Conferência - fotos

Ai que prazer
Cumprir um dever.
Ter palavras para dizer
E assim o fazer.
Pensar é bom
Agir é melhor.
O Sol brilha porque pode.
O rio escava seu próprio sulco,
e assim segue original.
E a Fidelidade, essa, tão anti-natural
Como não tem tempo, se apressa.

Humberto Nuno Oliveira expôs a situação de Pedro Varela

Marcos Ghio expôs os princípios fundamentais do pensamento tradicional

Vista parcial da sala

É já no próximo Sábado


Para além de Marcos Ghio, estará também presente Humberto Nuno Oliveira que falará sobre a situação de Pedro Varela.

Carta del Lavoro

No tocante ao descanso aos domingos, a lei n. 370 de 22 de Fevereiro de 1934, coordena e aperfeiçoa as disposições já existentes, relativas a estes assuntos. Salvo o casos previstos pela lei, (para os trabalhos que têm tendências técnicas especiais) todos os trabalhadores têm direito ao descanso de 24 horas, nos domingos.

É notório, que o Governo Fascista foi um dos primeiros que adoptou as oito horas de trabalho e foi o primeiro que adoptou as quarenta horas semanais e a limitação do trabalho extraordinário.

XVI.

Depois de um ano de serviço ininterrupto os que trabalham nas empresas, onde o trabalho é contínuo, têm direito a um período anual de férias remuneradas.

* * * * *

O princípio afirmado nesta Declaração, teve aplicação para os empregados privados, em virtude do art. 7 n. 1825 do Decreto Lei de 13 de Novembro de 1924, que estabelece o descanso retribuído. Todos os anos, o empregado tem direito a um período de férias que varia de 10 a 30 dias, segundo a duração do serviço prestado.

- Benito Mussolini, O Estado Corporativo

Hordas anárquicas-criminais assediam e saqueiam Londres

Para a jovem socióloga do King’s College, entrevistada pela comunicação social portuguesa, a motivação dos distúrbios reside nas medidas de austeridade adoptadas pelo Reino Unido e que levaram ao encerramento de centros recreativos e de apoio à juventude, locais onde esses “jovens” vão aprender e ensinar a belíssima arte do graffitti, a sublime dança conhecida por break dance, apreciar a magnífica poesia e musicalidade do hip-hop além de receber “aconselhamento” (sabe-se lá sobre o quê) e provavelmente também usar e vender estupefacientes sob a tutela do welfare state britânico.

Ora, estes pobres e mal alimentados meninos, uma vez desocupados nas férias de Verão, sem subsídios para comprarem os seus tablets, telemóveis topo-de-gama ou as suas pastilhas de ecstasy, resolveram matar o tempo em saques organizados, mais parecidos com a captura do saque de guerra do que com o furto famélico ou por outras questões de sobrevivência.

O proletário “inglês”, acostumado aos mimos, subsídios e a toda a condescendência proporcionada pelo Estado de “bem-estar” social (uma cara utopia dos tempos que correm), já não pode viver sem tais direitos; os deveres, esses, estão em segundo plano, claro está.

Consta que os tais “jovens” têm preferência pelo saque de lojas de artigos electrónicos e de marcas famosas, e entre esses “jovens” encontram-se homens, crianças e mesmo mulheres de meia-idade!

Segundo alguns relatos a acção da polícia tem sido ineficaz, o que não é de admirar tendo em conta as confrangedoras declarações da ministra do Interior, que parece acreditar mesmo que “a conversar é que a gente se entende”.

E aqui chegámos a um ponto fundamental: ao que parece, as poucas zonas poupadas à onda de destruição são habitadas pela comunidade turca, que se mobilizou e organizou em autodefesa, conseguindo defender os seus estabelecimentos da onda de saques, enquanto que a população autóctone se limitou a entregar a sua defesa nas mãos da polícia.

E este é o ponto fundamental e a lição a reter: contra o caos e a desordem o “indivíduo” nada pode; apenas a “comunidade”, ou seja, um grupo de pessoas homogéneo, com uma identidade comum e o consequente sentimento de pertença, está em condições de resistir à desordem mal contida que caracteriza as nossas sociedades modernas.

É bom que aprendamos esta lição bem depressa, porque ontem foi em Paris, hoje é em Londres, e amanhã será à porta de nossa casa!


Quando há uns anos fui recebido na Legião, foi-me entregue este livro. Ontem tivemos a oportunidade de oferecer outro.

*
* *

No caminho do guerreiro, são essenciais três qualidades: lealdade, integridade e coragem. Falamos do guerreiro leal, do guerreiro íntegro e do guerreiro corajoso, ma aquele que reúne as três virtudes é considerado o de maior valor. No entanto, entre milhares de samurais, é raro encontrar um que alcance tal categoria. Ora, é relativamente fácil distinguir o guerreiro leal e o guerreiro íntegro através dos seus comportamentos quotidianos, mas talvez se duvide que em tempos de paz e tranquilidade como os actuais seja possível distinguir o guerreiro corajoso. Porém, não é esse o caso, pois a coragem não se demonstra apenas quando um homem põe uma armadura, pega na lança e na alabarda e avança para a batalha. É possível ver se tem ou não coragem no decurso da sua vida quotidiana. Porque quem nasce corajoso será leal e filial para com o seu senhor e os seus pais, e sempre que tenha algum momento de ócio utilizá-lo-á para estudar, assim como não será negligente na prática das artes militares. Evitará escrupulosamente a indolência e prestará muita atenção à maneira como gasta cada uma das suas moedas. Pensar que isso revela uma avareza detestável é um engano, pois ele gasta com liberalidade quando necessário. Nada faz que seja contrário ao estipulado pelo seu senhor ou que desagrade aos seus pais, mesmo quando deseja proceder de outra forma. Assim, sempre obediente ao seu senhor e a seus pais, vive com prudência, na esperança de um dia realizar alguma obra de grande mérito, moderando o seu apetite na comida e na bebida, evitando os excessos do sexo, que é a grande ilusão da humanidade, a fim de preservar a saúde e a força. Porque nestes aspectos, como em todos os outros, é o autocontrolo inflexível que constitui o princípio da coragem.

Concentração - Liberdade para Pedro Varela

Via Libertad Pedro Varela

Unos treinta partidarios de la libertad de expresión se solidarizaron con Pedro Varela, frente a la prisión de Brians, donde se encuentra encerrado hace siete meses. Media docena de manifestantes lograron acercarse hasta la entrada principal y permanecer allí durante diez minutos, al cabo de los cuales la policia les ordenó disolverse por lo que tuvieron que hacer sus proclamas desde fuera del recinto penitenciario. El acto duró alrededor de una hora. Damos las gracias de parte de Pedro a todos los que asistieron a pesar de ser festivo y de aguantar estoicamente un calor sofocante.

Liberdade para Pedro Varela

Não podemos lá estar, mas não esquecemos:





Regresso aos clássicos?

Via Reverentia Lusa

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Legião e Partido

Legião e Partido são dois conceitos antitéticos e antagónicos. Enquanto que a essência de um partido é o manifesto ou o programa, que é como que a mercadoria que se oferece ao cidadão, o anzol com o qual se tenta apanhar o seu voto (o qual, como bem sabemos, tem apenas um inconveniente e que é o de nunca se cumprir), aqui é substituído por um conceito mais vasto e universal, que é a concepção do mundo. Se o Partido se esgota simplesmente na conquista do Estado para acomodar os seus membros e repartir prebendas aos seus votantes, a função da Legião é pelo contrário modificar o homem. É por isso que, dirá Codreanu para distinguir a política do Partido da da Legião, enquanto que para o democrata partidário a política é um negócio, para o legionário é uma religião.
Pois bem, sendo a Legião o oposto do conceito de Partido, sendo uma realidade antitética em relação a este último, exige uma série de requisitos totalmente distintos do que normalmente existe hoje em dia. É actualmente comum filiar-se num partido para progredir e, por sua vez, é normal da parte do Partido andar atrás das pessoas para que se filiem ou votem nele, pois isso implica para este um ganho de carácter principalmente económico (reconhecimento legal, franquias, subsídios, etc., portanto, dinheiro). Passa-se exactamente o contrário com a Legião. Ser legionário é principalmente um orgulho e algo que se consegue depois de uma série de requisitos não facilmente alcançáveis por qualquer um. Parte-se aqui da ideia de que vários séculos de modernidade e materialismo geraram uma profunda perversão no homem, o qual deve ser corrigido e modificado. Aquele que ingressa na Legião não o faz para ascender ou progredir, como acontece hoje em dia, mas sim para se rectificar. A Legião é pois uma escola para as pessoas, um lugar onde estas recebem uma aprendizagem, mas não no sentido habitual do que é a educação hoje em dia, pois actualmente onde menos se educa é na escola, onde quando muito se adquire um certo adestramento ou técnica que em si mesma não transforma grandemente a pessoa, mas sim uma acção modificadora desta, pela qual quem nela ingressa deve restaurar essa unidade originária no sentido de que o espírito reja a alma e esta governe o corpo. Numa época materialista como a nossa onde o hedonismo, a busca tão-só dos prazeres materiais, é o que prima, a acção correctiva desencadeava-se através de um profundo ascetismo. (…)
Por tudo quanto foi dito salta à vista a ideia grandiosa que resulta da Legião como projecto e a insignificância que perante a mesma adquire o conceito de Partido. Codreanu tinha imposto como norma que todo aquele que se filiasse num partido fosse automaticamente expulso da Legião. O partido era equiparado a uma instituição criminosa que tinha de ser combatida com todas as forças. No entanto, também na sua época surgiram pessoas que por vezes “por táctica” pensaram na conveniência de filiar-se em algum partido para “tomá-lo” ou transformá-lo. A este respeito Codreanu é claro nas suas críticas; ele costumava dizer que quem assim opinava assemelhava-se àqueles que consideravam que o Mar Negro, que é salgado e pequeno, em comparação com o Mediterrâneo por exemplo, iria transformar-se com o decorrer dos anos em doce em virtude de todos os afluentes que lançavam permanentemente as suas águas nele. Precisamente o contrário, respondia, não só continuará sempre salgado, como também transformará em salgadas as águas doces que afluem até ele. Recordemos a tal respeito todas aquelas pessoas que conhecemos que tentaram a sorte nos partidos e veremos quanta razão tem esta simples reflexão.
A terceira revolução, a legionária, aquela que substitui o vetusto conceito de partido pelo mais claro e radical de Ordem, era pois a mais profunda de todas: significava questionar a modernidade até às suas próprias raízes, implicava a verdadeira rectificação da história do Ocidente e, porque não dizê-lo, do mundo inteiro. (…)

- Excerto do texto "O Espírito Legionário", a publicar no próximo número do Boletim Evoliano

Rodrigo Afreixo Ferreira: Presente!

via Nonas

Soube da notícia da morte do meu camarada e amigo, Rodrigo Afreixo Ferreira, através de um amigo e camarada comum que como eu andava intrigado de nada saber do "Afreixo" mas a verdade é que viemos a saber que o silêncio estava relacionado com a sua morte em Janeiro deste ano.
Rodrigo Afreixo era um Camarada e um Amigo exemplar, sempre disponível para ajudar, pessoa de elevada cultura, bom trato com quem dava prazer estar e conversar.
Graças a ele, ao longo de anos, consegui arranjar centenas de livros para a minha biblioteca porque ele andava em pesquisa nas livrarias e alfarrabistas de Lisboa, do Porto e no estrangeiro.
A foto tirada em Parada de Gonta, na Casa de São José, casa do Rodrigo Emílio, testemunha a amizade e camaradagem que ambos nutriam um pelo outro.
De braço ao alto, te saúdo, com um até sempre, Rodrigo Afreixo!

Também a Legião Vertical saúda, de braço ao alto, este seu camarada!

Movimento de Oposição Nacional

A democracia é lisonja

Se definirmos a “democracia” como o auto-governo do povo, evocamos imediatamente uma impossibilidade, qualquer coisa que jamais poderá ter uma existência de facto, nem hoje, nem em qualquer outra época.
Não há necessidade de nos deixarmos abusar pelas palavras: é contraditório admitir que os mesmos homens possam ser, num dado momento, governantes e governados porque, para usar a linguagem aristotélica, um mesmo ente não pode estar, simultaneamente e na mesma relação, “em acto” e “em potência”.
Isto é uma relação que supõe necessariamente dois termos: não pode haver governados onde não haveria governantes; mesmo se estes são ilegítimos e não têm outros direitos ao poder, para além dos que a si próprios se atribuíram.
Ora, a grande habilidade dos dirigentes do mundo moderno consiste em fazer acreditar ao povo que ele se governa a si próprio. E o povo deixa-se persuadir tanto mais de bom grado quanto se sente lisonjeado e, por outro lado, sendo incapaz da reflexão necessária para perceber que a coisa é impossível.

- René Guénon, Hierarquia e Democracia, Hugin, 2001, pp. 33-34

A "outra" Líbia

Alguma informação para reflexão sobre a Líbia:

I – Por muito bizarro que Kadafi seja, a ONU constatou em 2007 que a Líbia tinha:
1. Maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de África (maior do que o do Brasil);
2. Ensino gratuito até à Universidade;
3. 10% dos alunos universitários estudavam na Europa e EUA, com tudo pago;
4. Ao casar, cada casal recebia até 50.000 US$ para montar casa;
5. Sistema médico gratuito, rivalizando com os europeus (equipamentos de última geração, etc.);
6. Empréstimos pelo banco estatal sem juros;
7. Inaugurado em 2007, o maior sistema de irrigação do mundo, vem tornando o deserto (95% da Líbia) em fazendas produtoras de alimentos.

II – Então, porquê detonar a Líbia?...
Três principais motivos:
1. Tomar o seu petróleo de boa qualidade e com volume superior a 45 bilhões de barris em reservas;
2. Fazer com que todo o mar Mediterrâneo fique sob o controlo da OTAN. Agora só falta a Síria;
3. E provavelmente o principal:
- O Banco Central Líbio não é atrelado ao sistema financeiro mundial;
- As suas reservas são toneladas de ouro, que dão respaldo ao valor da moeda, o dinar, que desta forma está resguardado das flutuações do dólar;
- O sistema financeiro internacional ficou possesso com Kadafi, após ele propor, e quase conseguir, que os países africanos formassem uma moeda única desligada do dólar.

III – O que é o ataque humanitário para salvar o povo líbio?
1. A OTAN, comandada como se sabe, pelos EUA, já bombardeou as principais cidades líbias com milhares de bombas e mísseis em que um único projéctil é capaz de destruir um quarteirão inteiro. Os prédios e infra-estruturas de água, esgotos, gás e luz estão seriamente danificados;
2. As bombas usadas contêm DU (urânio enfraquecido) que tem um tempo de vida de cerca de 3 bilhões de anos (causa cancro e deformações genéticas);
3. Metade das crianças líbias estão traumatizadas psicologicamente por causa das explosões que parecem um terramoto e racham as estruturas das casas;
4. Com o bloqueio marítimo e aéreo da OTAN, as crianças sofrem principalmente com a falta de medicamentos e alimentos;
5. A água já não é potável em boa parte do país (mais uma vez, as crianças são as mais atingidas);
6. Cerca de 150.000 pessoas deixam o país, por dia, através das fronteiras com a Tunísia e o Egipto. Vão para o deserto ao relento, sem água nem comida;
7. Se o bombardeamento terminasse hoje, cerca de 4 milhões de pessoas (de entre uma população de cerca 6,5 milhões) precisariam de ajuda humanitária para sobreviver: água e comida.

Em suma: O bombardeamento “humanitário” acabou com a nação líbia. Nunca mais haverá a “nação” líbia tal como ela existia. Tão simples quanto isto.

Fonte: www.globalresearch.ca

Fabricados para não durarem

Sabemos bem que dos três factores que compõem a economia – trabalho, capital (terra e maquinaria) e dinheiro – só um deles, o dinheiro, carece de valor intrínseco e é, portanto, o menos importante de todos, porque pode ser facilmente substituído. Numa ordem subvertida, como a do materialismo em que vivemos actualmente, acontece que pelo contrário se transforma no mais importante dos factores. (...) A desordem moderna, de cuja dimensão hoje em dia cada vez mais pessoas já começam a tomar consciência plena, e que não pode já ocultar-se com todos os "avanços", "clichés" e "mentiras" da tecnologia, foi tão grande que foi desordenando paulatinamente as três dimensões próprias do humano. Assim, pois, a uma economia auto-suficiente que submete o homem erigindo-se em seu destino, sobrevém-lhe portanto a corrupção da Política e do Direito, convertendo-se em “negócios” e consequentemente a decadência também da Religião, a qual renuncia à sua função transcendente para entregar-se, tal como sucede agora, a uma tarefa puramente moralizadora.

– Marcos Ghio, «El Espíritu Legionario»

A propósito de Pedro Varela: Bandeiras e Etiquetas

Por Eduard Alcántara

Há pessoas que dizem hastear a mesma bandeira que a nossa. Há aqueles que dizem fazê-lo, senão for com a mesma, com uma bandeira semelhante. Nós temos dificuldades em identificar muitas dessas bandeiras como iguais ou semelhantes à nossa. Nisto não reside nenhuma dificuldade. No entanto, depois de conhecermos uns e outros não demora muito tempo até que comecemos a sentir-nos em comunhão existencial com uns e a ver outros como estranhos. Não adianta ostentar publicamente uma etiqueta ou outra mas sim aspirar a viver de acordo com os princípios e a essência que a caracterizam. Não nos chega, sequer, que nos demonstrem erudição e conhecimento dos conteúdos e objectivos contidos na nossa bandeira. Há que exigir, no mínimo, um intento de assumpção dos seus parâmetros vitais.
Há indivíduos que, por muito que digam que partilham a nossa trincheira, nunca serão dos nossos nem nunca os consideraremos como tal, pois após um breve contacto não descortinamos na sua actuação nenhum valor entre aqueles que são próprios do Homem da Tradição. Não identificamos nestes indivíduos nem um vestígio de nobreza, de lealdade, de fidelidade, de valentia, de sinceridade, de franqueza, de serenidade, de temperança, de espírito de serviço e sacrifício, de firmeza interior, de bravura, de tenacidade, de perseverança, de laconismo, de prudência ou de abnegação, mas pelo contrário, em pouco tempo, poderemos vislumbrar ou perfídia, ou hipocrisia, ou egoísmo, ou individualismo, ou ânsia de notoriedade, ou tendência para a cobardia, ou predisposição para a traição, ou deslealdade, ou mentira, ou ligeireza para criticar ou até caluniar aqueles que lhe são próximos, ou a inveja, ou rancor, ou o ódio, ou a incontinência verbal, ou a charlatanice, ou a irascibilidade, ou mudanças súbitas de humor, ou a instabilidade psíquica, ou a ruindade, ou a inconstância, ou a dissimulação, ou a estridência e a imprudência. Para nós é, por isto, quase indiferente, se alguém hasteia a nossa bandeira ou uma parecida, pois o que na verdade nos importa é que o faça tentando sentir os valores que sempre foram os da Tradição e não apenas impregnados dos contravalores do mundo moderno. A etiqueta não nos serve de nada se o etiquetado nada faz em honra dela. Causa-nos ainda mais desagrado o indivíduo que professa verbalmente a sua adesão a uma etiqueta semelhante à nossa e a mancha de modo execrável do que aqueles contemporâneos nossos que se sentem identificados com esta funesta modernidade e fazem gala do seu posicionamento. Estes, ao menos, mostram coerência entre os seus contravalores de referência e a etiqueta própria do mundo moderno, o qual idolatram e santificam. Os outros, pelo contrário, traem as nobres causas com a sua maneira de ser. Sentimos camaradagem por aqueles que mesmo não militando exactamente na nossa bandeira são fiéis na sua existência aos valores que temos identificado como próprios da Tradição. Talvez possamos discordar com estas pessoas em certos detalhes na hora de conceber a existência. Embora possamos ir beber a fontes idênticas, talvez algumas das nossas referências históricas (ou proto-históricas) ou míticas não sejam as mesmas (ou exactamente as mesmas) mas sentimo-nos como camaradas quando conhecemos e podemos comprovar os valores que os regem e caracterizam a sua maneira de ser.
Neste sentido, entre estas pessoas dignas de admirar pelo exemplo que dão – ao serem coerentes com os valores nos quais acreditam – encontramos um represaliado pelo Sistema Dominante, Pedro Varela. Poucas pessoas como ele libertam essa espécie de aura que é a marca da coerência, da honestidade, da tenacidade e da limpidez de ânimo. Uma aura que move a admiração de todos aqueles que apreciam os valores ignorados e menosprezados, pertencentes ao Mundo da Tradição. Por outro lado, Pedro Varela apenas provocará inveja, receios e ódio entre os modernos, impotentes para fazer seus aqueles elevados valores, pois a incapacidade e a impotência movem a inveja dos que não são capazes de dignificar-se pela sua vontade e esforço constante.
Que os escassos Homens rectos propaguem seus ideais entre si, enquanto os néscios, os desajustados, os alienados e os desequilibrados produtos da modernidade vão merecendo o respeito do Sistema. No entanto, não nos surpreende o destino que o mundo moderno outorga a estes tipos antagónicos de pessoas, pois aos primeiros não os pode manipular, domesticar, hipnotizar, e aos segundos, pelo contrário, seduz, programa e converte em seres movidos por reflexos compulsivos e escravizados com grande facilidade.
Mesmo que apenas exista um homem íntegro, a chama da Tradição não se extinguiu de todo!

Concentração em Valência: liberdade para Pedro Varela

via Tierra y Pueblo

Convocado a titulo personal por un grupo de camaradas, el pasado domingo día 17 se celebró un acto de protesta en la Feria del Libro de la ciudad de Valencia. El mismo consistió en la colocación de una mesa informativa acompañado por un reparto de folletos explicativos de la situación actual de Pedro Varela.

Durante toda la mañana se repartieron las octavillas, informando a su vez a todas aquellas personas que se acercaron a la mesa de lo ocurrido a Varela. La gente nos preguntaba con extrañeza, pues no se acababan de creer que en este país existiese tal censura y persecución hacia ciertos editores y libreros por el mero hecho de discrepar con la manera de pensar políticamente correcta del sistema.


Denunciamos la absoluta falta de libertad de expresión a la que se ha visto sometida la Librería Europa en la figura de su dueño Pedro Varela así como también la editorial Ediciones Nueva Republica en su representante Juan Antonio Llopart.


En un ambiente de absoluta cordialidad con una ausencia total de incidentes, se culmino la mañana con una pequeña concentración espontánea a la que se sumaron algunas de las personas que pasaron por allí. Una vez acabado el acto entre todos los presentes se debatió la necesidad de seguir con este tipo de actividades para que Varela no quede en el olvido, además de emplazarnos nuevamente para volver a realizar actividades conjuntas en el futuro.


Destacar la participación en este acto reivindicativo a titulo personal de miembros de las asociaciones Pensamiento y Acción Ecologista, Tierra y Pueblo, Zona Cero, Respuesta Estudiantil, así como de los partidos políticos Democracia Nacional y Movimiento Social Republicano. Se demuestra una vez mas que si hay voluntad, hay un camino.

Equinócio de Primavera

A Legião Vertical celebrou no passado fim-de-semana mais um Equinócio saudando, como sempre, o Sol. Ficam aqui algumas fotos:

Aguardando o nascer do Sol:



O nascer do Sol:

Legionarismo Ascético



O homem compõe-se de um organismo, ou seja, de uma forma organizada, depois de forças vitais, depois de uma alma. Podemos dizer o mesmo de um povo. E a construção nacional de um Estado, se bem que abranja naturalmente estes três elementos, por razões de vária ordem e diferentes heranças, pode sobretudo assumir especialmente um ou outro destes aspectos.

Creio que no movimento fascista predomina o elemento Estado, que corresponde ao da forma organizada. Aqui fala a potência formadora da Roma antiga, mestra do direito e das organizações políticas, das quais a Itália é a herdeira mais pura. No nacional-socialismo, pelo contrário, é posto em relevo aquilo que se refere às forças vitais: a raça, o instinto da raça, o elemento étnico-nacional. No movimento legionário romeno, o acento tónico é colocado sobretudo naquilo que, num organismo, corresponde ao elemento alma: sobre o aspecto espiritual e religioso.

Daí vem o carácter dos diferentes movimentos nacionais, que, ao fim e ao cabo, compreendem os três elementos e não deixam nenhum de lado. O carácter específico do nosso movimento vem-nos de uma antiga herança. Já Heródoto chamava aos nossos pais: "os Dácios Imortais". Os nossos ancestrais geto-trácios tinham fé, inclusivamente antes do cristianismo, na imortalidade e indestrutibilidade da alma, o que prova a sua orientação em direcção à espiritualidade. A colonização romana acrescentou a este elemento o espírito romano de organização e de forma. Os séculos seguintes desagregaram e tornaram o nosso povo miserável: mas da mesma forma que num cavalo doente e prostrado se pode reconhecer a nobreza da sua raça, igualmente se pode reconhecer no povo romeno de ontem e hoje os elementos latentes desta dupla herança.

E é esta herança que o movimento legionário quer despertar. Partindo do espírito, quer criar um homem espiritualmente novo. Realizando esta tarefa enquanto "movimento", aguarda-nos o despertar da segunda herança ou seja, a força romana politicamente formadora. Assim, o espírito e a religião são, para nós, o ponto de partida, o "nacionalismo construtivo" é o ponto de chegada, uma simples consequência. A ética simultaneamente ascética e heróica da Guarda de Ferro consiste em reunir um e outro ponto.

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Para nós, um ponto particular é que a presença dos mortos na nação ecuménica não é abstracta e sim real: dos nossos mortos e sobretudo dos nossos heróis. Não nos podemos separar deles; eles, como forças libertadas da condição humana, penetram e sustentam a nossa mais alta vida. Os legionários reúnem-se periodicamente em pequenos grupos, chamados "ninhos". Estas reuniões seguem ritos especiais. Aquele pelo qual se abre cada reunião é a chamada de todos os nossos camaradas caídos, à qual os participantes respondem com um "Presente!". Mas isto não é, para nós, uma simples cerimónia e uma alegoria, mas, pelo contrário, uma evocação real.

Distinguimos o indivíduo, a nação e a espiritualidade transcendente, e na devoção heróica consideramos aquilo que conduz de um ao outro desses elementos, até uma unidade superior. Negamos, sob todas as suas formas, o princípio da utilidade bruta e materialista: não somente no plano do indivíduo, mas também no da nação. Para lá da nação, reconhecemos princípios eternos e imutáveis, em nome dos quais devemos estar prontos a combater, a morrer, e aos quais devemos subordinar tudo, pelo menos com a mesma determinação com que tomamos o nosso direito a viver e a defender a nossa vida. A verdade e a honra são, por exemplo, princípios metafísicos, que colocamos acima da nossa própria nação.

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Há dois aspectos, para clarificar os quais tem de ter-se presente o dualismo do ser humano, que é composto de um elemento material naturalístico e de um elemento espiritual. Quando o primeiro domina ao segundo, é o "inferno". Qualquer equilíbrio entre os dois é uma coisa precária e contingente. Só o domínio absoluto do espírito sobre o corpo é a condição normal e a premissa de toda a força verdadeira, de todo o verdadeiro heroísmo. O jejum é praticado por nós porque favorece tal condição, liberta as amarras corporais, estimula a auto-libertação e a auto-afirmação da vontade pura. E quando a isto se acrescenta a oração, pedimos que as forças do alto se unam às nossas e nos sustentem invisivelmente. O que nos conduz ao segundo aspecto: é uma superstição pensar que em cada combate só as forças materiais e simplesmente humanas são decisivas; entram em jogo, pelo contrário, igualmente forças invisíveis, espirituais, pelo menos tão eficazes como as primeiras. Estamos conscientes da positividade e da importância destas forças. É por isso que damos ao movimento legionário um carácter ascético preciso. Também nas antigas ordens cavaleirescas vigorava o princípio da castidade. No entanto faço notar que entre nós se restringe ao Corpo de Assalto, também com base numa justificação prática, ou seja, para aqueles que se devem consagrar inteiramente à luta e não temer a morte é conveniente não ter impedimentos familiares. Por outro lado, só se permanece neste corpo até aos trinta anos de idade. Mas, em todo caso, permanece sempre uma posição de princípio: de um lado há aqueles que não conhecem senão a "vida", e que portanto não buscam senão a prosperidade, a riqueza, o bem-estar, a opulência; do outro, há aqueles que aspiram a algo mais que a vida, à glória e à vitória numa luta tanto exterior como interior. Os Guardas de Ferro pertencem a esta segunda categoria. E o seu ascetismo guerreiro completa-se com uma última norma: com o voto de pobreza a que está obrigada a elite dos chefes do movimento, pelos preceitos de renúncia ao luxo, às diversões vazias, aos passatempos chamados mundanos, em suma, pelo convite a uma verdadeira mudança de vida que fazemos a cada legionário.

- Citações de Codreanu, extraídas da entrevista concedida a Julius Evola (Dois artigos de Julius Evola sobre a Guarda de Ferro)

O mistério da decadência

Por outro lado, no que se refere particularmente a uma ordem social que tinha o seu centro num soberano, até ao Sacro Império Romano subsiste o principio – já defendido por Celso contra o dualismo do cristianismo das origens – de que os súbditos através da sua fidelidade ao seu príncipe podem demonstrar a sua fidelidade a Deus. É uma antiga concepção indo-europeia a do súbdito como um ser que está ligado por um compromisso sagrado e livre à pessoa do soberano; esta fides ou devoção pessoal foi levada, no mundo tradicional, para além dos limites políticos e individuais, a ponto de atingir por vezes o valor de uma via de libertação. «Os sujeitos – salienta por exemplo Cumont a propósito do Irão – consagravam aos seus reis divinizados não só as suas acções e as palavras, mas também os seus próprios pensamentos. O seu dever era uma dedicação total da sua personalidade àqueles monarcas igualados aos deuses. A militia sagrada dos Mistérios é apenas esta moral cívica considerada do ponto de vista religioso. 0 lealismo confundia-se assim com a fé.» A isto deve-se portanto acrescentar que nas formas mais nítidas e luminosas da Tradição se reconhecia igualmente a este lealismo a virtude de produzir os mesmos frutos que a fé promete. Ainda há pouco tempo se viu, no Japão, o general Nogi, o vencedor de Port Arthur, matar-se com a mulher, à morte do seu imperador, para o seguir nos mesmos caminhos do além-túmulo.
Com tudo isto esclarece-se em todos os aspectos o motivo por que dizemos que o segundo eixo de toda a organização tradicional é – além do rito e da existência de uma elite, não só humana, que representa a transcendência – a fidelidade. É esta a força que, tal como um magnetismo, estabelece os contactos, cria uma atmosfera psíquica, propicia as comunicações, estabiliza as estruturas e determina um sistema de coordenação e de gravitação entre os indivíduos isolados e entre estes e o centro. Quando começa a faltar este fluído, que em última análise tem a sua origem na liberdade e na espontaneidade espiritual da personalidade, o organismo tradicional perde a sua elementar força de coesão, fecham-se caminhos, os sentidos mais subtis atrofiam-se, as partes dissociam-se e atomizam-se – o que tem por consequência a imediata retirada das forças do alto, que deixam ir os homens para onde quiserem, segundo o destino criado pelas suas acções e que nenhuma influência superior poderá já modificar. É somente este o mistério da decadência.

- Revolta contra o Mundo Moderno, p. 147

Liberdade para Pedro Varela

Terá lugar no próximo dia 11 de Fevereiro, sexta-feira, uma vigília junto à Embaixada de Espanha em Lisboa, em defesa da Liberdade de expressão e em solidariedade com Pedro Varela, condenado pela Espanha democrática por vender livros.

Liberdade para Pedro Varela

A Legião Vertical produziu o autocolante aqui reproduzido em solidariedade com Pedro Varela. Aqui ficam algumas fotos das colagens levadas a cabo junto da sede de alguns meios de comunicação social, cujo silêncio cúmplice relativamente ao encarceramento por delito de opinião deste dissidente é demonstrativo do seu compromisso com a "liberdade de expressão".







Pedro Varela - Conferência premonitória em 2006

(Carregar na imagem para descarregar o ficheiro mp3)

O fascismo cura-se lendo?

La birome de Varela

via Centro Evoliano de América

Quizás valga la pena aquí recordar los detalles fundamentales que rodearon a ese gran invento que fue la birome que, allá por la década del 50 del siglo pasado, revolucionara en el mundo el arte de la escritura. Laszlo Biro era un técnico húngaro con grandes capacidades inventivas y extremadamente observador. En el año 1938, obsesionado como estaba por la escasa duración que tenía la tinta de las lapiceras a fuente, sintió una verdadera curiosidad por un aparato utilizado por las empresas viales que con una bola cargada de tinta marcaba las rayas blancas en los caminos asfaltados y pensó que quizás era posible, aplicando ese mismo procedimiento, hacer algo tan pequeño como una lapicera que pudiese durar mucho más tiempo en su carga. Lamentablemente ese invento efectuado en el viejo continente y que ponía en riesgo los intereses de industrias ya consolidadas no prosperó en su país y fue tentado entonces a viajar a la Argentina en donde en 1943 pudo llevar a cabo sus proyectos patentándose allí su invento como la conocida birome o bolígrafo, originada en su propio apellido. Tras una corta competencia con la lapicera a fuente fue justamente luego del final de la segunda guerra mundial cuando su invento terminó siendo adoptado universalmente como el principal instrumento de escritura luego de que el mismo ejército norteamericano en el año 1945 encargara a su empresa una monumental compra de biromes para sus efectivos militares.
La birome ha dado mucho que hablar en estos días no sólo porque la seguimos usando con mucha asiduidad, habiendo ya sustituido casi definitivamente a la lapicera a fuente, sino por el recuerdo que nos suscita el procedimiento sumamente científico que llevó a su creación. El inventor es generalmente un observador de cosas usuales, al alcance de cualquiera, pero que pueden llegar a revolucionar la historia por las consecuencias que pudiesen recabarse de las mismas. Indudablemente esa máquina vial que todos observaban en su funcionamiento solamente a una mente brillante y creativa podía inspirarle la creación de la famosa birome. Y esto viene perfectamente al caso porque no hace mucho tiempo el español Pedro Varela, una persona con título universitario en historia, dedicado a la investigación de los acontecimientos de ese trágico período que desencadenara la segunda guerra mundial constató, al observar los originales del famoso Diario de Ana Frank, que en los mismos había rastros de birome que no era el medio de escritura utilizado en esa época, pues recordemos que ese famoso texto fue escrito entre 1942 y 1944 cuando la misma no se comercializaba aun en Europa.
De ser cierto tal fundamental descubrimiento entonces tal pieza literaria resultaría un verdadero fraude ya que quedaba demostrado que no pudo haber sido escrito por la aludida joven. Recordemos al respecto que el mismo hoy ha sido convertido en lectura obligatoria en los principales planes de estudio de las escuelas del antiguo continente y tiene como finalidad dar sustento al famoso mito del Holocausto judío acontecido en Europa durante la Segunda Guerra Mundial. Con el mismo se pretende brindar una justificación moral al Estado de Israel respecto de sus incesantes genocidios efectuados contra el pueblo palestino.
Hoy en día Pedro Varela, quien además de investigador es dueño de una importante librería de Barcelona especializada en la venta de textos alternativos respecto de los acontecimientos de la Segunda Guerra Mundial, se encuentra preso, pero cometeríamos un grave error si consideráramos que lo está meramente por vender libros que resultan inconvenientes para el sistema. Esto sería lo mismo que decir que a Galileo Galilei se lo enjuició por sostener la teoría heliocéntrica de Copérnico y no por sus investigaciones propias que ponían en duro cuestionamiento la ciencia oficial de la época. De la misma manera la Inquisición, que sigue existiendo en el antiguo continente, es suficientemente inteligente como para no perseguir a simples difusores de ideas, sino principalmente a aquellos que las originan como el caso de Varela con las profundas investigaciones que ha realizado.
En segundo lugar hay personas que también consideran que al investigador catalán se lo persigue por adherir a la ideología nazi. Ése sería un segundo error. No es lo mismo ser nazi que negar el Holocausto o repudiar al sionismo. Es más hay hoy en día varios nazis –y no es por supuesto el caso de Varela- que se codean con judíos sionistas en función de un rechazo compartido que poseen hacia el fundamentalismo islámico (1). Lo esencial en el caso de las persecuciones inquisitoriales que existen en el viejo continente y también en el nuevo se refiere principalmente a contrastar con quienes combaten, como el caso puntual de Varela a los mitos fundacionales del sionismo, como el Holocausto y sus distintos dogmas sagrados respecto de los cuales hoy en día sucede como con la antigua física geocéntrica de Aristóteles de la cual no se podía dudar como en el caso de Galileo sometido a severos vejámenes por haber cometido semejante herejía. Varela ha pues dudado de un dogma sagrado como es la autenticidad del diario de Ana Frank, lo cual es equivalente a que en otras épocas alguien lo hubiese hecho respecto de la inmaculada concepción de la Virgen María. Y creemos que en todos los casos los procedimientos a adoptar deben ser los mismos. En vez de condenar y castigar, una idea debería ser contrastada con otra, una prueba con una contraprueba. Es decir que, a pesar de sus iluminismos y democracias, Europa sigue siendo la misma cuna de la intolerancia y la cárcel de Varela es el mejor ejemplo de ello.
Finalizaremos esta nota por la que queremos sumarnos al pedido colectivo de libertad al investigador español injustamente encarcelado dando a continuación el sitio de Internet donde puede encontrarse su fundamental texto titulado “El fraude del Diario de Ana Frank” http://www.rafapal.com/?p=672

Marcos Ghio
7/01/11

(1) Para el sionismo el nazismo no representa el verdadero enemigo sino que es en todo caso el término que se utiliza para descalificar a las personas. El mejor ejemplo de ello lo hemos tenido con el famoso caso del escritor chileno Miguel Serrano. El mismo, nazi confeso, en una obra titulada ‘Adolf Hitler, el último avatara’, llegó a defender las tesis marcionitas de la antigüedad por las que se afirmaba que los judíos no eran humanos como todos nosotros en tanto creación de una divinidad mala, el dios Tifón Jehová . Y bien, Serrano, a pesar de tal postura radicalmente antijudía, pudo hacer una importante carrera diplomática en su país, jubilándose sin inconvenientes y vivir sin ser molestado mayormente. No ha sucedido en cambio así con personas que, no siendo nazis, sin embargo han manifestado una actitud abiertamente hostil hacia el sionismo y han sugerido, a diferencia de los otros, la necesidad de buscar una alianza con sectores islámicos fundamentalistas para combatirlo. El ejemplo más cabal ha sido el de un muy allegado nuestro que, al viajar a Perú por razones académicas, fue inmediatamente calificado por la prensa de tal país como un importante líder nazi al que se le achacara incluso la voladura de la mutual judía de Buenos Aires. Tal como vemos la palabra nazi es utilizada hoy en día no en su sentido estricto y científico sino como un término de descalificación.

A Legião Vertical deseja a todos os seus camaradas e amigos um Feliz Natal


Nota sobre o Boletim Evoliano


Aos amigos e camaradas que habitualmente nos compram a revista, o nosso obrigado. Àquele que, para além de colaborar na tradução de textos, faz questão de também nos apoiar monetariamente, um especial abraço. Aos outros a quem, esporadicamente, presenteamos de forma gratuita e desinteressada com a revista, só nos resta esperar que tenham gostado… Informamos também que só em Janeiro enviaremos pelo correio o último número.

Rodrigo Emílio: Presente!

Todos os anos a Legião Vertical celebra o Solstício de Inverno evocando, em cerimónia, um camarada já caído. Este ano recordámos Rodrigo Emílio; aqui fica o texto que foi lido durante a cerimónia:

Antes de mais, o nosso agradecimento ao camarada que disponibilizou de imediato a sua casa assim que soube que procurávamos um local para a realização do Solstício de Inverno. Há “pormenores” que não esquecemos e que também alimentam a nossa vontade de continuar com a Obra.

* * *

É com um especial sentir que a Legião Vertical vai hoje aqui, nesta cerimónia do Solstício de Inverno de 2010, evocar um Homem à parte. Recordar alguém que não tivemos a felicidade de conhecer pessoalmente e muito menos de com ele privar nas longas noites de tertúlia onde o saber, o patriotismo e a acutilância se misturavam num bravo poema que ele próprio encarnava.

Rodrigo Emílio escreveu muito e sobre vários temas… fez poemas. Na África portuguesa, onde o poeta se vestiu de soldado, escreveu, no poema «Irmão D'Armas»: o negro, aqui a meu lado / Não é negro negregado mas soldado, meu irmão. É o mesmo Rodrigo que anos mais tarde, após a traição abrileira, escreve, com a mesma força, um poema de homenagem aos skinheads: Tu que, brandindo o braço como um mastro, / conjuras tanto gringo, tanto gang, / sem que o aço compassado do teu passo / de milícia / se exalte e se zangue. Poderia isto parecer estranho e quem não conhecesse o poeta acharia que sim. Mas as ideias do Rodrigo não tinham mudado, eram as mesmas, mudaram sim os palcos da batalha, mas o poeta-soldado, o tal que, como ele afirmou, merecia um zero a comportamento mas vinte a fidelidade, não tinha pois renegado os seus princípios e a sua pátria. Quando muita gente à sua volta mudava de ideias para “melhor” viver ele sobrevivia para não perder… a dignidade.

Hoje que o processo de decadência atingiu patamares impensáveis põe-se a eterna pergunta evoliana de saber se ainda há homens de pé e o que podem eles ainda fazer. Parece-nos oportuno introduzir aqui uma célebre frase do Rodrigo: “Não são os nossos homens que precisam de mudar de ideias. São as nossas ideias que precisam de mudar de homens.” Pensamos que é esta a chave mágica que buscávamos, e o Rodrigo, como outros visionários, teve um vislumbre do “graal”.

* * *

Rodrigo,

A Legião é um novo embrião de homens que não nasceram nem foram “educados” com as tuas ideias. Mas, como dizia Nietzsche, encontramos a Verdade sob os piores nomes.

O mesmo Nietzsche escreveu: «Um dia os operários viverão como hoje os burgueses mas sobre eles viverá a casta superior; esta será mais pobre e mais simples mas possuirá o poder». Gostaríamos, nós legionários, que esta profética afirmação fosse um dia encarnada pela nossa Ordem.

Estaremos a ser demasiado pretensiosos? Claro que sim, mas não estamos iludidos com nenhum sucesso futuro, nem sofremos de megalomania. Projectamos, com certeza, uma meta bem alta, seguimos um sonho supranacional de Imperium. Sabemos, no entanto, que os projectos ousados começam, como tudo, com um pequeno passo.

Por ora trabalhamos e cumprimos o Ritual, treinamos o corpo e a mente e aguardamos. E nós sabemos esperar, porque apesar do reduzido número, e sabendo que essa circunstância nos poderia fazer desistir, não claudicamos e desta feita aqui estamos a homenagear-te. Porque pertencemos aquela raça de homens para quem a Honra se chama Fidelidade.

Não trazemos vícios velhos em roupagens novas. Mas vestimos de negro o corpo que é branco… na Alma e no Espírito.

Porventura não mereceríamos de ti um poema ou simples dedicatória; não importa, contentar-nos-íamos em saberes que existimos e que partilhamos muitas das tuas ideias.

Obrigado Rodrigo Emílio

Pedro Varela: Cartas da Prisão

Via Patriotas.Es

Nuestros antepasados de la Revolución Francesa creían sinceramente en la existencia de los derechos del hombre y del ciudadano. No sospechaban que tales derechos nunca habían sido comprobados por la observación, que son sólo construcciones del espíritu. En verdad, el hombre no tiene derechos sino necesidades. Estas necesidades son observables y mensurables. Para el éxito en la vida es necesario que sean satisfechas. El derecho es un principio filosófico. La necesidad, un concepto científico. En la organización de nuestra vida colectiva hemos preferido nuestros caprichos intelectuales a los datos de la ciencia, y el triunfo de las ideologías consagra la derrota de la civilización.
- Alexis Carrel en La Conducta en la Vida

Cuando usted lea estas líneas me encontraré camino de prisión, cumpliendo una condena privativa de libertad.
¿Cuál ha sido mi crimen? No se asuste, no soy culpable de asaltar bancos (lo cual estaría hasta cierto punto justificado para muchas familias J), comerciar con drogas, falsificar billetes, asesinato con premeditación, ni trata de blancas… sino de un mero delito de opinión.
¿Delito de opinión? Sí, en nuestro país existen, en pleno siglo XXI, y por muy increíble que resulte, libros, escritos, investigaciones, pensamientos, ideas, en definitiva: opiniones prohibidas. ¿Prohibidas? Efectivamente, no hemos encontrado lugar alguno donde así conste; pero los hechos, la REALIDAD, que es lo que cuenta, es que se secuestran libros, son enviados a la hoguera (no de forma figurada) y se condena a prisión a quien los edite o distribuya.
¿Mi delito? Haber puesto al alcance del público libros heterodoxos. Habrá algo más, ¿no? No, nada más. Siquiera soy el autor de los libros, simplemente los he puesto a disposición de los interesados. Es cierto, además de libros he organizado conferencias de los autores y presentaciones de los nuevos títulos, a menudo boicoteadas por la chusma callejera, pero mucho más a menudo aún, por las autoridades togadas y uniformadas.
Cierto, que yo sepa no existe un Índice de libros prohibidos en España. Tampoco hay autores prohibidos ni, en teoría, ideas prohibidas. Ni tan siquiera hemos podido encontrar al Censor o Gran Inquisidor responsable de llevar a cabo dicha represión. Aunque sí a quienes se han auto-investido como tales.
Pero el Poder tiene sus resortes, sus comisarios soviéticos, sus demonizaciones, para conseguir que el público aplauda cuando, tras convencerles de que tiene la rabia, se dispone a neutralizar al disidente para enviarlo a las sombras, colocándolo fuera de la Humanidad y fuera de la ley.
Las escusas que proponen son varias y terribles: algunos de los libros que publico o sus autores (recordémoslo, no soy siquiera autor de los mismos) fomentarían el odio y la animadversión hacia ciertos grupos humanos. Si un autor, por ejemplo, denuncia el poder de la alta finanza internacional en manos de sionistas neoyorquinos, los Grandes Inquisidores hacen una lectura sesgada de la obra para concluir que Pedro Varela (el editor) forzosamente “odia” a dichos sionistas y “los cree culpables de todos los males del mundo” (sentencia judicial). Si otro autor llega a la conclusión de que la inmigración masiva forzada acabará con la diversidad de los pueblos y naciones del planeta y, para empezar, con la Europa blanca que los recibe; realizan una nueva lectura sesgada deduciendo que Pedro Varela, por haber publicado a dicho autor, “fomenta el odio” contra los pobres inmigrantes, que a lo sumo serían objeto y no autores de dicha política de sustitución de la población autóctona europea.
Pero van más lejos. Si un autor investiga a fondo ciertos mitos históricos y llega a la conclusión de que la versión oficial no concuerda con los hechos, ya no pueden perseguir al autor, ni al editor o librero por este hecho (según sentencia 235/2007 del Tribunal Constitucional). ¿Pero se contentan con la decisión del alto tribunal? Desde luego que no. Entonces realizan contorsionismo jurídico para afirmar que Pedro Varela, el editor, aunque puede negarlo o dudarlo, según la Constitución, sin embargo “justifica el (supuesto) holocausto” (¡y por tanto promueve dicho supuesto crimen en el que ni siquiera cree!). “Crimen” que algunos de estos historiadores revisan a fondo para poner en entredicho. Y eso queda evidenciado, continúan alegando, por el hecho de que este editor “fuera de la ley” publica asimismo textos facsímiles de autores alemanes de una época histórica de Europa concreta. ¿Un libro sobre economía nazi y cuál fue su solución al paro y a la crisis económica? Fomenta ¡el holocausto! Un libro sobre las diferencias de IQ (coeficiente intelectual) en las poblaciones de EE.UU. según el investigador judío H. J. Eysenck? ¡Sin duda el editor pretende fomentar el odio a las minorías (bien pronto mayorías) raciales! ¿Un documento histórico como el Mi Lucha de Hitler (es decir como el Libro Rojo de Mao o El Capital de Marx)? Ya no es parte de la Historia universal, sino un instrumento para promover el odio e incitar al crimen… ¿Un autor pone en evidencia la concomitancia entre Sionismo político, lobby judío americano, alta finanza internacional y anti-cristianismo militante (como hace el israelí Israel Shamir)? Lo que pretende el editor del judío Shamir (es decir el que esto suscribe) es que el mundo odie a los sionistas…
Pero la realidad es que para ellos soy un heterodoxo, y por eso me consideran un enemigo ideológico del Sistema. Por eso me quieren fuera de circulación, no por otra cosa.
En realidad se trata de que el público no pueda llegar a leer ciertos textos, pensar por sí mismo y, sobre todo, que a pesar de ello se siga creyendo con la libertad de comprar los libros que le vengan en gana.
Aquí no podemos extendernos y es tema para una próxima carta, pero baste con recordar que la “Invención de delitos raciales” era una de las 11 recomendaciones principales para la transformación y disolución de la Europa Cristiana según los “intelectuales” de la Escuela de Frankfurt. Otra era promover “Grandes migraciones para destruir la identidad cultural de los pueblos”; así como “El vaciamiento de las iglesias”, implementar “Un sistema legal desacreditado con prejuicios contra las víctimas del delito y no contra los victimarios”, fomentar la “Dependencia del Estado y de sus beneficios”, “Control y estupidización de los medios de comunicación” o “Fomentar la desintegración de la familia” entre otros. La elección es ahora entre nacionalismo defensivo e internacionalismo alienante; es decir, según los censores ideológicos, entre “antisemitismo” y “pro-semitismo”. Si no estás con ellos y a su servicio, estás forzosamente en su contra y pretendes enviarlos sin duda a la “cámara de gas”.
Si un editor promueve autores y pone a disposición del público libros que denuncian dicho plan criminal, debe ir a la cárcel. ¿Se puede hablar de prevaricación del Poder en este caso? En cualquier caso han optado por la vía de la ultrasolución. La prevaricación de parlamentarios, fiscales, jueces o investigadores policiales no sólo es un delito gravísimo; también lo son, al margen de cuál sea la sentencia, las consecuencias del enjuiciamiento mismo, que implica la privación de libertad de un hombre, la cancelación efectiva de los derechos y libertades públicas de quienes querían acceder a esos libros secuestrados, y el cuestionamiento de la autoridad moral del editor, condenado a prisión como un vulgar criminal. Los argumentos para dar vía libre al procedimiento y condena contra el que esto suscribe (lo afirmado en la denuncia y condena “no es algo que pueda considerarse ab initio ajeno al tipo penal de la prevaricación, al menos como hipótesis”) han sido empleados por fiscales y funcionarios policiales audaces contra Varela. Seguramente hay muchas personas contrarias a las iniciativas del Poder para limitar la libertad de lectura, investigación, información, expresión, edición o difusión, sea cual sea el “crimen” con el que lo disfracen. Sin duda, muchas más que aquéllas que favorecen la represión, minoría ofuscada que detenta los resortes del poder real. Lo cual tal vez explique en parte esta maniobra represiva aparentemente imparable que nos anega.

Pedro Varela

AYUDANOS

¿Puede usted ayudarnos a llevar a cabo esta lucha por la libertad de Pedro Varela y la reedición de los libros secuestrados y destruidos?

La Caixa: 2100-0856-98-0101754099

Concepto: LIBERTAD PEDRO VARELA

http://libertadpedrovarela.over-blog.com

Pedro Varela condenado por vender livros

Via O Fogo da Vontade

Pedro Varela, o proprietário da Libreria Europa, acaba de ser condenado em Espanha a 1 ano e 3 meses de prisão, pelo crime de “difusão de ideias genocidas”!?
Esclarecendo: Pedro Varela foi condenado à prisão por vender livros. Nada mais. O problema é que alguns desses livros contestam a historiografia oficial do holocausto judaico e no Ocidente os interesses judaicos determinam os limites daquilo que podemos dizer e pensar.
Que liberdade existe quando não há liberdade para duvidar dos factos oficiais, seja de que história for? Se o holocausto aconteceu e se aconteceu como é apresentado pelos sistemas de poder no Ocidente, por que é que têm medo que as pessoas possam ler opiniões divergentes e ser apresentadas a outros dados? Se o sistema não confia na capacidade das populações distinguirem a verdade num assunto que é supostamente tão evidente como o holocausto, o que é que isso diz sobre a capacidade da democracia funcionar com base no voto e na capacidade de decisão das populações?
Há quem, perante esta decisão do sistema judicial espanhol, lembre o livro de Ray Bradbury, “Fahrenheit 451”. Nessa famosa ficção somos transportados para uma realidade em que as pessoas estão proibidas de ler livros, são detidas se tiverem livros e estes são queimados…mas a verdade é que esta realidade ultrapassa aquela ficção. Porque naquela ficção a censura era evidente e declarada. Na nossa realidade, ela é dissimulada, o sistema não nos impede de ler ou publicar livros, o sistema até encoraja determinada leitura, porque a sua propaganda também se faz dessa forma. Não! Na nossa realidade só alguns livros são perigosos, só alguns livros não devem ser escritos ou editados… e são “eles” que decidem o que “nós” podemos ler.
Uma nota final para o imenso silêncio que, mais uma vez, se fez sobre esta condenação. É impressionante que entre tantos dedicados defensores da liberdade que existem nas sociedades ocidentais, as pessoas possam ser presas por vender livros sem o mínimo ruído. Terrivelmente revelador.

Tradição e Revolução

«Uma vez vistas as coisas claramente nestes termos, é necessário examinar a fundo as próprias ambições “revolucionárias”, tendo no entanto em conta que se estas ambições forem remetidas aos seus limites legítimos, limitar-nos-emos a ser parte das equipas de demolição. Num nível mais elevado encontram-se aqueles que ainda se mantêm realmente de pé. A sua palavra de ordem é Tradição, segundo o aspecto dinâmico que já coloquei em evidência mais acima. Como já dissemos, o seu será o estilo de quem, quando as circunstâncias mudam, quando as crises ocorrem, quando novos factores entram em acção, quando os diques anteriores começam a ceder, mantém o sangue frio, sabe abandonar aquilo que tem de ser abandonado de modo a não comprometer o essencial, sabe avançar estudando impassivelmente formas adaptadas às novas circunstâncias e com elas sabe impor-se, de modo tal a restabelecer ou manter uma continuidade imaterial, evitando toda a acção privada de base e aventureirista. É esta a missão, é este o estilo dos verdadeiros dominadores da história, bem diferente, mais viril do que o simplesmente “revolucionário”.»

- Julius Evola, Os Homens e as Ruínas

A "tolerância" democrática em acção

Pedro Varela, proprietário da Libreria Europa, poderá ser preso. O seu crime? Vender livros...


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