda quedar decepcionado por mi conducta”.
Axel Möller.
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“Verídicas: poucas pessoas sabem sê-lo. E aqueles que o sabem estão ainda longe de o querer. E menos do que ninguém, os bons.
Oh! esses bons! Os bons nunca dizem a verdade.
Ser bom desta maneira é uma doença do espírito.
Estão sempre prontos a ceder, esses bons, a render-se; o seu coração aprova, obedecem com toda a sua alma; mas aquele que ouve toda a gente deixa de se ouvir a si próprio.
É preciso reunir tudo que os bons chamam mau para produzir uma única verdade; ó meus irmãos, sois bastante maldosos para produzir semelhante verdade?
Audácia temerária, prolongada desconfiança, recusa cruel, aversão, ferro que corta o que é vivo - como é raro encontrar tudo isto reunido! Mas é desta semente que nasce a verdade.
Foi na proximidade da má consciência que nasceu e se desenvolveu até agora toda a ciência. Quebrai, discípulos do Conhecimento, oh!, quebrai as antigas tábuas!”
— Nietzsche, Assim Falava Zaratustra
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